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Estados Unidos prevê longa permanência militar no Golfo Pérsico

09.12.2013 | Fonte de informações:

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Estados Unidos prevê longa permanência militar no Golfo Pérsico

Manama (Prensa Latina) O secretário de Defesa norte-americano, Charles Hagel, prometeu a Bahrein uma longa permanência militar nas águas do Golfo Pérsico. Asseguramos a nossos aliados na zona (do Golfo Pérsico) que não vamos a nenhuma parte (...) Esta região é perigosa, é combustível, é instável e uma presença (militar) estável pode tranquilizá-los, disse o servidor público durante o percurso por um dos barcos da V Frota, que tem sua base neste pequeno reino da península Arábica.


Manteremos o mesmo tipo de meios, exercícios, associações e o foco de nossos interesses estratégicos, acrescentou Hagel, que diálogou com seus pares de Bahrein e de Arábia Saudita.


Em alusão ao acordo parcial para a solução da questão nuclear com Irã a fins de novembro passado, sublinhou que seu país não pensa modificar "nenhuma das posturas durante esse período de seis meses".


Teerã e o Grupo 5+1, integrado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, Estados Unidos, Rússia, China, França e o Reino Unido, mais Alemanha, assinaram no mês passado um pacto para construir confiança mútua, ao qual devem seguir negociações para um tratado de maior alcance e extensão.


O entendimento foi aplaudido por vários estados do Golfo Pérsico e criticado por Israel e Arábia Saudita.


A visita de Hagel a Bahrein segue em poucas horas à autorização pelo Congresso norte-americano a venda a Arábia Saudita a mais de 15 mil mísseis antitanque por valor de mil 100 milhões de dólares.


Os nexos de Washington com o reino saudita atravessam um momento de atritos devido à assinatura do acordo e à reversa estadunidense em seus planos de bombardear a Síria, contidos pela intervenção de Rússia, cujas autoridades advertiram das nefastas consequências regionais e mundiais dessa ação.


Ambas decisões, bem como a tolerância estadunidense com as ações ilegais de Israel na Palestina ocupada, causaram grande desagrado no reino saudita, que recusou ocupar o assento como membro não permanente do Conselho de Segurança para o que foi eleito e se mostrou crítico da política norte-americana.

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