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Primeiro livro do nosso colaborador

07.11.2004 | Fonte de informações:

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O escritor e jornalista Petrônio Souza Gonçalves lança seu primeiro livro: “Memórias da Casa Velha” - Editora Europa, Rio de Janeiro. Natural de Belo Oriente, leste mineiro, Petrônio passeia, em pequenos contos, pelos cenários da sua infância, povoados pelas coisas do interior. O livro tem apresentação do ex-ministro da Cultura, José Aparecido de Oliveira, e prefácio do escritor Celso Brant - in memoriam, além de depoimentos de Millôr Fernandes, Eduardo Almeida Reis, José Louzeiro, Ivan Alves Filho, Carlos Lindenberg, Oséas de Carvalho, Adriana Bagno, Pinheiro Junior e Adolfo Mauricio Pereira.

Memórias da Casa Velha começou a ser escrito durante as férias de janeiro de 2003, na sala de visitas da casa da sua avó, a casa velha, na sua pequena Belo Oriente. Ali, Petrônio viu nas páginas da sua agenda o livro pronto e apenas contornou à caneta, as histórias que já estavam escritas. O livro é saudosista, povoado por imagens do passado, coisas que, segundo o escritor, ainda estão presentes em sua vida e no seu coração.

A publicação do livro “Memórias da Casa Velha” teve o apoio cultural da CENIBRA – Celulose Nipo-Brasileira S.A., empresa que está sediada em Belo Oriente, terra do escritor.

Atualmente, Petrônio Souza Gonçalves mantêm uma coluna semanal sobre política e cultura em 18 jornais de Minas Gerais, nas mais diferentes regiões do Estado, além de mais 15 jornais espalhados pelo Brasil, como o jornal “O Rio Branco”, líder de vendagem no Acre.

Depoimentos sobre o livro “ Memórias da Casa Velha”

Petrônio Souza Gonçalves tem talento e vocação de escritor. É dos mais expressivos nomes da intelectualidade mineira da sua geração. Embaixador José Aparecido de Oliveira

Com a maestria de um pintor, Petrônio traz até nós, com carinhosa ternura, a figura dos seus amigos e familiares mais próximos, lembrando os gestos e as ações que marcaram a sua vida. Este livro assinala o início da atividade literária de um escritor que tem todas as qualidades para afirmar a sua presença no cenário literário do Brasil. Celso Brant - escritor e ex-ministro da República

Ao ler as histórias que Petrônio Souza Gonçalves reuniu neste livro, lembramos do Petrônio romano, autor do romance Satiricon, baseado nos costumes da época (anos 66 a.C.) e já preocupado com a moralidade e as complicadas relações amorosas. (...) O lirismo de certas fábulas que compõem esta coletânea nos levam, também, a recordar O Rouxinol e a Rosa, de Oscar Wilde, provavelmente um dos contos mais importantes da literatura universal. E a semelhança não pode nem deve ser entendida apenas como influência estilística. Trata-se de coisa mais elevada, que provém da afetividade, religião deste jovem escritor. (..) Com este livro de Petrônio Souza Gonçalves a literatura brasileira ganha originalíssimo talento, ungido no altar das metáforas, a lembrar os cancioneiros de antigamente e os cordelistas de todos os tempos. Que bom! Petrônio é o ficcionista do amor. Nos contos-poemas de Petrônio há muito mais que perícia artesanal, conhecimento estético e poder de síntese. Sua criatividade foge às regras da sintaxe e constitui, no nosso entender, um alerta contra o aviltamento da condição humana; um puxão de orelha nos “senhores do mundo” que promovem as guerras e mancham de sangue a bandeira da PAZ. José Louzeiro - escritor e roteirista

Petrônio encanta com seus textos barrocos, comparáveis aos maiores cronistas brasileiros em todos os tempos. Nesse seu primeiro livro ele não economiza sensibilidade. Chega a exagerar no talento. Oséas de Carvalho – jornalista

Puro lirismo. Que beleza o País ainda dispor de alguém assim! Fiquei comovido com a leitura das crônicas – ou serão contos? – de Petrônio. Onde começa a imaginação, onde termina a realidade? O livro é uma obra aberta (como deveriam ser todas as verdadeiras obras de arte). Aguardo ansiosamente os próximos volumes. Ivan Alves Filho - historiador, escritor e jornalista

É bom receber Petrônio em livro, neste consubstanciado de memórias agradáveis, escritas com fino humor e amadurecida sensibilidade. Adolfo Maurício Pereira – poeta e idealizador do Encontro Mineiro dos Escritores.

Memórias da Casa Velha são historinhas-historionas de uma leveza mágica e, ao mesmo tempo, de uma profundidade obscura tão densa que muitas vezes paramos para pensar se esse Petrônio Souza Gonçalves que está aqui não seria uma renascença do milenar Nasrudim que reencarnou no moderno Guimarães Rosa e agora renasce definitivamente como o infante Petrônio. Pinheiro Júnior – jornalista e escritor

Um bom texto é aquele que, quando o lemos, nos transporta para a história tal qual como se fossemos espectadores da vida. Foi exatamente assim que me senti ao ler "Memórias da Casa Velha". Adriana Bagno - jornalista

É um livro que toca a sensibilidade de tantos que viveram os seus primeiros anos nesse imenso remanso do interior mineiro. Carlos Lindenberg - diretor de redação do jornal Hoje em Dia.

Entrevistas com Petrônio (31) 3444-5853 - 9173-2621, ou www.oemissario.com.br/memorias

 
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