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EU, MEU IRMÃO E A GUERRA

07.04.2003 | Fonte de informações:

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Sempre combati a escolha errada do meu irmão em seguir o caminho do mal, apesar dele tentar varias vezes me provar que estava certo. Ele tinha a sua filosofia, baseada na realidade da vida e não na vontade dos bons em transforma-la.

Durante sua vida tentou me fazer compreender o compreensível, mas não aceito por mim. Sempre defendi e continuo a defender os bons, os honestos, os justos, os humanos e sempre combati os orgulhosos, vaidosos, prepotentes, violentos, agressivos, ou seja, a parte mais baixa e desmoralizante dos homens.

Começa a “guerra”, ou melhor, a agressão ao Iraque, e vejo uma nação agressiva, prepotente e fora da lei atacando, em especial civis!

Vejo e escuto os comentários dos jornalistas de TODO o mundo, que discreta ou indiscretamente defendem o bárbaro agressor, que comprovadamente assassina mais mulheres e crianças do que homens. O numero de mulheres e crianças mortas, é quase o dobro dos homens.

Mas, continuemos a historia sobre o meu irmão mau, que não conseguia me convencer de que : “o mundo é podre!”, muito, mas muito mais podre do que eu poderia imaginar.

A “guerra” (agressão) chegou. Não é possível chamar de guerra, um ataque de um super- homem contra uma criança recém-nascida. Agressão, covardia, etc...sim!

Finalmente, por causa dessa “guerra”, os argumentos do meu irmão bandido convenceram-me.

Os bons são pacíficos! Os bons são honestos! Os bons são sentimentais! Os bons são humanos!

Mas... como dizia o meu irmão: os canalhas, os maus, os assassinos, os ladrões e desumanos; os liderados pelo presidente Bush é que estão com a razão!

Viva o bandido e a imprensa que o apóia!

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

 
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