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Brincando de Deus ou de Aprendiz de Feiticeiro?

12.06.2017
 
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Em qualquer fórum sobre o clima, é habitual citarem-se números e argumentos, quase a avulso, para induzir no incauto o medo e o sentimento de culpa em relação ao ambiente, no sentido que é absolutamente necessário consumir sustentadamente para que os recursos disponíveis sejam de algum modo poupados para as gerações vindouras... Evidentemente que tal tese faz algum sentido, mas só aparentemente...

Contudo tem no seu bojo algo de sinistro... Sinistro, por que a sustentabilidade levada às últimas consequências, chegará o momento que o cidadão comum reconhecerá a necessidade de reduzir a população mundial; aceitará de bom grado uma vida a prazo, previamente determinado à nascença pelo Governo, tal como já aceita que o Estado viole leis naturais associadas à manutenção da espécie e à conservação da família, como o aborto social, as uniões não reprodutivas, a Eutanásia e por aí vai...

Mais, por absurdo, chegará o momento que já não existindo meios suficientes de manutenção da vida para o futuro, essa geração será a última da Humanidade!!! Evidentemente que isso não sucederá. O nosso optimismo nos diz, que apesar de tudo, de todos os malefícios causados à natureza pela indústria e a ganância de alguns homens, ela é mais resiliente do que julgamos e o homem tem, graças à sua inteligência, encontrado sempre uma solução para transpor os limites... Além disso, na geração actual não há verdeiro alarme da finitude dos recursos naturais. A pobreza e a fome, que aliás sempre existiram, são uma conveniência económica, social e política...

Vem também a propósito referir que é muito fácil debitar números e fazer afirmações catastróficas sem qualquer demonstração do meio e do estudo que as sustenta. Afirmar-se que os indícios das alterações climáticas são evidentes e que estão por todo lado, como ouvimos da boca de uma professora universitária em entrevista, bastando para tanto dar atenção aos noticiários sobre secas, tempestades violentas, furacões, terramotos, etc, como se só no nosso tempo tais fenómenos tivessem tido lugar pela primeira vez, é no mínimo uma desonestidade intelectual. A memória colectiva é curta e portanto é muito fácil fazer as pessoas acreditar, por exemplo, que "este foi o ano mais quente dos últimos 150 anos"... Onde está a estatística e, existindo, como e onde foram colectados os dados? Ou que o tenebroso CO2 aumentou milhares de partes por milhão (ppm) desde a Revolução Industrial, quando tal, reduzido a outra grandeza, não tem praticamente significado. O CO2, gás não tóxico e fundamental para as plantas, ocupa actualmente 0,039% da atmosfera, pelo que 1% de aumento, valor que se estima desde essa altura, não tem qualquer significado. Isso é no mínimo propaganda ideológica para convencer ignorantes que de facto estamos sob a emergência de uma catástrofe de aquecimento global, por efeito de gases de estufa produzidos pela actividade industrial, a partir dos combustíveis fósseis.  

Nesses fóruns raramente é referida a poluição provocada pelas guerras, que utilizam largamente munições contendo fósforo e urânio, como também a chamada Geoengenharia, tecnologia de manipulação do tempo, com fins militares, industriais e comerciais, que há é décadas conhecida e utilizada. Sobre tal assunto há um silêncio sepulcral, embora exista vasta documentação sobre o uso do clima como instrumento militar, inclusive factos históricos, bem conhecidos do público da nossa geração (3ª. idade), que provocaram destruição ambiental e sofrimento humano, designadamente na Guerra do Vietname. Se tal fosse uma fantasia de cabeças doentias da chamada "Teoria da Conspiração", não existiriam convénios internacionais que proíbem o uso do clima como arma de guerra e económica. O homem tem de facto a tecnologia para alterar pontualmente o tempo e a grande preocupação dos "experts" na matéria é o medo de que uma pequena alteração possa desencadear uma catástrofe à escala planetária. Falta-lhe ainda, portanto, o poder do controlo dessas experiências. 

Na guerra do Vietname, os USA utilizaram a tecnologia da fumigação química em que se destacou o conhecido "Agente Laranja", uma mistura de herbicidas, sendo que a síntese de um deles produz uma das substâncias com o mais alto risco cancerígeno conhecido e de mutação genética, a dioxina tetraclorodibenzodioxina. O objectivo foi, ao destruir culturas e florestas, provoca fome e doenças, cujas consequências ainda s sentem. As vítimas desse criminoso acto de guerra química, juridicamente considerado um crime de lesa-humanidade, quer vietnamitas quer alguns militares norte-americanos, recorreram às cortes dos USA, mas sem sucesso...

Outro meio largamente utilizado foi a fumigação química com iodetos de sódio, de prata, etc, para provocar chuva artificial, fazendo prolongar o período da Estação das Monções, no Sudeste Asiático. A operação com o nome de código POPEYE (Project Controlled Weather Popeye / Motorpool / Intermediary-Compatriot) decorreu entre 1967 e 1972 e constava de um programa "top secret" de modificação climática, já experimentado com sucesso em várias regiões dentro e fora dos USA, com a fumigação química da atmosfera. O objectivo era o de causar enchentes, aluimentos e lama de áreas estratégicas para o avanço do Exército do Vietname do Norte de modo a interromper a sua logística, nomeadamente sobre a famosa trilha de Ho Chi Minh. Esta operação, designada de "Motorpool", esteve a cargo do 54º Esquadrão de Reconhecimento Meteorológico, que operou duas vezes por dia com cinco aeronaves (3 C-130 Hercules e 2 F-4C Phanton) a partir de uma base norte-americana na Tailândia a coberto de meras acções de registo meteorológico... Pode-se dizer que aquilo que hoje se chama de Chemtrail, rastros químicos que se observam amiúde nos céus, debitados por aeronaves sem identificação, facilmente distintos das formações de nuvens naturais, teve a sua origem nesta operação, não sendo portanto uma invencionice de cabeças doentias da chamada "Teoria da Conspiração"...

O HAARP (High-Frequency Active Auroral Research Program) é uma estrutura militar experimental, sob a tutela da marinha de guerra dos USA, com 180 antenas de 22 metros, situada no Alasca, Gakona, e encontra-se em funcionamento desde 1993. O complexo emite sinais electromagnéticos para a ionosfera, alterando a ionização natural com origem nos raios solares. Imaginemos um enorme microondas com capacidade para criar rupturas pontuais na Ionosfera, que é aquela parte da Atmosfera, também conhecida por Termosfera, situada entre os 60 a 500 km de altitude, ensanduichada entre a Mesosfera e a Exosfera, com temperaturas extremas entre - 70ºC negativos e 1000ºC. Tais rupturas podem provocar secas, furacões, tempestades violentas, estimular a actividade sísmica e vulcânica, alterar a circulação natural do vento e das correntes marítimas e por fim, condicionar a cognitividade do cérebro humano e anular as comunicações. Pelo menos estuda-se tal ferramenta para tais possibilidades e o Congresso USA não tem negado as necessárias verbas para o desenvolvimento deste projecto.    

O HAARP inspira-se no famoso "raio de morte" do cientista sérvio Nikola Tesla, (1856 - 1943), inventor da "Energia Livre" proscrito nos USA pelos magnatas emergentes da energia produzida a partir do carvão e do petróleo.

Entretanto outros países desenvolvem seus próprios projectos de ionização atmosférica e electromagnética, como por exemplo a Rússia, a India, a China, etc. Claro que toda a gente jura a sete pés que tais complexos são para fins pacíficos, incluindo impedir o Aquecimento Global!!!

Apesar disso, o que deveria provocar um debate público pela "mídia" convencional, de esclarecimento e mobilização popular, o tema é praticamente silenciado, sendo considerado não politicamente correto, quando não apodado de "Teoria da Conspiração", inclusive nos meios académicos.

Na volumosa obra documental do jornalista Pascal Bernardin, "O Império Ecológico ou a Subversão da Ecologia pelo Globalismo", páginas 588 e 589, podemos ler dois textos oficiais relacionados com a chamada Geoengenharia - tecnologia de manipulação do tempo - (Chemtrail e HARRP), que demostram que a preocupação internacional sobre tal matéria é uma realidade e que não é de hoje.

Os textos são os seguintes:

"Interdição de agir sobre o meio ambiente e o clima com fins militares e outras incompatibilidades com a manutenção da segurança internacional, o bem-estar e a saúde do ser humano

A Assembleia Geral da ONU de 1974

Levando em conta o facto de que o progresso científico e tecnológico crie novas possibilidades e os resultados sejam, não apenas para fins pacíficos, mas também militares,

Convencida de que a interdição de agir sobre o meio ambiente e o clima com fins militares - e outros fins hostis e incompatíveis com a manutenção da segurança internacional, o bem-estar e a saúde do ser humano - responderá à tarefa que consiste em reforçar a paz e evitar a ameaça de guerra,

Tendo em conta o profundo interesse que os Estados e os Povos têm na adopção de medidas que visam preservar e melhorar o meio ambiente, assim como a modificação ou a atenuação do clima, exclusivamente para fins pacíficos, e isso para o bem das gerações atuais e as que virão, (...)

1.    Considera ser necessário tomar, mediante a conclusão de uma convenção internacional apropriada, medidas eficazes para interditar toda acção sobre o meio ambiente e o clima para fins militares e outros fins hostis, incompatíveis com a manutenção da segurança internacional, o bem-estar e a saúde do ser humano; (...)"

ANEXO:

"União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS): projecto de convenção sobre a interdição de agir sobre o meio ambiente e o clima com fins militares, (...)

Está interditada a utilização, para fins hostis, dos seguintes procedimentos:

b) Modificação do regime meteorológico, do clima e do regime de águas terrestres de qualquer região do globo;

 

c) Acção directa ou indirecta sobre os fenómenos eléctricos cuja atmosfera seja a sede; (...)

f) Desencadeamento directo ou indirecto, por método ou meio que seja (em particular, através de explosões nucleares subterrâneas) de ondas sísmicas causando tremores de terra e processos concomitantes, desencadeando ondas destrutivas nos Oceanos, incluindo Tsunami; (...)

l) Acção directa ou indirecta sobre ondas ionizadas ou sobre a camada de ozónio da Atmosfera; introdução na Atmosfera e na camada adjacente de substâncias capazes de absorver a energia térmica e radioactiva, além de outras intervenções que se arriscam a perturbar o equilíbrio térmico e radioactivo do sistema Terra-atmosfera-Sol; (...)

Se o leitor tiver "pachorra", vale visitar os links abaixo e tirar as suas próprias conclusões:

Artur Rosa Teixeira 

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