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A Semana Revista

28.11.2004 | Fonte de informações:

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Não hajam quaisquer dúvidas que a Rússia e o Brasil se amam como irmãos e se consideram importantes parceiros no estabelecimento dum eixo de razão que consegue contrabalançar o eixo de maldade formado por Washington e seus sicofantas, para quem a gestão de crises é sinónimo com actos de chacina de dezenas de milhares de civis e a distribuição de contratos bilionários para os bem comportadinhos e caladinhos.

BRASIL COMO MEMBRO PERMANENTE DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU Rússia apoia Brasil na candidatura Sergei Lavrov, Ministro das Relações Exteriores da Federação Russa, declarou hoje que Moscou irá apoiar a candidatura do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.

O Ministério das Relações Exteriores da Federação Russa considera que o Brasil tem uma “aspiração legítima” como “potência regional influente”, que contribuirá para a manutenção de estabilidade mundial como membro permanente do Conselho de Segurança.

Quanto às relações entre o Brasil e a Federação Russa, Sergei Lavrov considera que as relações bilaterais deveriam ser enaltecidas a um nível acima daquele de parceria simples.

Para isso as duas partes têm de traduzir as declarações de boa vontade em acções concretas, lançando projetos concretos e não apenas falando deles.

Quanto à colaboração entre as partes, a área de alta tecnologia apresenta-se como a que tem mais interesse demonstrada, pois tem a ver com os setores da indústria espacial, engenharia do setor de energia e de defesa.

Politicamente, as abordagens do Brasil e da Federação Russa são idênticas. Sergei Lavrov disse que “As nossas nações têm muito em comum do ponto de vista geográfico, sociológico e económico”. Por isso, acrescentou, “é importante também que não tenhamos conflitos de interesses”.

Entre a Rússia e o Brasil é difícil isso acontecer, porque o povão brasileiro e o povão russo respiram da mesma maneira: querem um mundo justo e bilateral, com uma multiplicidade de influências e ideias, discutidas no fórum de lei chamado o Conselho de Segurança da ONU.

RESULTADOS DA VISITA DE PRESIDENTE PUTIN AO BRASIL

Amizade entre as partes sai reforçada Os resultados da visita oficial do Presidente da Federação Russa ao Brasil foram concretos e múltiplos na área diplomática, industrial, agricultural, comercial e cultural.

Quanto à área da diplomacia, a Rússia vai apoiar a candidatura do Brasil a membro permanente do Conselho de segurança da ONU em troca do apoio do Brasil para a entrada da Rússia na OMC.

Na área industrial, Vladimir Putin realçou a “parceria especial” entre a Rússia e o Brasil e referiu o desenvolvimento duma “aliança tecnológica” na área técnico-militar. A empresa russa Sukhoi entra no concurso para vender caças SU-35 ao Brasil e as duas partes assinaram um protocolo sobre a cooperação na indústria espacial.

Sob este documento, será desenvolvido um novo veículo de lançamento de satélites no Centro de Alcântara, Maranhão. Foi assinado um Memorando de Entendimento entre a Agência Federal Espacial da Rússia e o Ministério de Ciência e Tecnologia do Brasil, que visa formar projetos concretos na área de tecnologia espacial.

Na área da agricultura, a proibição imposta da Rússia à carne brasileira por causa da febre aftosa foi levantada em parte. Santa Catarina agora pode reiniciar a exportação, sendo o único estado do Brasil certificado pela Organização de saúde Animal.

Relativamente à área comercial, as duas partes realçaram a importância de fortalecer laços entre os seus blocos regionais – MERCOSUL (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) e o espaço Económico Único (Federação Russa, Ucrânia, Bielorússia e Cazaquistão).

Foram assinados acordos bilaterais em múltiplas áreas de actividade, nomeadamente na banca, telecomunicações, energia, ciência e tecnologia.

Na indústria petrolífera, Petrobrás assinou um acordo com as empresas russas TESSA e ZARUBEJNEFT para o desenvolvimento do setor petrolífero no Brasil.

Na banca, Vnesheconombank, Vneshtorgbank e Roseximbank assinaram um acordo de cooperação com o BNDES e foi assinado um diploma para evitar a dupla tributação nos impostos.

Na área de desporto e cultura, foram assinados diplomas sobre colaboração na cultura física e sobre um programa de troca nas áreas de desporto e cultura entre 2005 e 2007.

Presidente Lula deverá efectuar uma visita de estado à Rússia em Abril de 2005.

O FACTOR OTPOR NA UCRÂNIA?

Intromissão nos assuntos internos da CEI

Primeiro, foi na Geórgia, agora é a vez da Ucrânia. Forças pró-Ocidentais, prontos a venderem a alma a Washington em troca de meia dúzia de tostões, orquestradas pelos mestres estrangeiros, varrem tudo a frente na crista duma onda de revolta popular, hooliganismo e uma ausência de respeito pela lei. O factor OTPOR. Contudo, há uma diferença: se Eduard Shevardnadze conseguir alienar a corrente de opinião pública na Geórgia contra ele, na Ucrânia, seja como for a situação amanhã, metade da população torce por Viktor Yanukovich.

OTPOR

OTPOR é a palavra sérvia para “resistência” e é o nome dado aos activistas que derrubaram Slobodan Milosevic em Belgrado. A mão de OTPOR foi visível na Geórgia: o activista político pró-Ocidental Giga Bokeria, financiado pelo Instituto Eurásia do governo norte-americano, foi a Sérvia reunir-se com os activistas OTPOR, e recebeu-os na visita de retorno a Tblissi, financiado pela Open Society de George Soros.

As semelhanças entre os eventos na Sérvia, na Geórgia e agora na Ucrânia são evidentes e as tácticas quase iguais: utilização da insurreição popular para contestar dirigentes vulneráveis e a mobilização de transportes públicos para trazer grandes números de vocíferos manifestantes para a arena onde está reunida as média internacionais. Finalmente a marcha triunfal sobre o palácio presidencial, colocando uma ameaça directa perante as autoridades, que se vêem confrontados por manifestações gigantes e que têm de evitar um banho de sangue, imagem completada pelo atravessar de linhas de certos agentes de polícia, instruídos a colocar uma flor na arma antes de iniciarem a troca de posições, sempre acompanhada pelas câmeras. Pura e simplesmente uma manipulação mediática.

Intromissão

Na ausência da divulgação de quaisquer resultados oficiais pela Comissão Central das Eleições, ainda não é tempo para fazer comentários, mas os governos ocidentais não se contiveram: a condenação das primeiras notícias do eventual resultado é prova do espírito de intromissão nos assuntos internos da Comunidade dos Estados Independentes (ex-URSS menos os três estados bálticos).

Parece que o ocidente tem um ataque de histeria colectiva cada vez que há um processo eleitoral livre nas Repúblicas da CEI. Neste caso, seja qual for a situação amanhã, quando deveria ficar esclarecido o processo eleitoral na Ucrânia, Viktor Yushchenko, o candidato da oposição, é bem conhecido na sociedade ucraniana: foi primeiro-ministro entre 1999 e 2001, e se não ganhou uma vitória clara, por alguma razão será.

Onde estava esta onda de condenação no processo eleitoral dos EUA em 2 de Novembro?

Quando um comentador norte-americano fala de “fraude e abuso eleitoral”, é risível, depois dos dois fiascos nos EUA que constituem os maiores exemplos de manipulação eleitoral na história recente.

As críticas da OSCE, que dão combustível ao efeito OTPOR agarrado pela oposição, se centram na “manipulação dos média” e nas “pessoas não autorizadas” (polícias e agentes municipais) nas secções de voto. No entanto, contactos da PRAVDA.Ru na Ucrânia explicam que houve vários incidentes de violência durante as eleições e tais incidentes necessitam a presença das forças da manutenção da lei. De qualquer modo, a colocação dos agentes da autoridade cabe ao Ministério do Interior da Ucrânia, não à OSCE.

Outra afirmação ridícula desta organização foi que a grande concentração de votos na Ucrânia oriental foi “altamente suspeita”, enquanto nada disse sobre situações idênticas em regiões da Ucrânia ocidental, em que o processo eleitoral foi uma demonstração dum “espírito democrático forte”.

A reacção de Moscou

A reacção de Moscou foi bem mais equilibrado e como sempre, de acordo com as normas de diplomacia internacional, aceitando o conteúdo provisório da Comissão Eleitoral e aguardando a declaração final, que ainda não veio.

Perigo para a Ucrânia

Qualquer candidato e quaisquer forças que tentam fomentar a tendência natural da Ucrânia para a bipolarização, são perigosos. A Ucrânia ainda está a tentar sarar uma divisão profunda – entre Este e Oeste, pró-Moscovo e anti-Moscovo, Igreja Ortodoxa Russa e Igreja Ortodoxa Ucraniana, russófonos e ucranianófonos, os que falam ucraniano.

Se as acções do candidato Viktor Yushchenko lhe deram a vitória, ficará lembrado como o candidato que apelou à insurreição popular para ganhar o poder. Porém os primeiros resultados da Comissão deram a vitória a Viktor Yanukovich por 49,72% contra 46,7% - representando a vontade de continuar as políticas de reforma actuais.

Dois pesos e duas medidas

Seja como for o resultado final desta eleição, Vladimir Putin já declarou que os observadores internacionais deveriam ter tido mais responsabilidade, em vez de pronunciarem sua posição antes da declaração final da Comissão.

É verdade. Quando o Partido Republicano nos EUA distribui máquinas de contagem eletrônica do voto, compradas a financiadores do mesmo partido, que tinham declarado que tudo fariam para que o presidente incumbente ganhasse, os observadores da OSCE declaram que tudo corria bem e que havia problemas localizados mas não graves. Quando parece que um pró-ocidental vai perder uma eleição na esfera de influência de Moscou, parece que o Diabo cai pela chaminé abaixo.

A missão da CEI e o Instituto de Países do Leste da Europa declararam que a eleição foi “legítima” e que “responde às normas democráticas e do direito internacional”, nas palavras do porta-voz Emir Shleimovich.

Seja qual for o resultado anunciado amanhã, resta a noção do efeito OTPOR na Ucrânia.

UCRÂNIA: ELEIÇÕES DECLARADAS INVÁLIDAS POR PARLAMENTO

Voto de não confiança na Comissão Central das Eleições

O Parlamento da Ucrânia (Verkhovnaya Rada) votou hoje (Sábado) para uma invalidação dos resultados da segunda ronda da eleição presidencial, exprimindo um voto de não confiança na Comissão Central das Eleições.

No entanto foi rejeitada uma repetição das eleições. O Parlamento não tem jurisdição para anular a eleição mas a sua deliberação de hoje, que o resultado contraria a vontade popular, pode pesar na decisão do Supremo Tribunal na segunda-feira.

PFC CSKA MOSKVA 0 FC PORTO 1

Porto e CSKA continuam a sonhar na continuação na Liga dos Campeões

Tudo adiado para o último jogo. CSKA tem de vencer em Paris e FC Porto tem de vencer o Chelsea de José Mourinho.

As equipas alinharam:

PFC CSKA MOSKVA

Akinfeev; Ignashevich, Semberas, A. Berezoutski; Rahimic, Aldonin, Krasic, Jarosik, Zhirkov; Vágner Love, Semak

FC Porto

Nuno; Jorge Costa, Pedro Emanuel, Ricardo Costa, Seitaridis; Costinha, Bosingwa, Maniche; Quaresma, McCarthy, Derlei

O 4-3-3 do FC Porto acabou por vencer a formação 3-5-3 da CSKA Moskva numa noite de frio intenso no estádio de Lokomotiv em Moscovo, dez graus abaixo de zero. A diferença foi marcada por Benni McCarthy aos 28 minutos, o único tento da partida.

O golo, marcado de cabeça, resultou dum cruzamento da direita de Giourkas Seitaridis. No entanto na primeira parte do jogo, ambas as equipas atacaram e tiveram oportunidades, a maior oportunidade da CSKA sendo desperdiçado por Sergei Ignashevich, que rematou o seu penálti por cima da barra aos 35 minutos. Quem falhar penáltis na Liga dos Campeões paga um preço muito elevado.

FC Porto tinha demonstrado a vontade de resolver o jogo cedo e passar para a fase seguinte na Liga dos Campeões, vencendo o Chelsea no último jogo do grupo em casa no Estádio do Dragão. Maniche conseguiu posicionar-se para um remate aos cinco minutos, mas a sua cabeçada foi muito fraca e Akinfeev agarrou facilmente a bola. Aos sete minutos, foi a vez do guarda-redes do FC Porto, Nuno, a salvar sua equipa com uma intervenção brilhante na linha, negando o tento a Milos Krasic.

Aos 20 minutos, a atenção de Nuno mais uma vez negando o golo à equipa de Moscovo, depois de Sergei Semak ter ficado em boa posição de remate. Logo a seguir, FC Porto começou a lançar ataques cada vez mais incisivos, até que McCarthy marcou.

A partir deste golo, FC Porto soube gerir o resultado e começou a controlar o meio campo. Esta tendência se manteve na segunda metade do jogo, com CSKA tentando pressionar mais mas FC Porto a resistir e assim criando situações de tensão entre os jogadores na equipa que jogava em casa.

No entanto, CSKA continuou a criar oportunidades por Love e Jiri Jarosik entre 64 e 67 minutos mas mais uma vez, o Nuno esteve no seu melhor nível.

Classificação no Grupo H após 5 jogos V E D GF GC Pts Chelsea 4 1 0 9 1 13 PSG 1 2 2 2 5 5 FC Porto 1 2 2 2 5 5 CSKA 1 1 3 2 4 4

Próximos jogos: Dia 7 de Dezembro

Paris Saint-Germain – CSKA MOSKVA FC Porto – Chelsea FC

XVII CONGRESSO DO PCP

PCP fiel ao marxismo-leninismo

Neste Congresso, o PCP deixou uma mensagem bem clara ao eleitorado português: é um partido com coragem, com garra e sem vergonha e não irá vender seus princípios pelo rio abaixo.

Jerónimo de Sousa é candidato para substituir Carlos Carvalhas como Secretário-Geral do Partido Comunista Português, a decisão tendo de ser confirmado pela Comissão Central este final de semana.

Álvaro Cunhal, 91 anos, líder histórico e alma mater do PCP, disse, através dum comunicado lido no Congresso por Veríssima Rodrigues:

"É com sã alegria comunista e redobrada confiança no futuro do partido que transmito um vibrante: Viva o marxismo-leninismo! Viva o Partido Comunista Português!"

Álvaro Cunhal deu grande relevo aos jovens comunistas, referindo “as massas trabalhadoras, dos intelectuais, da juventude (em particular da JCP), das mulheres e de todas as outras forças progressistas".

1.300 membros do congresso aplaudiram de pé as declarações de Álvaro Cunhal. Carlos Carvalhas, o líder cessante, alertou contra desvios ao dogma seguidos pelo partido, atacando a ala renovadora, pela sua “capitulação ideológica” e atacou o Partido Socialista, criticando-o por não ter conseguido construir uma alternativa política na esquerda.

O Partido Comunista Português se revela de carácter forte, convencida que tem razão e que sempre a teve e finca o pé, elegendo a ala ortodoxa na liderança do partido. Não obcecado com a hipótese de ganhar o poder político, o PCP se mostra coerente, não vergado às pressões do dia, mas sim reiterando as suas teses, chaves para a resolução das questões mais relevantes na sociedade portuguesa.

O PCP não é o partido, e Jerónimo de Sousa não é o candidato, da “cassete”. É um partido interessado, activo, preparado, competente, pronto para assumir as suas responsabilidades mas nunca ao custo de vender seus valores.

Jerónimo de Sousa, que possivelmente irá ser eleito o líder do PCP este final de semana, nasceu em 13 de Abril de 1947 na aldeia de Pirescouxe, Loures. Começou a trabalhar aos 14 anos como afinador de máquinas, estudando a noite e juntando-se ao PCP em 29 de Abril de 1974, com 27 anos de idade, embora já tinha estado ligado ao Partido desde a década anterior. Entrou no Comité Central em 1979.

Eleito como líder do sindicato dos metalúrgicos de Lisboa em 1973, Jerónimo de Sousa se classifica como um líder operário, membro da classe que representa, mas tendo-se cultivado para representar outras estruturas sociais.

Por isso a sua passagem pela comissão executiva nacional, no conselho nacional e na comissão política, não surpreende.

Deputado da Assembleia da República no período entre 1976 e 1992, em que chegou a ser vice-presidente do grupo parlamentar, Jerónimo de Sousa fez um intervalo de dez anos para se dedicar a outros projectos no PCP, voltando à actividade parlamentar em 2002, sendo até agora membro da comissão parlamentar de Trabalho e Assuntos Sociais.

Em 1995, foi o candidato escolhido pelo PCP às eleições presidenciais.

JERÓNIMO DE SOUSA: REAFIRMA IDENTIDADE OPERÁRIA DO PCP Maus dias para os críticos da linha ortodoxa O PCP, na aceitação de Jerónimo de Sousa para Secretário-geral, faz uma introspecção e entende que o seu espaço político é o seguimento da linha ortodoxa, reafirmando o PCP como partido que represente o operário português.

O PCP, na aceitação de Jerónimo de Sousa para Secretário Geral, faz uma introspecção e entende que o seu espaço político é o seguimento da linha ortodoxa, reafirmando o PCP como partido que represente o operário português.

Jerónimo de Sousa descreveu os renovadores como “cogumelos mais ou menos venenosos”, que “têm barbas brancas” e avisa-os: “Cuidem-se, desiludam-se em relação a este partido, porque podem pôr as barbas de molho".

Traçando a linha do seu partido (Jerónimo de Sousa será nomeado Secretário Geral ainda hoje), o novo líder entende que o PCP deve manter-se fiel “as classes trabalhadores” mas também a alguns sectores da burguesia, pois a esquerda precisa do PCP mas também do Partido socialista, porque o PCP é insuficiente sozinho.

Sem mencionar o Bloco de Esquerda, se é isso que Jerónimo de Sousa entende, nomeadamente que uma alternativa da esquerda é saltar para a cama com um PS assumidamente de direita mas que se auto-proclama a única alternativa da esquerda, o eleitorado dirá daqui a 18 meses se esse é um passo positivo para o partido, ou se é mais um cravo na sua caixão.

Que a esquerda em Portugal ande de costas viradas entre as partes, é uma questão da definição política de cada partido e fazem o que bem entenderem. Mas piscar o olho a uma formação de direita que só tem desprezo pelo PCP, e sempre teve, deixa no ar a suposição que o PCP já não tem confiança em si.

Tem boas estruturas, tem energia e tem pessoal competente. Por quê é que o PCP não esquece o PS e vai à procura de novas soluções de esquerda que aumentam as suas bases por capturar o voto dos mais jovens, com tanto que há lá fora por fazer?

Timothy BANCROFT-HINCHEY PRAVDA.Ru

 
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