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PRINCÍPIO DA INTERNACIONALIDADE LIVRE

11.11.2003 | Fonte de informações:

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Parece que a natureza humana se compraz com a mesquinhez e o egoísmo, esquecendo as origens, limitações, e contingências de nossa vida limitada.

Os nascidos neste planeta são estrangeiros da própria terra. E como estrangeiros, incomodam o bem-estar conquistado, interferem no conforto dos feudos, tal como na idade média. Todos são obrigados a se restringir às suas origens de nascimento.

É necessário questionar, avaliar, pensar e repensar o direito de internacionalidade da humanidade. O ir-e-vir temporário deve definitivamente ser livre e responsável. Basta se identificar, comprovar residência e capacidade de independência. Todos podem avaliar os parâmetros válidos para todos, sem discriminações. Ou será que é melhor obrigar que cada filho da terra permaneça limitado onde nasceu? Será que uma nação pode estabelecer exigências superiores para os que desejam entrar em seu território, e ao mesmo tempo, exigir que os seus cidadãos tenham passe livre em todo mundo? Quem inventa as disparidades? Quem é livre? Quem é vassalo?

Quem é superior? Quem é inferior? Como um mesmo dólar pode ser melhor que o outro? Nas mãos dos donos do mundo, vale. Nas mãos dos estrangeiros, vale sob condições supervisionadas. Ou não vale.

São incongruências assim que nos obriga pensar se a humanidade é uma praga. Pode se supor que todas as pessoas tenham más intenções. Pode se supor que as pessoas são fantasticamente criativas, inteligentes, emocionais, sensíveis, e até, humanas. É a tal relatividade de Einstein. Na primeira suposição, o mundo é inimigo e deve ser eliminado. Na segunda, existem algumas esperanças para um convívio harmônico, inteligente, sensível.

É justo que esta decisão fique exclusivamente com os donos do mundo? Ou todos os 6 bilhões de humanos podem participar livremente da decisão? Ou quem tem a capacidade de extermínio em massa pode ditar todas as regras?

A humanidade precisa de tempo para pensar. E analisar. E discutir. E decidir o caminho a seguir. Será que é possível viver em paz? Ou a regra é matai-vos uns aos outros?

Este Princípio da Internacionalidade Livre está sendo exposto como um alicerce da Nova Constituição do Planeta Terra.

Você concorda? Não? Proponha suas objeções. Sim? Passe a idéia para frente.

Orquiza, José Roberto

52 anos, consultor de marketing, autor dos livros Jogo da Vitória, Editora Juruá; Dez Lições de Sucesso, Editora Posigraf; Fato ou Boato, Você Decide, Ieditora. Formação: Filosofia e Ciências Econômicas. Especialização: Análise Empresarial. Contato: workisa@onda.com.br

 
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