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AUTORIDADE PALESTINA E ARIEL SHARON SE COMPROMETEM COM O PLANO DE PAZ “MAPA DA ESTRADA”

08.06.2003 | Fonte de informações:

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O presidente americano George Bush foi pessoalmente no encontro, em que esteve presente também o rei da Jordânia, Adbala, para dar inicio ao processo de paz.

Ariel Sharon, disse que vai começar a desmantelar as colônias judaicas imediatamente, construídas ilegalmente em 2001, na Cisjordânia. O premiê israelense diz estar ciente da importância de desmantelar as colônias judaicas na Faixa de Gaza e CisJordânia, para a possibilidade de um Estado Palestino viável, mas Ariel Sharon declarou que o processo de desmantelamento não ocorrerá automaticamente.

A Autoridade Palestina ficará com a parte mais difícil do plano de paz “mapa da estrada” Mahmud Abbas se comprometeu a pôr fim a luta armada da Intifada ( Levantamento Palestino), e combater as ações terroristas dos grupos radicais islâmicos contra Israel.

Dias antes, Mahmud Abbas estava negociando uma trégua de uma semana com os membros radicais do Hammas, para depois obter a confiança do grupo extremista Jihad Islâmico.

O encontro entre a AP e Ariel Sharon foi positivo para dar início ao “mapa da estrada” e trazer esperanças para as várias famílias israelenses e palestinas destruídas pelo ódio e a intolerância na região.

Mas o plano de paz “mapa da estrada” já encontra resistência por parte da Ultradireita israelense e dos grupos Extremistas islâmicos, que não aceitam o acordo por Israel não desocupar os territórios ocupados na Palestina.

A Ultadireita israelense reuniu 40 mil pessoas em Jerusalém, em protesto contra o “mapa da estrada”, os Ultra nacionalistas não aceitam se retirar dos territórios ocupados, e não concordam com o desmantelamento dos colonos judeus na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.

Segundo informações das nossas fontes no território, os judeus ultranacionalistas vão recorrer a luta armada caso tenham que se retirar dos assentamentos.

Os judeus ultranacionalistas são tão perigosos quanto os terroristas suicidas palestinos. Em 1995, um jovem Judeu da ultra direita assassinou Yttzah Rabbin, pois era contra um Estado Palestino.

Por parte do Hammas, do Jihad Islâmico e da Frente Popular de Libertação Palestina disseram não aceitar o “mapa da estrada”, não vão se desarmar e os atentados contra israelenses prosseguirão, até Israel se retirar dos territórios Palestinos.

Michele MATOS PRAVDA Ru BRASIL

 
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