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LUTAS

27.07.2004 | Fonte de informações:

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UFRN - Milhares de brasileiros continuam excluídos do processo seletivo das universidades públicas, motivados por altas taxas de inscrições que sempre foram cobradas.

O número de isenções tem sido irrisório com base na demanda apresentada pelos estudantes de nível médio oriundos das escolas públicas.

Com essa preocupação, na UFRN elaboramos uma proposta fundamentada nas planilhas de gastos emitidas pela reitoria para aumentarmos de 12,5% para mais de 27% o número de isentos no vestibular desse ano. Propusemos também, com base na qualidade que os servidores precisam ter, um quantitativo específico de isenções para os funcionários dessa universidade. A proposta inicial da reitoria era de ampliar o percentual de isenções para próximo dos 17%. Acontece que a sala dos colegiados estava lotada de funcionários e estudantes que gritavam palavras de ordem: "Queremos isenção, pagamento não". Assim, mesmo com minoria das nossas representações no CONSAD (Conselho Superior de Administração), conseguimos aprovar na íntegra a nossa proposição e garantimos um percentual de 27% de isenções, sendo 25% para os estudantes oriundos das escolas públicas e 2% destinadas aos funcionários da UFRN. Essa é mais uma vitória histórica da classe trabalhadora que conseguiu colocar a UFRN no maior índice de isenções entre as universidades públicas de todo o país. O Sintest/RN que é dirigido majoritariamente por militantes do P-SOL, teve uma participação determinante nesse processo com estudos, levantamento de dados técnicos, mobilização e apresentação de uma proposta que deixou a reitoria sem alicerce de discussão pois, contra fatos não existem argumentos. Luciana GENRO

 
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