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"A morte de Basiri foi um crime de Estado"

15.02.2011 | Fonte de informações:

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Mohamed Sidi Brahim Basiri (1942-1970?) é considerado a referência do sentimento nacionalista e de independência do povo saharaui. Foi preso pela Legião Espanhola a 17 de Junho de 1970 durante uma manifestação em El Aiun, duramente reprimida pelas forças coloniais e, desde então, nunca mais se soube do seu paradeiro.

Pouco tempo antes de prematuramente ter morrido (julga-se que fuzilado), escrevera: "O Sahara nunca foi marroquino, o reino de Marrocos não poderá justificar que o Sáhara tenha formado parte do citado reino alauita. Ao longo da História, Marrocos nunca enviou nenhum Governador marroquino para o Sahara Ocidental, nem tão-pouco os saharauis renderam fidelidade a nenhum monarca marroquino.

Apenas existiam laços de tipo comercial entre os comerciantes saharauis e marroquinos ou religião do Islão, confessada por ambos os povos."

O "desaparecimento" do primeiro líder nacionalista saharaui  - Basiri - após a sua detenção em 1970 é um dos muitos episódios abordados no interessante testemunho do veterano jornalista Pablo-Ignacio Dalmases sobre os últimos anos da presença espanhola no Sahara no seu último livro, "Huracán sobre el Sáhara".

Leia a entrevista no Blog da AAPSO (http://aapsocidental.blogspot.com/)

 

 
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