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A quem serve a instrumentalização política do clima?

09.04.2007
 
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A estratégia das “alterações climáticas” com origem antropogénica” justifica a “necessidade” das chamadas “entropias positivas”, que normalmente atingem os mais fracos e menos preparados, como o conceito de “desenvolvimento sustentado”, que ninguém sabe exactamente o que é, visando desincentivar o crescimento económico dos países de Economia Emergente. O actual “mercado do carbono” visa tal objectivo. “Se me pagam para não produzir, para quê preocupar-me com o trabalho…”

Por trás da fobia do “aquecimento global”, esconde-se o “lobby” das energias alternativas, nomeadamente a nuclear. Depois de Chernobyl, a opção nuclear tornou-se impopular, pelo que nada melhor para convencer o público, que apresentar um mal maior, as “alterações climáticas”, para justificar um mal menor, o nuclear. Face ao declínio do Petróleo, que é real, e ao risco de uma “hecatombe climática”, que não passa de uma mistificação, o cidadão comum acabará por aceitar a proposta do nuclear como bem vinda. Talvez por isso observamos tanta pressão internacional para que tal recurso seja um exclusivo de apenas alguns, a pretexto do perigo do seu mau uso… Será apenas isso, ou também um problema de concorrência?

Artur Rosa Teixeira

artur.teixeira@netcabo.pt

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