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Kim Jong Il evocado no Brasil

22.03.2017 | Fonte de informações:

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A 16 de Fevereiro do corrente ano celebrou-se o 75º aniversário do nascimento de Kim Jong Il (1942-2011), líder eterno da República Popular Democrática da Coreia. A ocasião foi evocada por várias associações de solidariedade para com a Coreia do Norte com destaque para o Brasil, com a fundação do Centro de Estudos da Política Songun que organizou um Acto de Solidariedade à Coreia Popular na Universidade Estatal do Rio de Janeiro.

O encontro, além de homenagear o 75º aniversário do nascimento de Kim Jong Il, teve também o objectivo de criar uma plataforma para a possibilidade de um debate público acerca da história da revolução anti-imperialista da Coreia e a sua política militar, nomeadamente a Política Songun de Kim Jong Il, que complementou a Ideia Juche delineada por Kim Il Sung.

Além do Centro de Estudos da Política Songun, representado pelo seu presidente Lucas Rubio, o evento contou com o apoio e a presença do Centro de Estudos da Ideia Juche, na pessoa de Alexandre Rosendo, e do Instituto da Amizade Brasil-Coreia, liderado por Rosanita Campos. Além destas associações que apoiam explicitamente a República Popular Democrática da Coreia, marcaram também presença as organizações progressistas Brigadas Populares, o Partido Pátria Livre, o grupo Irredentos e a União Nacional de Estudantes.

No decorrer do evento foram evocados os feitos de Kim Il Sung e Kim Jong Il bem como recordado o facto de a defesa da Ideia Juche e da Política Songun estarem agora sobre os ombros de Kim Jong Un, num panorama internacional que lhe é claramente hostil. Alexandre Rosendo abordou a História da Revolução Coreana, resumindo à plateia a via da luta revolucionária liderada por Kim Il Sung. Diego Grossi expôs aos presentes os fundamentos históricos e filosóficos da Ideia Juche, sobre a qual se alicerça o socialismo coreano; Lucas Rubio dissertou acerca da política militar norte-coreana (Songun) e a prontidão e capacidade de combate do Exército Popular da Coreia, a conferência terminou com uma intervenção de Rosanita Campos que enumerou as grandes conquistas alcançadas na República Popular Democrática da Coreia na construção do socialismo, prestando uma sentida homenagem ao povo coreano.

Os oradores deram a palavra ao público e todos os presentes, que assim desejaram, puderam colocar aos palestrantes quaisquer dúvidas que tivessem acerca das realidades da RPDC, tão desconhecida quanto diabolizada pela imprensa mundial.

 

Nuno Afonso*

 

 
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