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Irã apresenta-se como aliado natural do Ocidente

29.09.2014 | Fonte de informações:

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Irã apresenta-se como aliado natural do Ocidente. 20937.jpeg

O embaixador Bhadrakumar - que traduzimos aqui - diz com todas as letras que (1) nem "meia dúzia de Arábias Sauditas" fariam da tal 'coalizão' de Obama coisa q preste; (2) que Obama faz-e-acontece e manda pácas; e que (3) Obama estaria acolhendo alguma  'coalizão' que o Irã estaria oferecendo.


26/9/2014, MK Bhadrakumar, Indian Punchline -- http://blogs.rediff.com/mkbhadrakumar/2014/09/26/iran-offers-to-be-wests-natural-ally/


Neguim aki tá achano que a gente tem de resolver de q lado estamos: ou estamos com Obama ou estamos com Putin. Mas ainda não decidimos, sequer, se essa questão tem alguma importância. Então, continuamos a traduzir qualquer coisa q faça qualquer sentido.
E depois a gente vê de que lado ficamos.

Qualquer coisa que faça qualquer sentido é melhor que a opinião dos williams waacks e daqueles 'especialistas' de araque lá-dele, no canal (PAGO!) GloboNews.

De garantido, garantido mesmo, só sabemos que NÃO ESTAMOS COM OBAMA, pela suficiente razão de que "Obama" não existe: ou "Barack" é boneco de ventríloquo do império anglo-sionista & Wall Street, ou "Barack" é boneco de ventríloquo da Arábia Saudita, do Golfo Reacionário & Wall Street. E a gente aki é BRICS, pró Movimento dos Não Alinhados, pelo Sul-Sul, pró ALBA, pró Condenados da Terra, contra Golberys, Soros e MarinaSilvas.


A grande maioria com que a Casa dos Comuns em Londres aprovou há apenas algumas horas a resolução de apoiar a proposta do governo para unir-se aos EUA nos ataques contra o Estado Islâmico no Iraque catapultou o primeiro-ministro David Cameron para a mais crucialmente importante posição na estratégia do presidente Barack Obama. Com a Grã-Bretanha ao seu lado, os EUA não dependem tanto da desconjuntada 'coalizão dos desejantes/dispostos", enquanto que, sem a Grã-Bretanha, mesmo que ali houvesse seis Arábias Sauditas, a coalizão continuaria sem valer grande coisa.

Cameron já começou a preparar-se. Seu encontro na 4ª-feira em New York com o presidente do Irã Hassan Rouhani (pouco antes da votação na Câmara dos Comuns) foi simbólico: foi o primeiro encontro de britânicos e iranianos desde a Revolução Islâmica de 1979; mas Londres jamais teria feito movimento historicamente tão importante, se já não soubesse, de antemão, que a integração do Irã na comunidade internacional é iminente.

De fato, a fachada do processo P5+Alemanha já foi posta de lado, e Washington e aliados europeus selecionados estão negociando diretamente com Teerã, marginalizando completamente a Rússia. As consultas EUA-Irã intensificaram-se e as declarações iranianas também apontam na direção de uma real possibilidade de emergir um acordo nuclear até o final de novembro.

Como já escrevi, as duas vias - o papel do Irã na 'coalizão' comandada pelos EUA contra o Estado Islâmico; e as conversações nucleares - estão correndo pescoço a pescoço. Ninguém mais nem tenta argumentar na direção oposta - de que as duas vias não estejam interligadas.

Num discurso extraordinário à Assembleia Geral da ONU na 5ª-feira (um dia depois da reunião Cameron-Rouhani), o presidente iraniano disse com total clareza que um acordo nuclear abrirá infinitas possibilidades de cooperação entre o ocidente e o Irã. O argumento de Rouhani é constituído de dois passos: (a) o ocidente que trate de ver que o Irã é seu único "aliado natural" no Oriente Médio; e (b) se o problema nuclear for resolvido, o Irã poderá trabalhar com o ocidente, para criar um Novo Oriente Médio.

Com toda a certeza, Washington e Londres verão isso como o mais perto que o Irã jamais chegou de mostrar que está disposto a ajudar numa transição política na Síria, como ajudou na transição no Iraque, transição que satisfez plenamente Obama. *****

 

 
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