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"Vareio" do MBL sobre "Esquerda": Me Batque que Eu Gosto, Até Quando?

09.11.2017 | Fonte de informações:

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Tem sido tragicômico o verdadeiro "vareio" que a "esquerda" brasileira anda levando daquele japinha do Movimento Brasil Livre (MBL), cidadão de péssimo nível intelectual e de uma moral no mínimo nebulosa, assim como o próprio agrupamento que lidera. 

Edu Montesanti

Cheio de jogo de palavras, a mais baixa persuasão que monta loucuras políticas, sociais e econômicas atráves de fatos muitas vezes reais porém completamente fora de contexto e cheio de ironia que só engana os mais incautos, o japa acumula patéticas vitórias, uma atrás da outra nos "debates" além de colocar seus vencidos da "esquerda" em uma situação de claro desconforto, dando a forte impressão de que estes cairão das cadeiras a qualquer momento - senão mesmo que a própria cara haverá de desabar, diante da fluência da jovem liderança de direita que, no que diz respeito à manipulação dos fatos, faz lembrar as técnicas de propaganda nazista. 

Diante disso, há os que acabam sendo agraciados por "imprevistos" para não comparecer a esses "debates" com o ser em questão. Mais um sinal dos tempos e da mentalidade tupiniquim que governo NENHUM se preocupou em mudar neste País mas incentivou a fim de se manter no poder, desde que Cabral aqui desembarcou? Sempre se dá com os burros do poder n'água quando se "esquece" de educar a sociedade: quando mais se precisa das massas, elas não estão imbuídas do sendo cidadão que se desenvolve dia a dia.

Ou será mesmo que políticas progressistas são inviáveis, e os sucessivos triunfos do MBL nos "debates" evidenciam exatamente isso? Ninguém, nestes três anos de existência do movimento neoliberal, teve a imaginação de lembrar o japa que o próprio FMI considerou, no ano passado, o livre-mercado irrestrito inviável, retrógrado, forte gerador de desgualdades sociais. 

Em cima disso, lembraríamos as contradições deste sistema fajuto que não deu certo em lugar nenhum do mundo - e o "comunista" FMi explica isso muito bem, aos caçadores de bruxas da direita tupiniquim. Porém, a lerdeza de nossa "esquerda" em entrar minimamente nestes questisos em seus "debates" é assombrosa, e nem poderia ser diferente tão ocupada que está em seus interesses polítiico-partidários, trancafiada em seus entendiantes e inócuos "debates" políticos internos, sempre limitando-se a falar a si mesma, negando-se até a morte a se oxigenar e se aproximar realmente da sociedade como um todo. 

O tal "jornalismo de esquerda" que deveria ser o da verdade dos fatos, mas não o é por óbvias questões oportunistas, trata-se do maior exemplo do nefasto diálogo esquizofrênico, isto é, consigo mesmo. Um exemplo bastante prático desse antijornalismo disfarçado oportunistcamente de alternativo e de paladino da verdade: alguém pode imaginar que o autodenominado "jornalismo de esquerda" - com isso deixando implícita a ideia de que fala para determinado segmento, e não para a sociedade como um todo (= sectarismo) - é capaz de, no caso de algum acerto político de figuras tétricas (para dizer o mínimo) como o prefeito paulistano João Dória, o elogiaria ou sequer noticiaria tal feito, enquanto no caso de um dos políticos de estimação desse setor midiático (em enorme medida do PT), o criticaria na mesma medida que faz com seu oposto? Aí estão os tais meios para serem consultados, e responder por nós. 

Pois tal prática do antijornalismo não contribui em nada à democracia, ao debate que tanto importa aqui e, logo, à consumação de uma liderança realmente popular que vá além dos indecentes conchavos políticos e econômicos de Luiz Inácio, "gênio tático" que não passa de 35% de aprovação, e beira os 50% de desaprovação.E eis uma "esquerda" feliz e satisfeita, acomodada com isso tudo: nada mais patético!

Que se ressalte: ainda que os índices de popularidade de Luiz Inácio fossem hoje tão altos quanto alardeiam petistas e aliados à "esquerda" e à direita como Renan Calheiros, Eunício Oliveira, José sarney e outros desta corjado cinismo ilimitado, o argumento já seria frágil pois tio Adolf, apenas para dar um exemplo, gozou de apoio massivo da sociedade alemã: nenhuma evidência de democracia, nada que legitime um pretenso colete á prova de críticas, nada mais patético especialmente partindo de um agrupamento que se dizia moralizador das instituições democráticas, engajado em transformar o Brasil em algo decente a começar na própria política.

Antes de passar algumas receitas tão simples quanto, reconheçamos de antemão, insuportáveis à "esquerda" politiqueira, dessituada, inerte, apática, mesquinha, vale apntar que nas redes sociais o MBL publica vídeos contendo trechos editados desses "debates" que, não sempre mas muitas vezes, descontextualizam as afirmações de seus adversários e, em cima disso, exibem apenas partes tendenciosamente selecionadas das declarações do nissei assim como faz com todos os seus membros, em praticamente todos os embates. 

Isso, além das notícias falsas (ou "fake news" para os mais chiques) nas quais o movimento é mestre insuperável neste país através dos meios que controla cuja origem do financiamento é bastante obscura tanto quanto as origens dopróprio MBL, sobre as quais o japa sempre desconversa quando questionado, como por exemplo se deu com o jornalista Ricardo Kotscho no debate promovido pelo jornalista Heródoto Barbeiro em julho deste ano: nestas circunstâncias, o japinha perde completamente a fluência, o tom divertido dando sempre uma engasgada enquanto fala em um inicial grupo de "moleques liberais", repete a dose dos gaguejos se perguntado novamente, até mudar de assunto sagazmente.

O que a "esquerda" precisa fazer para começar a sair dignamente desses "debates" é dar-nos a oportundade de retirar aspas em todas as vezes que devemos nos referir a este vigarista espectro político que se esconde atrás de uma falsa polarização direita-esquerda, ou mais precisamente PSDB-PT. Vigarista porque as críticas do segundo agrupamento apenas valem enquanto oposição, perdendo completamente a validade uma vez no poder tanto que hoje o PT e seus fieis aliados, que sempre se venderam como diferentes para melhor, portadores exclusivos da nobre missão de torna o Brasil decente, atualmente tentam a todo o custo provar que são iguais aos outros. 

E é exatamente nesta "fragilidade" (= descaramento) que o líder do MBL se apoia, muitas vezes cheio de razão dando um nó em seus oponentes, usando os próprios argumento destes (dadas as circunstâncias, atuais e histporicas, excessivamente cínicas) para contradizê-los e até desmascará-los. Ninguém percebeu ainda?

Por exemplo - e que se veja nisto o quanto é desgraçada a situação de nossa "esquerda" - o japinha do MBL condena duramente os luvros dos banqueiros na era petista no governo federal, os maiores da história deste país: dizer o quê, não?!

As receitas sao simples, mais que para começar a fazer menos feio que seja nos "debates" como, principalmente, para apresentar um túnel para que, em seguida, possamos tentar avistar alguma luz enquanto talvez ainda haja tempo, faltando pouco menos de um ano para as próximas eleições presidenciais: antes de mais nada, criar vergonha na cara o que tornará possível o passo seguinte, isto é, desvincular-se do PT, deixá-lo à vontade, livre de críticas e de toda a sorte de empecilhos em seu avanço nas alianças com golpistas e megaprocessados (de direita), a fim de constituir uma esquerda autêntica neste País, que apoie um candidato verdadeiramente popular. 

Ou segue-se, mergulhada no vira-latismo que a marca, com um único projeto de País que é a retomada do poder baseado no "política é assim mesmo", "todo mundo faz", "precisamos nos contradizer para nos manter no poder", sem nenhum contrangimento aliando-se (de novo!) às oligarquias golpistas e megaprocessadas além de apanhar, sem piedade, dos pimpolhos de péssimo gosto deste País falido, que alcançaram tal projeção justamente em cima do vácuo escancarado pelas antivirtudes de nossa "esquerda".

É público e notório que parte da grande mídia promove esses grupelhos de origem bastante questionável, mas a "sova" que a "esquerda" anda levando delas não é culpa da imprensa, na essência. Nada mais patético! 

Mas a síndrome de vira-latas ´assim mesmo, conforma-se obedientemente com qualquer coisa, bastanto um punhadinho de migalhas para tapar o sol da realidade brasileira com a eterna peneira da hipocrisia. Me bate que eu gosto! Até quando, "esquerda" tupiniquim? Vao dar com os burros do poder n'água - de novo, e isso, é claro, se é que conquistarão seu grande projeto de País, isto é, angariar votos e retomar o poder.

 

 
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