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A VERDADE

04.10.2003 | Fonte de informações:

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EDITORIAL

Amigos, não sei se vocês levaram em consideração o meu editorial do dia 21-9-2.003!

Será que alguns jovens estão fazendo força pelo o amanhã?

Vocês estão cheios de energia e eu lhes ensinei a gastarem essa energia em defesa do mundo! Não o de seus pais, mas o de vocês!

Os que leram, gostaram e seguiram minhas idéias, aconselho a continuarem seguindo os meus ditames de: persistir, insistir e NUNCA desistir!

Aos que ainda não leram, é só procurarem nas paginas On line do Pravda, com o sid www.pravda.ru na versão em Português e sessão Cultura. Todos os domingos eu estou escrevendo para vocês!

Gostaria que vocês escrevessem poesias, artigos, ensaios ou sobre qualquer assunto e entregarem ao diretor de seu colégio, pedindo que me envie, a fim de ser publicado!

Vamos lutar pela PAZ no mundo! Não só hoje, mas para sempre!

Se por acaso o mundo chegar, por falta de união dos que querem a PAZ, ao fim, vocês poderão dizer: Lutei até ao fim!!!

O MUNDO PODRE EM QUE VIVEMOS (No 8)

“Dia dos direitos humanos”

Tenho orgulho em falar da necessidade da existência dos direitos humanos, mas...onde existem em sua TOTAL realidade os “direitos humanos”?

Fala-se em muitos países onde eles não existem, entre eles citam muitas vezes o Brasil; em especial se forem jornalistas brasileiros que adoram falar mal de nosso país e se autoproíbem de falar mal da USA!

Verdade, verdade..., eu não acredito nos “direitos humanos”, mas sim nos direitos dos que mandam e os dos que obedecem!

Logicamente NUNCA os direitos de uns são iguais aos direitos dos outros.

Por exemplo: no Brasil não existe respeito aos “direitos humanos” de acordo com a imprensa internacional, especial à americana, mas a nossa policia no caso de rebelião nas prisões não atira nem nos presos que agridem com telhas e ponta pés os reféns que mantêm; enquanto em rebeliões nos Estados Unidos a policia já entra atirando com metralhadoras.

No Brasil o preso só leva uma pequena algema nos pulsos, enquanto nos Estados Unidos, onde dizem que se respeita os “direitos dos homens”, até garota de 15 anos de idade leva algemas compridas em suas mãos, interligadas com algemas nos pés.

Isso foi uma pequena demonstração da diferença dos “direitos humanos” entre nações.

Outro exemplo de “direitos humanos”, que deu com sua covardia e desmoralização ao Secretario Geral das Nações Unidas o Premio Nobel da Paz, ao concordar e apoiar a matança generalizada do povo palestino por israelitas, onde nem o direito de se defender lhe foi dado.

Quando o mundo chega a esse limite de cinismo e hipocrisia, só peço a DEUS que acabe logo com essa sujeira sem limites, pois os jovens que ainda não se drogaram, com o que estão assistindo agora, logicamente para suportar esse mundo podre, também se vão drogar!

Não acredito nas NAÇÕES UNIDAS, especialmente dirigida por um senhor que parece desconhecer que a escravidão já terminou no mundo.

Como escravo ele age normalmente, mas como secretario das NAÇÕES UNIDAS, ele é um grande palhaço!

RECORDAR É VIVER...E COMPREENDER

“TERRORISMO E TERRORISMO”

Ninguém mais entende nada!

Quem quer liderar o mundo contra os terroristas? Os Estados Unidos!

Pois bem, no “Jornal do Brasil” em maio de l985 o correspondente, que eu considero um dos melhores do mundo, Fritz Utzeri analisando a situação dos terroristas internacionais pergunta (depois de afirmar que a maioria do povo norte-americano é a favor da retaliação e destruição dos centros de treinamento de terroristas): “Mas o que fazer quando o treinamento é feito nos próprios Estados Unidos?” Depois declara que os sabotadores do vôo 182 da Air Índia que explodiu matando 329 pessoas incluindo 70 crianças, foram treinados numa escola do Alabama por um ex-boina verde Frank Camper” assim como outros terroristas agindo no Líbano e na Nicarágua!

Para terminar o correspondente declara: “O mais curioso de toda a situação é que governos como o da Nicarágua, do Líbano e até da Índia teoricamente, teriam direito de discutir ações de retaliação contra o campo de treinamento do Alabama!”

No Jornal do Brasil de 13-5-85 parte internacional você lê: “Post” acusa a CIA de treinar grupo que matou 80 em Beirute!” Também no Jornal do Brasil de 21-5-85 você lê: “O presidente da Câmara dos Estados Unidos, Thomas O’ Neill exortou o presidente Reagan a aceitar os pedidos de negociação formulados por Nicarágua e disse que “já é hora de trocarmos nossos esforços clandestinos para fazer a guerra na América Central por esforços abertos para trazer a paz!”

Agora com o acontecimento do terrorismo em Nova York e a demonstração da continuidade do treinamento de terroristas albaneses, angolanos e chechenos pelos americanos incluindo apoio logístico e armamento fornecidos pelos mesmos, creio que é hora do governo americano realmente pensar no fim do terrorismo no mundo!

O terrorismo mostrou com o ataque desferido aos Estados Unidos, que é uma arma de dois gumes!

Ou o governo dos Estados Unidos reconhece essa verdade e unido com o resto do mundo termina com esse ato covarde de se combater ou o mundo já era!

Crianças no Brasil

Motivo e inspiração: Em 1986, lendo sobre a situação das crianças que viviam nas ruas fiquei muito impressionado, e escrevi:

Criança que dorme na rua escura, Na amargura de sendo criança não compreender, por que, nessa vida que ela recusa, vive sofrendo, sem nada saber?

Criança que brinca no meio do lixo. Criança que canta para não chorar. Sofrer é tua vida criança querida. Nasceste na terra dos que não sabem amar!

E tudo acontece no grande país, Num país tão grande, que não dá para crer! Dorme criança e talvez, quem sabe? Terás a grande chance de um dia crescer!

“Um Capixaba pelo mundo”, parte 15

Decidi descansar num grande bar ao ar livre, com gigantescas mesas, onde poderiam se sentar muitas pessoas juntas. Sentei numa delas e apontei em seguida para o garçom. Indiquei-lhe um copo de cerveja e depois apontei para a minha mesa; creio que a mímica é uma língua universal e pratica, pois pouco depois estava tomando uma cervejinha bem gelada.

Realmente a cerveja era das boas e era a primeira que bebia na Alemanha. Aos poucos fui entornando o copo, pensando na vida e os mistérios dela. Tentava me localizar no mundo e pensava no modo, que estava experimentando, de conhece-lo. Creio que o meu modo era muito interessante para as pessoas realmente livres. Estava livre de compromissos e contactos obrigatórios, não precisando pensar em nenhuma hipótese em tempo ou dinheiro. Creio que deverá acontecer com qualquer pessoa, o que estava acontecendo comigo, caso ela viaje da maneira como eu viajo, ou seja: conhecendo o mundo, além do conhecimento.

Os meus pensamentos levaram-me para bem longe do lugar onde me encontrava. Apoiei os cotovelos em cima da mesa, baixei a cabeça e coloquei-a entre as minhas mãos. Pensei em ficar nessa situação por algum tempo e depois voltar para a pensão.

Mas de repente as minhas meditações foram interrompidas pelas pessoas que começaram a juntar-se em torno da minha mesa e pelos músicos afinando os seus instrumentos. Pouco depois todas as pessoas presentes no bar começaram a cantar uma famosa canção alemã. As palavras eram mais ou menos assim: drinken, drinken, drinken alle meine frerude etc...(sobe depois que em alemão, isso significava: “vamos beber, meus amigos...”; quem conhece a canção ou já bebeu com grandes grupos de alemães, sabe do nome exato da musica). As pessoas que estavam sentadas dos meus dois lados juntaram os braços aos meus e ao ritmo da musica começaram a balançar-se e eu com elas.Gostei da brincadeira, e como já conhecia a melodia, comecei a cantar mais alto do que elas. Os meus novos amigos morriam de rir e olhando para mim perguntavam: inglês? espanhol?, etc..Ao que eu, com orgulho, respondia: brasileiro! Adorei tanto de ficar cantando e bebendo, que em vez de voltar para pensão no máximo às dez horas, como tinha planejado antes, demorei me até as duas, da madrugada.

No dia seguinte não deixei de visitar o Jardim Zoológico, muito bem tratado, com grande diversificação de animais. Na parte de insetos vi, por trás de vidros, as nossas tão conhecidas e não queridas baratas; em um mapa ao lado das referidas encontrei indicações dos lugares onde elas eram especialmente numerosas e fiquei contente quando vi, que até nos E. Unidos, não eram poucas.

Na parte da tarde, resolvi ir ao famoso Muro de Berlin (que não existe mais e que na época dividia Berlim em duas partes: ocidental e oriental) e pagando visto, entrei do lado comunista, quase me considerando, um Pedro Álvares Cabral, dado o medo, que nos era incutido no Brasil, de países comunistas. Mas, quanto mais vou conhecendo a terra onde viviam os comunistas mais certeza vou tendo de que a nossa imprensa era mentirosa. Ao visitar Berlin Oriental, sentia-me realmente muito corajoso!

Não me demorei muito no lado oriental, comprei algumas lembranças. Para isso precisei adquirir o dinheiro da Alemanha Oriental.Qualquer pessoa podia trocar, tanto o dinheiro da Europa Ocidental, como dólares ou outra moeda forte, pelo dinheiro da DDR (como do lado ocidental, a moeda também se chamava “marco”). Antes de sair do país precisei destrocar a moeda, pois era terminantemente proibido sair com marcos orientais da DDR.

Em Berlin Ocidental comprei passagem para Hamburgo e no dia seguinte segui viagem passando novamente de trem pela DDR e repetindo a mesma operação, de visto de transito, ocorrida quando de minha viagem da Holanda para Berlin.

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

 
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