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ARIEL SHARON LIBERTA PRISIONEIROS PALESTINOS EM ISRAEL

08.07.2003 | Fonte de informações:

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A trégua dos grupos radicais palestinos firmada com Israel, que prevê a suspensão de ataques suicidas por três meses, está resultando progressos concretos na região, beneficiando ambas as partes (Palestina e Israel), e é também um avanço no mapa da estrada, que estava estagnado com os ataques terroristas palestinos e as incursões israelenses.

O primeiro ministro israelense, Ariel Sharon, libertou 300 prisioneiros palestinos detidos em Israel. O premiê estuda a possibilidade de libertar mais 100, o que resultaria no total de 400 prisioneiros palestinos beneficiados com o acordo de cessar-fogo. Mas os grupos radicais palestinos protestaram com a liberação inicial de 300 prisioneiros, alegando que Ariel Sharon concedeu liberdade apenas aos prisioneiros idosos e às mulheres. Os radicais reivindicam a liberdade de todos os palestinos detidos em Israel, essa é uma das condições da trégua. Porém Ariel Sharon declarou que os benefícios não se aplicam em "Homens com a mão suja de sangue", ou seja, militantes dos grupos radicais palestinos. Novamente, os grupos radicais revidaram contra a posição de Ariel Sharon e exigem que Israel cumpra todas as condições da trégua, isso incluí sem excesso a liberdade de todos os palestinos presos. Caso as condições não sejam respeitadas, a trégua será violada imediatamente. Do outro lado, a Autoridade Palestina está acatando com suas obrigações com o mapa da estrada, e punindo os palestinos que violarem a trégua com Israel. Ontem mesmo, uma mulher palestina foi detida, suspeita de estar planejando ataques terroristas. Os homens que participaram de um ataque a tiros contra alvos israelenses, matando um búlgaro, também foram detidos pela AP, foi uma ordem do líder palestino Yasser Arafat. Essa semana, podia ser presenciada uma cena pouco comum; um muro com dizeres anti-israelenses sendo apagados. O que se entende, é que a cada iniciativa positiva de Israel, a Palestina responde com uma ação firme. Mas seria uma precipitação encarar os fatos com confiança absoluta, porque o processo ainda está longe de ser o esperado no mapa de estrada. Michele MATOS PRAVDA Ru BRASIL

 
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