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A VERDADE

06.09.2003 | Fonte de informações:

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EDITORIAL

Hoje, dia 7 de setembro, Dia da Independência sinto que, ainda não é com esse presidente que seremos realmente livres.

Cansados de eleger ricos e intelectuais para nos governar, com esperança de dar certo; escolhemos o oposto.

A nossa esperança do “não pagamento da divida externa, enquanto morrem crianças de fome no Brasil”, foi só mais uma ilusão, de quem acredita no AMOR de qualquer político pelo Brasil. Sofro terrivelmente as continuas decepções em minha vida, pois realmente AMO o Brasil, mais do que os brasileiros amam os Estados Unidos da América do Norte.

A lavagem cerebral que o nosso povo vem sofrendo há décadas, não nos da opção de escolha, entre a USA e o mundo civilizado.

Não temos permissão de assistir, como em TODA a Europa, a filmes de diversos paises do mundo pela TV aberta, e tudo isso nos devemos ao domínio TOTAL dos Estados Unidos da América do Norte da “nossa” mídia!

Meus amigos, peço perdão por essa explosão de patriotismo nesse dia mas, sempre será um dia de sonho, para TODOS os que AMAM o BRASIL!

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

A PROCURA DO AMOR, capítulo X

Necessidade de AMAR

Muitos dos meus leitores devem estar pensando: aonde ele quer chegar? Tenho como objetivo, conscientizar vocês da real existência do AMOR, e tentar leva-los a ele.

Creio do fundo de minha alma, que se vocês puderem ter, durante as suas vidas, um contacto, mesmo alternado, com o AMOR, as suas vidas se transformarão.

Vou dar um exemplo, onde minha vida servirá como prova.

TODOS os dias, quando saio de casa, que significa no mínimo 3 dias por semana, ando pelas ruas do centro de Guaraparí, e encontro sempre criancinhas de colo (as de minha preferência), e brinco com elas, oferecendo o meu sentimento; recebendo em troca o AMOR que elas me oferecem, acompanhado muitas vezes de um carinho no meu rosto, com suas pequeníssimas mãozinhas.

Não consigo entender, como podem existir pessoas que vivem sem AMOR? Creio que repetirei para vocês, muitas, mas realmente muitas vezes a mesma oração: onde existir matéria, não existirá AMOR.

Nós passamos séculos, aprendendo um amor, que não é AMOR. Aos que não tiveram o privilegio de AMAR, só posso dizer que o prazer de amar vai muito além da imaginação!

O amor carnal e a paixão carnal, não significam nem a bilionésima parte do amor e paixão espiritual pois quando amamos espiritualmente muitas vezes entramos no êxtase, sem tomarmos conhecimento do fato.

Exemplo: um por do sol. Nem sempre, você o olha e declara: essa beleza me apaixona ou estou apaixonado por esse lugar.

Creio que não é muito difícil entender a diferença da situação, e em especial a diferença do sentimento. Uma das mais lindas coisas do AMOR, é que ele é de graça!

Nas diversas vezes que você AMOU (se você AMOU), não precisou estar bem vestido e nem gastar um centavo na ocasião!

As coisas espirituais são belas e gratuitas!

Será que é por isso que, a nossa sociedade de consumo, não as quer, não lhe interessam? *******************

Vou dar um espaço de algumas semanas e depois voltarei com a continuação do livro, “A procura do amor”. No seu lugar vou escrever sobre o meu livro de política internacional, “Do outro lado da noticia”. Espero que, vocês gostem pois, mesmo sendo outro assunto, prende o interesse de quem quer aprender. Até a próxima!

REMINISCÊNCIA

Vamos fazer vocês voltarem novamente ao passado e por mais incrível que pareça, ele se parece muito com o presente.

O artigo de hoje se chama: “Brasil católico mas, não cristão!” e foi escrito em outubro de 1985.

Li estarrecido, a noticia publicada no “O Globo” do dia 13-10-85 pág.18, sob o titulo: IBGE constata existência de bolsões de miséria absoluta em todo o Brasil!.

“Bolsões de miséria absoluta existem no Brasil de Norte a Sul e Leste a Oeste. É o que constatou o Estudo Nacional de Despesa Familiar feito pelo IBGE em 1975”.

Na ocasião os alimentos de algumas das 55 mil famílias carentes entrevistadas deixaram os pesquisadores escandalizados. Eram, nada mais, nada menos, que ratos, cascas de batata cozida, água com açúcar, lavagem de porcos, folhas de café, barro, carvão, fezes, sabão, lixo, assim como o miolo de uma planta chamada xaxim e talos e folhas de abóbora e chuchu!

De volta aos mesmos locais este ano, os pesquisadores constataram que essa catástrofe alimentar, fora de qualquer padrão, ainda persiste e em alguns casos ate piorou em vez de se estabilizar ou melhorar!” Pergunto: onde estão os cristãos brasileiros? Onde estão esses que fizeram em 1964 a marcha da família com Deus pela liberdade? Onde estão os que todos os dias vão a igreja rezar, deixando os seus cofres abarrotados, fechados e bem guardados? Onde estão os que nos prometem Reforma Agrária, sabedores de que nos estão paliando? Onde estão os que, vindo do Vaticano nos visitar pedem-nos paciência?

Sabedores de que: “Daí de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede!” são palavras D` ele, e quem vai de encontro a elas, os que permitem, por nada fazerem de concreto, que um povo sinta fome ou sede, são inimigos D´ele!

Onde está a alta sociedade? Mais baixa e imunda entre todos os graus sociais; pois são os que podem fazer alguma coisa, mas nada fazem, a não ser sobressair seus complexos de inferioridade! Onde estão os candidatos que vivem prometendo e NUNCA cumprindo? Onde estão os deputados e senadores, que

vivem a vida fácil e inútil das hienas, dos crápulas de nossa nação? Afinal!

ONDE ESTAO OS CRISTÃOS DO BRASIL???

Armando COSTA ROCHA

A grande festa dos palhaços

Motivo e inspiração: O carnaval chegou e com ele os contrastes que não só os estrangeiros, mas nós mesmos presenciamos.É uma mistura de situações muitas vezes cômicas e outras ridículas! Lembro-me que esse carnaval tinha como seu ponto alto uma homenagem ao maior colunista do Rio de Janeiro.O fato me chocou muito, pois sempre achei que colunista social em um país de grande miséria não combina! Com esse pensamento escrevi:

Perdendo dias e noites sem fim Trabalhando em um constante. Juntando o pouco que ganham, assim Para mais tarde, gastarem o todo em um instante!

Isto tudo acontece no país das maravilhas. País de sofrimento, país de contraste! Uns, sem nada fazer, vivendo como parias. Como poderíamos imaginar, que um dia se encontrariam?

Mas eis que chega o dia da festa dos palhaços. Os parias, os que nada fazem, vão à frente Seguindo, vêm os pobres coitados, também palhaços Gritando e pulando e dando muitos abraços.

UM CAPIXABA PELO MUNDO, parte 11

Os hippies me fizeram centenas de perguntas, querendo chegar a uma conclusão, tentando descobrir quem era eu. No futuro iria compreender o interesse deles pelo fato acontecido.Uma vez encontrei, durante uma das minhas estadias com hippies, um rapaz, que era um verdadeiro conde e que tinha saído de seu palácio a fim de conhecer a real vida, como ele me informou.Talvez os “meus hippies” tinham alguma esperança, que eu era um daqueles ricos aristocratas europeus só um pouco excêntrico. Puro engano!

Muitas coisas para aprender e muito pouco para ensinar.

A minha filosofia de vida era baseada em viver e deixar os outros viverem, respeitando todos os modos de vida, incluindo os que eu detestava, como se drogar. Depois? Tentar ajudar a TODOS que eu pudesse e deixar os outros a sua sorte.

Mas, sempre gostei de aprender o que é a vida.Vivemos com que finalidade? Para quê a banalidade de querer ser o que não somos? Por que achar que os ricos e poderosos estão sempre certos?

Despedi-me dos hippies às 17,00 e segui com Antonio para uma das lojas dos Campos Elíseos.Quando sai do carro, algumas pessoas que passavam, paravam para observar a pessoa importante que iria sair do Mercedes e deparavam com a minha figura já descrita. Passei os outros dias visitando a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo onde constatei a veracidade da informação de minha primeira namorada no Brasil, de que o nome do seu tataravô estava incluído na lista dos heróis franceses gravada no arco.O nome do marechal de Franca, Jean Lannes estava realmente bem localizado, pois morreu nos braços de Napoleão Bonaparte, que diz na hora chorando muito ”quando o conheci, era um soldado, quando morreu, um paladino”. Na continuação de minhas visitas estive no Museu do Louvre, onde passei rapidamente, deixando para outra vez uma longa visita.

Descrever o que vi no museu tomaria varias páginas, mas como o meu objetivo principal é contar as minhas viagens e como as descrições desse e de vários outros museus já foram feitas por centenas de vezes em jornais e revistas, resolvi deixar em branco essa parte. Agradeci a amiga de minha irmã por ter me cedido seu chofer e a Mercedes, seguindo depois para comprar passagem para Londres. Paris estava em meus planos no futuro, pois gostei muito da impressão que ela me causou.

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

 
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