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Filosofia Humanística

23.01.2014 | Fonte de informações:

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Depois de cifrar o divorcio existente entre religião e humanismo, creio que poderemos agora nos colocar nos tempos atuais, onde a total falta de humanismo dos homens, e a infinidade de religiões nos mostra o TOTAL fracasso das últimas que, repetindo os ensinamentos de seus deuses, não conseguiram realmente atrair os homens para outro caminho.

Hoje, vemos guerra em muitos países, gastos de centenas de bilhões de dólares em armas e munições, e milhões de pessoas morrendo de fome.


Hoje, vemos que a sociedade que deveria ser o nosso exemplo, "resolveu" de vez o antiquíssimo problema da patifaria dos homens casados que deixavam seus filhos e mulheres em casa e procuravam amantes, continuando suas vidas de solteiros.  Como?  

Em vez da sociedade decretar, com o total apoio da justiça que, TODOS os maridos patifes, encontrados em flagrante com amantes, perderiam TODOS os seus bens, entregando os aos filhos e a esposa (com isso, afastando qualquer possibilidade de caçadoras de maridos, pois não lucrariam nada com isso); ela, a sociedade corrupta e carcomida, aceitou que, as mulheres casadas terão os mesmos "direitos" dos homens, ou seja, também podem ser patifes, e terem seus amantes.

Esse é o mundo em que vivemos! Essa é a sociedade, que com uma só penada, cria milhões de novas prostitutas, e termina definitivamente com a família, criando ainda com sua atitude, milhões de novos jovens drogados.

Humanismo? Será que o homem está voltando às origens? Será que o homem bárbaro e primitivo vai ser também o último degrau na nossa escala evolutiva, antes de chegarmos ao fim? Infelizmente, as outras nações não ficam devendo nada, a essa pouca vergonha da sociedade brasileira.

Desrespeitando decisões da ONU, as nações livres são invadidas! Países livres são ameaçados, sem ser chamado à ordem! Deputados e senadores, descaradamente são subornados, e ninguém considera o fato, um erro!

Os governos corruptos são considerados normais; e os governantes que querem criar situações, em que os pobres sejam mais considerados e tenham melhor futuro, são perseguidos e apontados como perigo para a ordem e para a democracia no mundo.

Humanismo NÃO! Cinismo SIM! O momento atual é um dos mais, para não dizer o mais negro, na historia da "civilização", onde não conseguimos mais encontrar o que se poderia chamar de Humano.


4).

Continuando a falar sobre o momento atual, vemos o impossível acontecer. Depois de aprendermos desde criancinha, o ditado cristão, "Crescei e multiplicai!" vemos agora a sociedade aplaudir efusivamente a decisão de distribuírem gratuitamente as camisinhas, em colégios.
O mundo ficou tão louco e irreal, que propus o lançamento de um projeto, "Conscientização de uma realidade", como tentativa de mostrar o verdadeiro, e não deixar que a desinformação, passada pela imprensa mundial, faça as nossas cabeças, e nos enterre.

Mas, pensemos! Se mesmo as minhas ideias sejam aparentemente utópicas - não sendo totalmente utópicas - executemos o possível.
Por que não tentamos lutar, para recomeçarmos a caminhar, ao contrario do que caminhamos até hoje? Por que não tentamos mudar através da conscientização da nossa realidade?
Por que não experimentamos AMAR os nossos semelhantes?  Mesmo que não cheguemos ao "absurdo" de, "como a nós mesmos".

Por que não procuramos, mesmo que isso parece ser aparentemente impossível dado o tratamento de choque dado pela sociedade ao humanismo, encontrar e ressuscitar a família?
Por que não tentamos unir o que a sociedade destruiu? Por que, com a ajuda de progenitores, irmãos e irmãs, tios e tias, etc..., não tentamos unir novamente o TOTAL e aparentemente destruído sentimento, que mesmo pequeno, existia entre nós?

Por que não pedimos forças ao DEUS AMOR?  Ao DEUS que nos levará a humanização? Por que não fazemos a paz com a Natureza?  Procurando-a mais assiduamente; não como antes, para destruí-la, mas para fazermos o que a historia do nosso planeta diz que nunca fizemos - AMAR!


Por que não tentamos mudar? Por que não fazemos o que sabemos ser a última esperança de sobrevivência para a nossa raça? HUMANIZAR o homem é o mais profundo e importante projeto que TODOS deveríamos seguir. Existe sim um DEUS, senão, não existiria o humano e o desumano - o bem e o mal!
Dizem que a esperança é a última que morre, por esse motivo, depois de ver a que ponto degradante chegamos, ainda tenho esperança de vermos TODOS nós caminhando por caminhos antes desconhecidos por nós!

                                                      
5).

Sempre que leio o título do meu livro,"Filosofia humanística", lembro que os filósofos, em várias matérias, foram os que mais as complicaram dificultando-nos em compreendê-las; diversificando o significado de suas palavras, a ponto de que mesmo sabendo e compreendendo em profundidade o seu significado, nos restam sempre dúvidas.

Tento nesse lançamento da filosofia humanística, fazer o contrário do que fizeram os meus colegas e levar vocês conscientemente, às conclusões finais de minhas teses.
Desde criancinha me apaixonei pelo HUMANO, por esse sentimento que NUNCA me deixou longe da Natureza, das crianças e de qualquer sentimento de irmandade.

Desde criança, sempre soube que o AMOR não tinha nenhum contato com o sexo.
Sempre soube que o AMAR é sofrer, pois ficamos muito vulneráveis às reações das pessoas a quem oferecemos com tanto carinho, os nossos sentimentos. E isso sempre aconteceu comigo. AMAVA e sofria.  Mas voltava a AMAR.

Sou hoje, candidato a ser considerado humano, pois não consigo encontrar outro como eu. Não é pretensão, mas, infelizmente, realidade. Recebo, sim, como um reflexo do que ofereço, sentimentos muitas vezes parecidos com AMOR, e, às vezes, até o AMOR.


Em especial de crianças que quanto menores, mais o dão; dos cachorros e gatos, que não desgrudam de mim.

Tento apresentar a filosofia humanística da melhor maneira de ela ser entendida; espero que, esteja conseguindo. Conto com a reação individual das pessoas, que, possuidoras de análise profunda de sentimentos, absolvam os meus e compreendam mais facilmente o que quero passar para elas.

Agora, uma estória real, passada no Afeganistão, quando de minha passagem para a Índia; servirá como exemplo para muitos fatos acontecidos em vidas de muitas pessoas que ajudam a compreender se levamos as coisas para o sentimento ou não.

Um austríaco, dono de um hotel em Viena, do qual metade pertencia ao irmão, se interessou pelo modo que eu levava a vida, e queria me seguir.  Dizia que precisaria voltar e comunicar ao irmão que ia viajar comigo, dando-lhe 70% da receita.  Mas, pouco depois disse: "Armando, até chegar à Viena, escutarei milhares de vozes elogiando a matéria (dinheiro) e esquecerei que você existe!". 


Agradeci pela honestidade das declarações dele, mas não fiquei surpreso com elas, pois já sabia de sua existência antes dele!


Armando Costa Rocha

 
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