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Brasíl e Rússia são prioridades da presidência lusa da União Européia

24.02.2007 | Fonte de informações:

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O ministro português das Relações Exteriores, Luís Amado,  previu a redefinição da relação estratégica com os emergentes Brasil e Rússia como uma das prioridades da presidência lusa da União Européia (UE), no segundo semestre deste ano. Amado discursou sobre a agenda portuguesa em uma conferência nesta quinta à noite, em Lisboa, organizada por um grupo de reflexão política de centro-esquerda.

O reforço das relações entre a UE e o Brasil, "grande país emergente" na opinião de Amado, também será um ponto a ser explorado durante o mandato de Portugal à frente do bloco comunitário.

Para o ministro, é preciso atualizar "rapidamente" a agenda externa da UE.Em defesa desse objetivo, Amado propôs uma organização da relação transatlântica, a consolidação do processo de estabilização das fronteiras do Leste da UE, uma "agenda para o Mediterrâneo" e colocar de novo a Europa no centro do sistema internacional.Amado defendeu que há um trabalho "importante" a ser feito com os países aliados para essa relação transatlântica.

"Mas há, sobretudo, que encontrar motivação política dos dois lados do Atlântico para manter uma adequada e ajustada relação transatlântica" que responda aos desafios enormes que se apresentam aos europeus e para os quais nem a Europa nem os Estados Unidos têm condições de responder de forma isolada", ressaltou.

Amado lembrou, a propósito, que durante a presidência portuguesa da UE haverá uma cúpula com a Rússia, além das previstas com China e Índia.
"Estará na nossa agenda específica a redefinição da relação estratégica com a Rússia.

 Sou favorável ao avanço das negociações, à elevação do patamar da relação com a Rússia para um plano mais estratégico capaz de gerar mais intimidade e confiança, trazendo mais a Rússia para objetivos de estabilização de um sistema internacional", disse o ministro."Vamos dar particular atenção ao relacionamento com a Rússia", reforçou o chanceler luso, reconhecendo, no entanto, que há dificuldades na renegociação de uma parceria estratégica com Moscou.

 Fonte: Lusa

 
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