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Trienal de Luanda

06.11.2006 | Fonte de informações:

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Zwela – um programa onde se discutem temas da cultura nacional e do mundo através de convidados de várias áreas. Entrevistas. Divulgação das actividades da Trienal.

Música na linha do jazz, funk, afro beat, música brasileira, soul, música angolana dos anos 60 até hoje. Todos os domingos das 20h às 21h

Próximo programa dia 5 na LAC

Temas: spoken word, dj Spooki e Artes ao Vivo

Convidado: Lukeny Fortunado

A partir de 1 de Dezembro, além da edição semanal, o Zwela terá uma transmissão de 5 horas diárias (2 móveis, no carro que andará pela cidade com artistas e convidados + 3 de estúdio)

Residência artística em Cabinda

Regressa hoje, dia 3, a Luanda o grupo de artistas há uma semana em residência artística na zona de Cabinda.

Os artistas que aí se deslocaram foram Kiluanji Kia Henda, Yonamine, Lino Damião e Ihosvanny e apresentarão trabalhos nas áreas de desenho, pintura, fotografia e vídeo.

Com o patrocínio da AIR GEMINI, a Trienal de Luanda proporciona a vários artistas angolanos residências e viagens de pesquisa artística, originando distintas abordagens no contexto das províncias de Angola, entendendo o país como um imenso estúdio pleno de potencial imagético.

Depois do Namibe e das Lundas, das quais resultaram obras que vieram a figurar em diversas exposições internacionais como na ARCO 2006, em Madrid e na exposição SD OBSERVATÓRIO no IVAM, em Valência, aguardamos pelas propostas desta última residência.

O projecto destes artistas partia de aspectos identitários de Cabinda: que ligação tem o enclave, rodeado por território estrangeiro, ao país a que pertence por constituição? Pesquisar uma das mais densas florestas do mundo, habitada por uma população de extrema riqueza cultural, alimentada por uma tradição secular e resistente ao teste do tempo era um dos objectivos. Pretendiam também efectuar uma abordagem à actualidade, registando a influência da globalização que por fim acaba por moldar os hábitos e costumes, atribuindo novas formas e cores ao espaço.

Os artistas farão brevemente uma apresentação sobre o que viram, sentiram e registaram desta experiência. O apoio para esta viagem, além da habitual AIR GEMINI, deve-se ao Bar Ssulo e ao Governo Provincial de Cabinda.

Devido à ampla dimensão do projecto da Trienal de Luanda, à dinâmica de actividades que, a partir de 1 de Dezembro, terão lugar nos nossos espaços, as pessoas e questões que serão convocadas na órbita deste movimento cultural, assim como a necessidade de

eficaz escoamento de informação, justifica-se a existência de um gabinete de imprensa.

Esta equipa é composta por três pessoas que acompanharão tudo o que se passa nesta área, em estreita colaboração com a equipa da Trienal de Luanda na figura dos responsáveis de cada projecto e os jornalistas. São elas: Francisco Pedro, Marta Lança e

Otiniel da Silva (Mano) Temos também em funcionamento um press office,

localizado na Soso I Escom na Cidade Alta.que se dedica exclusivamente a questões de imprensa, onde poderão encontrar as informações que precisam e consultar o material disponível. Além de espaço de produção e edição da informação, funciona como lugar

de entrevistas e gravação para vários órgãos de comunicação social. Um ponto de encontro onde convidados da Trienal podem actualizar a informação e sugerir e discutir ideias.

Obras de artistas portugueses efectuadas em Angola

A residência artística, em Agosto último, dos artistas portugueses João Maria Gusmão e Pedro Paiva e o catalão Natxo Checa, director da galeria lisboeta Zé dos Bois, teve já ecos internacionais. A convite da Trienal de Luanda, e com o apoio do Instituto das Artes português, os artistas viajaram até Angola e cá estiveram durante um mês a produzir obras inspiradas na vivência em Luanda, Lubango e Namibe. Desta residência resultaram várias obras, sendo que duas delas foram apresentadas recentemente num dos maiores eventos de artes plásticas, a Bienal de S. Paulo.

A dupla João Maria Gusmão e Pedro Paiva exibiu na Bienal 4 projecções compostas por vários filmes, um deles inédito , um filme de 16 mm intitulado “Hélice”, realizado em Luanda e três instalações, uma delas “Osso Sem Nome” resultante da residência na Trienal de Luanda. Ambas as peças têm sido bastante aclamadas pela crítica de arte e pelos visitantes à Bienal brasileira.

Marta Lança (editora) - 924336559,

ml@trienal-de-luanda.net, martalanca@yahoo.com.br

TL Press - Soso I Escom _ Cidade Alta, R. Henrique

Carvalho, 25_Tel. 222392090

 
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