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ALBA – Alternativa Bolivariana para a América Latina, Integração Solidária

13.07.2004 | Fonte de informações:

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Ataca a pobreza da população.

Elimina as desigualdades entre países.

Democratiza o crédito financiero.

Renegocia a dívida externa.

Prioriza o gasto social e o investimento nacional.

Difunde o conhecimento, a informação e a tecnologia.

Acaba com o monopólio dos meios de comunicação social e da informação.

Fortalece o Estado com a participação do cidadão nos assuntos públicos.

Aprofunda a integração da Nossa América.

São outorgadas licenças obrigatórias a empresas nacionais para que fabriquem versões genéricas de medicamentos e alimentos; e apóia o direito dos indígenas e camponeses a proteger seu conhecimento ancestral.

As empresas públicas não estão sujeitas a leis antimonopólio que coloquem em perigo a propriedade do Estado sobre as mesmas.

A solução de controvérsia será iniciada em primeira instância nos marcos das leis e instituições nacionais.

Processo de ampla participação social

Uma espada que percorre o continente

Amanhece em Nossa América. Das mãos dos povos renasce a luz da emancipação. Lutas marcadas pelo ideário do Libertador. Processo que na América Latina e Caribe emergem em busca da unidade em função do projeto político e social que concebeu o Gênio da América. O avanço da revolução na Venezuela é o fato mais notório.

Registramos com otimismo o surgimento de duas iniciativas de caráter continental nas quais confluem forças populares enfrentando o imperialismo.

Nasce a Coordenadoria Continental Bolivariana

Uma delas é a Coordenadoria Continental Bolivariana (CCB), nascida de uma atividade denominada Campanha Admirável, que congregou centenas de pessoas em um percurso de quinze dias, por rio e estradas, desde Cartagena, na Colômbia, até Caracas, Venezuela, pela mesma rota combativa feita por Bolívar em 1813.

1400 delegados de países da América Latino-Caribenha e do mundo se reuniram no Forte Tiuna (bastião da revolução bolivariana), unificando critérios para levar adiante o Programa Político de Bolívar. A CCB, com a palavra-de-ordem de “Nossa Pátria é a América”, chama a “nos solidarizar aos processos democráticos, progressistas e revolucionários..., a denunciar as agressões do imperialismo..., a lutar contra a ALCA e o Plano Colômbia...,”. E convoca “à rebeldia e a criar espaços de coordenação permanente em função destes e outros objetivos que ajudem a estabelecer laços de unidade bolivariana...”.

Congresso Bolivariano dos Povos

O outro empreendimento caminha para os mesmos objetivos. Trata-se do Congresso Bolivariano dos Povos, que parte de uma idéia anterior, denominada Congresso Anfictiônico. Em várias reuniões celebradas no Panamá, Buenos Aires e Rosario, na Argentina, no México e em Caracas, forças populares acordaram dar marcha a este projeto de unidade e resistência antiimperialista.

Unidade, unidade, unidade...

Haveria que fazer a relação de todos os que transitam pelo mesmo caminho para encontrar as maneiras de avançar em novos níveis de convergência. É verdade que em Bolívar nos encontramos todos, por isso não surpreende que coincidam os delineamentos destas organizações com os de nossa proposta de Movimento Bolivariano pela Nova Colômbia.

Colocando como prioritárias as iniciativas de unidade que saem do seio dos povos, a CCB se proclama “... organização aberta, cimentada na legitimidade que lhe dá apoio popular a partir de suas bases, admite pessoas e organizações de direito e de fato, que atuem em qualquer cenário de luta..., respeitando as formas e procedimentos de organização e de ação que seus integrantes assumam, segundo as circunstâncias... A solidariedade será um princípio de execução permanente...”.

O Congresso Bolivariano dos Povos traça um movimento de unidade “através de planos de ação conjunta, mecanismos de participação unitária em áreas e temas de trabalho que se inserem nos processos de resistência e no desenvolvimento de uma Agenda própria de Integração”. Expressa a necessidade de partir “do resgate da memória histórica e cultural para impulsionar a reativação econômica e produtiva com equidade e justiça social... propõe-se, como ponto de partida, a elaboração participativa da Alternativa Bolivariana para a América Latina (ALBA)...”.

Com a cortesia de Revista 32

 
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