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Maduro defende poder do voto e pede que comunidade internacional respeite vontade do povo

31.07.2017
 
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Maduro defende poder do voto e pede que comunidade internacional respeite vontade do povo

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, reafirmou neste domingo (30) que o exercício democrático do voto é um direito político, humano e constitucional que tem raízes no  poder soberano do povo venezuelano e que nada nem ninguém pode impedir.

O chefe de Estado ressaltou que foi ao seu centro de votação em Catia, no Oeste de Caracas, depois do Toque de Diana (toque de despertar) para dar o exemplo e colocar o primeiro voto pela paz nas eleições à Assembleia Nacional Constituinte (ANC).

"Quis ser o primeiro voto pela paz, a independência, a soberania e pela tranquilidade futura da Venezuela" e "não há poder algum que possa impedir o povo da Venezuela de exercer seu direito ao voto", ressaltou, no início da jornada eleitoral para a qual estão convocados19 milhões, 477 mil e 387 votantes de todo o país para eleger através do voto direto, universal e secreto 537 constituintes.

O chefe de Estado instou a comunidade internacional a ver, respeitar e apoiar a vontade democrática da maioria do povo venezuelano que neste domingo está expresando-se desde as primeiras horas da madrugada nas eleições.

"Oxalá o mundo estenda seus braços de respeito para nossa pátria querida", ressaltou o mandatário nacional, depois de enviar uma mensagem de paz, de diálogo e encontro a todo o povo venezuelano e aos países que pretendem desconhecer o direito político constitucional que o povo venezuelano tem de  dirimir suas diferenças através de eleições livres, diretas, secretas e universais.

O presidente convidou todo o povo votante a participar das eleições com fé, esperança e amor, porque "a Constituinte vai ser o espaço, o superpoder que reencontrará o espírito nacional, buscará a reconciliação, a justiça, a verdade, para aperfeiçoar o modelo social, econômico, político, superar os problemas que temos, uma Assembleia Nacional Constituinte originária, plenipotenciária a serviço da paz".

Ademais, Maduro relembrou que foi no último Primeiro de Maio que convocou a ANC e desde então ressaltou que o povo aguentou estoicamente a campanha midiática mundial, a violência terrorista, assim como as ações imperialistas de ingerência contra este mecanismo político.

"Aqui estamos, hoje, domingo, um país em paz exercendo seu direito ao voto com amor e em  familia", enfatizou.

Maduro afirmou que a Constituição foi  legitimada através de um processo constituinte convocado em 1999 pelo líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, que serviu para a refundação da República com um novo sistema político, por isso hoje "temos um legado muito grande a defender, um legado de libertadores e por isso temos sido firmes para estar hoje de pé".

Resistência, com Agência Venezuelana de Notícias

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