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Ensaio Nº 10

26.01.2004 | Fonte de informações:

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Por que o homem não se entrega aos “bons espíritos” ou aos bons guias ou a necessidade de conhecimento que o leve ao mundo humano?

Não consigo encontrar no saber o perigo! Creio que o mal, está na ignorância!

Procuro, por necessidade de encontrar o meu “eu”, além do ponto onde me colocaram. Sei que o caminho é longo e árduo, mas a minha vontade de encontrar e compreender, transforma o caminho árduo, em caminho feliz.

A felicidade da procura, acompanhada por contactos mil com a natureza e os animais; transforma a espera em rotina querida e desejada. Não devo querer ir depressa de mais, mesmo que não entenda o que vem a ser depressa de mais.

Focalizo mentalmente a criança, como o marginalizado do saber. A bitola que a sociedade intelectual impôs ao jovem, é criminal! Eles não podem saber no colégio, o que eles gostariam de saber.

Os pedagogos aprenderam questões relativas à educação, baseados em quê? Nos nossos bitolados conhecimentos da matéria. Com isso, impedindo aos jovens o desenvolvimento da mente, em sua inesgotável potencialidade.

O maior problema que o homem enfrenta, é a sua curta visão relativa ao funcionamento do cérebro; a sua eterna escravidão e manipulação do jovem, direcionando-o a pensar e agir de acordo com o nosso curto conhecimento.

O cérebro, creio eu, é um animal selvagem, que desde jovem, ou melhor, especialmente nessa época, precisa de espaço, liberdade para evoluir e crescer.

Precisamos apresentar às crianças, não só o que acreditamos que elas possam compreender, mas o que elas poderão compreender, se lhes apresentarmos.

Lá vou eu novamente raciocinar, tendo como base à lógica. Não gosto muito disso, pois isso nos leva simplesmente ao principio de tudo.

Minha felicidade está em voar, e tentar entender o impossível, ou seja, para os que me consideram louco, o que no momento não entendemos e ainda consideramos inatingível. Desde criança, apesar dos professores, sempre tentei procurar o inatingível. Sempre procurei saber, o por que eles sempre ensinavam o mesmo, durante anos e anos. Sempre soube que o conhecimento é um campo sem fim. É uma descoberta constante, desde que você saia da bitola imposta pela sociedade.

Os professores são tão necessários, assim como as estradas de ferro e rodovias, apesar de sabermos que elas nos são úteis, só até chegarmos ao ponto que elas nos podem levar; sabemos que teremos que caminhar muito mais, para chegarmos onde queremos.

Lá vem a lógica e o meu aborrecimento!

Sei que até a lógica, para muitos é uma loucura, pois ela mostra. muitas vezes, “caminhos nunca dantes navegados!”

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

 
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