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De Brasilianas para o nosso Editor-Assaz-Atroz-Chefe

26.07.2009 | Fonte de informações:

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“Dom Fernando
a prática desta Literatura joyciana, borgiana, flaubertiana lhe deve ser muito desgastante... vives um momento biológico de queima rápida de neurônios. De onde pode vir tanta regurgitação e verve para um homem só - na maturidade, quase decrepitude
[Eu não mereço tanto mas também não agradeço] - conseguir criar o nome de uma agência chamada PressAA. Coisa de gênio. Como se não o fora essa retranca Assaz Atroz... quantas horas, quantas noites, quantos neurônios consumidos para obra tão relevante no conjunto das grandes criações universais.


Nosso grito de alerta, Dom Fernando, está na hora de uma autobiografia... Seja generoso com o mundo das letras... (Nosso Doktor Ferencz recomenda a suspensão por algumas horas da mardita da cachaça... ele não consegue saber se o seu vermelhão é lulístico ou de raiva mesmo...)”


Em se tratando dos neurônios, eu também já tive essa sua preocupação, tempos atrás. Ou seja, achava que neurônios eram consumidos como, por exemplo, o doutor Hannibal fazia com seus inimigos explícitos e os ocultos também. Neurônios não são consumidos, são utilizados, cansam-se, descansam e voltam renovados, para novas batalhas.


Sim, são muitas horas, muitas madrugadas e meios-dias dedicados à AAA – PressAA; às vezes devagar, noutros casos fazendo jus ao nome da empresa. E é nestas casos que em determinadas ocasiões atropelo o vernáculo, corrigo, ou deixo que corrijam.


Vocês não devem ter lido minha última entrevista à Nova Coletânea ( http://entrevistaescritores.blogspot.com/2009/05/normal-0-21-false-false-false.html ), senão saberiam porque não pretendo escrever uma autobiografia. Também não atentam para determinados escritos meus, que, como acontece com qualquer outro escritor, estão apinhados de dados biográficos meus e de que cruzou meu caminho.


Quanto à “cachaça”, já fui adepto da mardita em forma líquida, gasosa e até enfumaçada, mas logo descobri que cada tempo é um tempo, como dizia Franz Liszt, que eventualmente me visita (ele gostha de vir aqui). Doktor Ferencz não gostou mesmo foi quando o chamei de Lili Marlene. Pô! Num sei o que esse pessoal pensa, se é que pensa! Perde a esportiva com a maior facilidade, como outra noite dessas aconteceu com o Beethoven, só porque eu disse que ele não podia fazer seus discípulos de capachos. Taí, quando ele sacou a minha ironia, foi aí que ele deu uma baita risada e me respondeu: “Sie denken, dass ist genial, und ist, aber enfoi Kopf ESSSE Tätigkeit der "Nie zuvor in der Geschichte," gibt, die Geschichte kann Schlag ihr Gehirn aus, und Sie nicht mehr zurück in pavilão Dr. Henrique Roxo.


Foi o suficiente para me embananar, pois nada entendo de alemão. Mas despachei o Goober e ele me trouxe essa versão: “Você acha que é gênio; e o é; mas enfiou na cabeça essse negócio de 'nunca antes na história', aí, ó, a história pode explodir os seus miolos e você vai parar novamente no pavilhão do Dr. Henrique Roxo". São Lima Barreto que me proteja!


Bom, Ludwig van Beethoven é sagitariano e como [conjunção] tal é multipolar. Desculpei.
* * *
P.S.: Sagitariano, do dia 16 de dezembro. Qua diabos de coincidência, né?
Não se pode dizer que a turma dos Brasilianos seja colaboradora da AAA - PressAA, mas que isso foi uma colaboração ninguém pode negar
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http://assazatroz.blogspot.com/

PressAA

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Fernando Soares Campos
http://santanadoipanema.blogspot.com/


Brasilianos(as)
Caros Brasilianos(as), quando a minha secretária Helen Lower leu sua mensagem, senti um comichão oportuno na mão esquerda. Mas não era nada demais, apenas o pelo onanista insistindo que eu fizessse barba, cabelo e bigode.
 
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