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Fundação Nobel rebaixa o diretor que deu o prêmio de 2009 a Obama

06.03.2015 | Fonte de informações:

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"Movimento sem precedentes": Fundação Nobel rebaixa o diretor que deu o prêmio de 2009 a Obama

3/3/2015, Tyler DurdenZero Hedge


Entreouvido na Vila Vudu:

Renascem as esperanças de que a Universidade Federal de São Carlos logo, logo, sem demora, CASSARÁ todos os diplomas do 'historiador' Marco Antonio Villa, notório propagandista de fascistização a serviço da gangue tucano-privateira e militante 'midiático' contra o MEU VOTO DEMOCRÁTICO. #cassaOvilla-UFSCar


Nos idos de 2009, poucos meses depois de assumir a presidência dos EUA, o presidente Barack Obama foi coroado com glória inesperada: recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 2009 por "seus extraordinários esforços para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos." 

Naquele momento, ninguém teria imaginado que apenas uns poucos anos depois dos fantásticos feitos (?) de Obama de "pôr fim à guerra" e com a volta para casa dos soldados que guerreavam no Iraque, o mesmo presidente Obama estaria, não apenas mandando soldados novamente para o mesmo Iraque para a TERCEIRA INVASÃO DOS EUA àquele país em três décadas, mas, também, já teria mandado soldados norte-americanos para vários pontos do globo, e já teria inventado uma segunda guerra fria, empurrando o mundo para a beira de mais uma "guerra em grande escala". Quem se interesse por ler o discurso escrito por um ghostwritter e que Obama repetiu de olhos noteleprompter ao receber o prêmio, encontra tudo na rede

Naquele momento, a Casa Branca e a imprensa-empresa de bajulação mostraram-se deliciados com coroação, apesar de incomodamente prematura, do presidente progressista. Por esse motivo, que ninguém espere grande cobertura para um desdobramento daqueles eventos, o qual, para fundação que se queira respeitada, era inevitável: hoje cedo, em evento que o canal France24 declarou "movimento sem precedentes", o presidente da controversa comissão na Noruega que atribuiu aquele prêmio a Obama foi demitido do cargo, devolvido à posição de simples membro. 

Thorbjoern Jagland, ex-primeiro-ministro da Noruega, recebeu duras críticas quando, imediatamente depois de assumir a presidência da comissão Nobel em 2009, cuidou logo de atribuir o prêmio ao presidente recém eleito dos EUA, Barack Obama. Jagland será substituído no cargo pela atual vice-presidente da comissão, Kaci Kullmann Five, do Partido da Direita norueguês.

Mais, da Associated Press:


O Comitê do Prêmio Nobel da fundação Prêmio Nobel na Noruega elegeu novo presidente para substituir Thorbjoern Jagland, cuja permanência de seis anos à frente do comitê foi marcada por controvérsias.

Jagland volta à posição de membro da comissão votante, mas foi líder muito controvertido, atraindo muitas críticas por operar simultaneamente também como presidente do Conselho Europeu quando o prêmio foi atribuído à União Europeia em 2012. Sua credibilidade foi também gravemente comprometida pela decisão de outorgar o prêmio da Paz a Barack Obama em 2009, pouco depois de empossado na presidência dos EUA, e o prêmio de 2010 ao dissidente Liu Xiabo, que estava preso, o que provocou furiosa reação dos chineses.

O ex-líder do Partido Trabalhista norueguês foi substituído na presidência pela vice-presidente da comissão, Kaci Kullmann Five, ex-dirigente do Partido da Direita norueguês. A nova presidenta negou que a demissão de Jagland tenha tido qualquer coisa a ver com pressões que a China teria feito. Em 2010, depois do evento da premiação para um dissidente chinês preso, a China 'congelou' suas relações diplomáticas com a Noruega.


A nova presidenta do Comitê Nobel não negou que a demissão de Jagland tenha a ver com Obama, o qual depois da láurea converteu-se no mais furioso falcão-de-guerra neoconservador; que deixou para trás na corrida pelo primeiro lugar em matéria de sede de sangue, até o mais empedernido neoconservador; e cujas ações (ou falta de ação) não só elevaram a intensidade do conflito global aos picos mais altos em sete anos, como, além disso, enriqueceram desmesuradamente os acionistas do complexo industrial militar. ******

 

 

 
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