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Mattel recolha brinquedo "Sargento" e outros em todo o mundo

15.08.2007 | Fonte de informações:

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Mattel recolha brinquedo "Sargento" e outros em todo o mundo

A norte-americana Mattel, líder na produção de brinquedos, anunciou hoje um recall de quase 19 milhões de brinquedos importados da China em todo o mundo por não serem considerados seguros para as crianças. O alerta foi dado ontem para 64 modelos. Segundo a Mattel, um dos problemas mais graves estava no lote de 463 mil carrinhos da coleção “Sargento” .

 Em Portugal esse brinquedo se vende, segundo Diário de Notícias. O Brasil desse  escapou  , segundo o representante da Mattel no Brasil, Alejandro Rivas, de acordo com o Diário do Nordeste. Mas em ambos paises estão à venda a boneca Barbie, Batman  Polly e  Doggie Daycare.

A Mattel está a recolher 436 mil "Sargentos" (253 mil dos quais nos EUA), produzidos entre maio e julho deste ano, porque a tinta verde de que estão cobertos contém níveis de chumbo não permitidos.

A Mattel identificou imediatamente a origem do problema: o "Sargento" foi produzido pela Early Light, uma das fábricas contratadas na China, que subcontratou a tinta para as peças desses brinquedo a outro fornecedor, Hong Li Da Plastic Cement Products Facility, também na China, que, por sua vez, "utilizou tinta de um terceiro fornecedor não autorizado", segundo se lê no comunicado da marca.

A Mattel assegura que implementou "de imediato um sofisticado sistema de verificação" - exigindo somente tinta de fornecedores certificados; intensificando o controlo nas fábricas; e testando os brinquedos na fase final de produção.

E foi assim que detectaram o "Sargento" perigoso.


Os compradores podem usar o telefone 21799765 ou o email consumidor@mattel.com.


As complicações não param por aí. No fim do ano passado, três crianças americanas engoliram pares de ímãs que se desprenderam dos acessórios da boneca Polly e tiveram de ser submetidas a uma cirurgia. O episódio levou a fabricante a fazer uma investigação. "Descobriu-se que a cola estava ressecando antes do tempo", afirmou à reportagem Ronald Schaffer, diretor da empresa no Brasil.

 
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