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Ódio e negócios

30.11.2012
 
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Laerte Braga

Estão juntos na barbárie nazi/sionista contra palestinos. O ódio bíblico da presunção de superioridade racial, de missão divina, os "negócios", nos saques e na pirataria contra vidas e riquezas palestinas. Pior. Esse ódio e esses "negócios" se espalham pelo mundo no cinismo que caracteriza os sucessores de Hitler.

 "Vamos levar Gaza de volta à Idade Média". Foi a declaração de um dos ministros do gabinete terrorista de Tel Aviv. Ficou estampada em todos os jornais do mundo. Não havia como esconder. Os vídeos e fotos de corpos de crianças, mulheres, idosos mortos na insanidade fingida, na falsa indignação de quem ocupa terras alheias são universais e se incorporam à História da crueldade em todos os tempos.

 Os ataques de Israel contra Gaza são crime de genocídio e têm o apoio de nações como os Estados Unidos e de sua principal colônia na União Européia, a Grã- Bretanha. O sangue de palestinos corre por todo o mundo despertando a revolta de seres humanos que ainda se mantêm como tal.

 Os corpos estendidos, os olhares aflitos, a dor, a revolta, são da incompreensão de tanto ódio, de tantos "negócios".

 O governo terrorista de Israel se apropriou de terras e águas palestinas. No caso da água, uma empresa sionista explora o bem em terras palestinas e cobra o dobro de palestinos. São ladrões contumazes ao longo da história. E, curiosamente, o Alcorão proíbe a cobrança de juros. É uma diferença abissal entre o ódio e os "negócios" e simplicidade de pastores de ovelhas, agricultores expulsos de suas terras, cercados por um muro e atemorizados por batalhões de homens bestas, ou bestas-feras armados até os dentes e sem o menor brilho humano nos olhos. 

 Em Gaza, os palestinos vivem da produção de flores e frutas, entre outras atividades primárias, mas ricos em sua essência. As flores estão sendo mortas e não estão "vencendo canhões".

 Parar com esse horror? Basta que os chamados grandes queiram fazê-lo. Israel deixou de ser um direito de um povo - a despeito dos protestos de judeus em todo o mundo contra o seu governo - para se transformar naquilo que Einstein, ainda no final da década de 40 e início da década de 50, previa. Criminosos no governo.

 É uma falácia a afirmação de que foguetes do Hamas atingem Jerusalém. São rojões perto do arsenal químico (fósforo branco) e nuclear dos terroristas de Tel- Aviv. Ou de Treblinka, difícil dizer a diferença.

 É inexplicável o silêncio de governos do Egito, da Jordânia, dos países muçulmanos, diante do massacre inaceitável. É um silêncio que soa como punhalada.

 

Nicolas Sarkozi, quando presidente da França, propôs ao Parlamento de seu país que, em nome da liberdade, proibisse o uso da burca em público. São perto de duas mil mulheres que usavam a burca em público em toda a França. Duas mil mulheres condenadas a permanecer em suas residências, trancafiadas. Há milhões de religiosos que usam hábitos de suas religiões em público, se escondem em fantasias mil, e nenhuma lei para garantir a liberdade, ou "tradições libertárias", como chegou a falar o ex-presidente. 

 

Uma perfeita análise do preconceito está no livro VIVENDO O FIM DOS TEMPOS, do marxista, Slavoj Zizek, um dos mais conceituados pensadores da atualidade.

 

A luta palestina é a de todos os oprimidos do mundo.

 

Desligue a GLOBO e toda a mídia podre de mercado que domina a informação no Brasil. Para servir aos seus patrões, não se importam de sujar as mãos de sangue em nome do lucro e mostrar uma face, só uma face, daquilo que chamam "terrorismo". Escondem o verdadeiro terror.

 

O das elites políticas e econômicas que, recheadas de dinheiro sionista, se alastram pelo Brasil.

 

É de Washington Luís a frase "ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil". Ou acabamos com o tratado de livre comércio firmado pelo equilibrista, Luís Inácio Lula da Silva e o governo de Israel, ou o sionismo que chega com o código de barra 7 29 (os três primeiros números) e toma conta, como está tomando, do Brasil.

 

Não há limites para a crueldade sionista, e o expansionismo é uma realidade.

 

Está longe, muito longe, da moça Rebeca, salva por Ivanhoé dos templários de Sir Bois de Guilbert, no romance de Walter Scott. Não existe isso mais. O ódio ficou congelado e é despejado em cima de inocentes na Palestina.

 

É ódio e são "negócios"

 

A judiação imposta ao povo palestino só encontra paralelo nos campos de concentração do III Reich.

 

Vivemos o apogeu insano do IV Reich.

 

Começam a soprar ventos de insatisfação nos EUA. Nem os norte-americanos aguentam mais tanta violência e tanta crueldade.

 

Bem fez Chávez que, em 2006, percebendo o perigo da suástica transformada em cruz de Davi, expulsou de seu país todo o corpo diplomático israelense da Venezuela. 

 

Não basta pedir paz. Que paz? Há que ter ser liberdade para a Palestina. O Estado Palestino como decidido pela ONU.

 

Há que se cumprir as mais de 50 resoluções da ONU que condenam Israel por práticas terroristas, tais como uso de força excessiva (eufemismo para barbárie), armas químicas, biológicas, tortura, estupros, assassinatos seletivos.

 

Israel nunca quis a paz e, quando a paz se ofereceu, Israel matou seu próprio líder, Itzak Rabin. Atribuíram o crime a um "fanático" judeu. Se sabe hoje que era um agente da MOSSAD abrindo caminho para os terroristas à frente Ariel Sharon.

 

A sanha bárbara e terrorista de Israel quer terras, quer negócios, quer juros nos seus bancos, usa a bíblia como escudo, no fundo tem a convicção de que são superiores.

 

Superiores sim, na insanidade.


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