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ONU: Péssimas condições em Territórios Árabes Ocupados

31.05.2008
 
ONU: Péssimas condições em Territórios Árabes Ocupados

A situação para trabalhadores nos territórios árabes ocupados piora, com índices de pobreza entre trabalhadores a aumentar, postos de trabalho genuínos a diminuírem e a frustração a crescer, de acordo com o último relatório anual na edição da Organização de Trabalho Internacional (ILO) da Organização das Nações Unidas.

Só uma em cada três pessoas de idade trabalhadora vivendo nos territórios árabes ocupados, incluindo o Cisjordânia, a Gaza Faixa e os Montes Golan, foi empregada por todo ou parte do tempo, de acordo com o relatório. O desemprego agora paira em acima de 20 por cento.

O relatório, baseado em missões à região no início deste ano, indicou que cerca de metade de todos os lares palestinos estão dependentes em auxílio alimentar da comunidade internacional, especialmente dado a alta recente no preço de muitos alimentos básicos.


Em Novembro no ano passado, mais que 40 por cento da população em Gaza e 19 por cento na Cisjordânia foram classificados como vivendo em extrema pobreza – uma melhoria leve comparando com as cifras do ano anterior depois que a Autoridade Palestiniana conseguiu resumir pagamentos de salários aos funcionários públicos.

Conversas e realidades

Preparado pelo Gabinete do ILO, o relatório exprime preocupação sobre a lacuna crescente entre as esperanças e objetivos nas conversas de paz entre israelitas e palestinos e a realidade no terreno.

"Com a devastação causada por acção militar, e a continuação de restrições sobre movimentação das populações, não há nenhuma dúvida que a adversidade econômica e social aumenta nos territórios árabes ocupados," declara, acrescentando que os problemas são incrementados por aquilo que chama o desrespeito sistemático dos direitos de trabalhadores árabes a igualdade de oportunidade e tratamento igual no trabalho.

 As instituições na região que representam os empregadores e trabalhadores livres e democráticos também enfrentam interferência no seu direito de se organizar, de acordo com o ILO.

Fonte: ONU

Ahmed AOUDE

PRAVDA.Ru

 

 


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