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Meios de comunicação e parcialidade esquerdista: grave problema mundial

26.05.2003 | Fonte de informações:

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Através de técnicas sofisticadas de redação, de psicologia social e de propaganda desvirtuam-se ou silenciam fatos relevantes, criam-se mitos e suscitam-se movimentos emocionais de opinião pública, o qual em certo sentido é mais perigoso inclusive que as armas químicas ou bacteriológicas, porque se manipula a inteligência, a vontade e a sensibilidade das pessoas.

Nos Estados Unidos, o esquerdismo nos meios de comunicação atua como um verdadeiro "cavalo de Troia". Em 1985 Los Angeles Times encomendou uma pesquisa de opinião que incluiu 2.700 jornalistas de 621 jornais. Aqueles que responderam assumindo posições de esquerda superaram os conservadores em uma proporção de mais de 3 para 1 (55% contra 17%). Enquetes efetuadas pela American Association of Newspaper Editors (ASNE) em 1988 e 1997 confirmaram em linhas gerais esses resultados. Vários livros recentes têm deixado o fenômeno da parcialidade desinformativa esquerdista a descoberto. Citamos, por exemplo, "Parcialidade: uma fonte da CBS mostra como a imprensa tergiversa as notícias", de Bernad Goldberg; e "Difamação e mentiras sobre a direita norte-americana", de Ann Coulter. Poucos sabem que o ditador comunista de Cuba, Fidel Castro, chegou ao poder e se mantém no mesmo há mais de 40 anos com o apoio decisivo, direto ou indireto, de grandes meios de imprensa norte-americanos, como o mostram os estudos "O New York Times e a revolução cubana", de William E. Ratliff e "Castro e a imprensa norte-americana", escrito por John P. Wallach.

Na América Latina, especialmente no Brasil, a influência esquerdista nos meios de comunicação é um dos fatores que está por detrás da recente onda anti-americana, que tem entre seus objetivos impedir o estabelecimento de uma aliança natural entre os setores sadios da América do Norte e do Sul. Lamentavelmente, não parece haver um interesse e empenho propocionado pelos jornalistas conservadores norte-americanos para expôr seus pontos de vista na imprensa latino-americana, através de artigos, entrevistas, conferências e participação em debates. Isto constitui uma carência que seria recomendável sanar, pois a História demonstra que as batalhas das idéias são muito mais decisivas do que as militares.

Na Europa, o esquerdismo nos meios de comunicação manifesta-se também de maneira intensa, com as peculiaridades de cada país, porém com o mesmo objetivo de abrir brechas entre os setores mais sãos da opinião pública do Velho e do Novo continente, que compartilham sonhos em defesa dos princípios da civilização cristã.

Os editores e jornalistas de esquerda se empenham, também, em relegar ao esquecimento os crimes do comunismo na Rússia e Leste Europeu. Por exemplo, o segundo volume do "Livro Negro do Comunismo", escrito por uma conceituada equipe de historiadores franceses e lançado recentemente pela Editora Robert Laffont, foi recebido por um quase total silêncio na imprensa européia, segundo constatou um de seus autores, Stéphane Courtois, diretor de pesquisas do CNRS da França. Este fenômeno não é novo. O Papa Pio XI referiu-se a uma "verdadeira conspiração do silêncio" sobre os crimes do comunismo em grande parte da imprensa mundial, junto com uma "propaganda verdadeiramente diabólica" em favor de idéias e estilos de vida anti-cristãos.

A parcialidade informativa sempre é censurável e não tem sido usada só pelas esquerdas. Todavia, são estas as que mais têm se valido dela. Para poder proteger-se contra o fenômeno da desinformação e do caos noticioso, o antídoto mais efetivo é exercitar a sã reflexão baseada na lógica, no sentido comum, na objetividade e nas convicições morais que têm como fundamento os Mandamentos da Lei de Deus.

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O Centro de Estudos sobre a Informação (CEI) tem como objetivo fundamental a contribuição em desenvolver nas Américas um espírito crítico em relação à parcialidade informativa nos meios de comunicação.

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