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Cristina quer cooperação de ONU com CELAC e UNASUL

08.08.2013
 
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Buenos Aires, (Prensa Latina) A presidenta argentina, Cristina Fernández, abriu nesta segunda (05) na semana na ONU, onde exortará a este organismo a uma maior cooperação com organizações regionais na consecução e a manutenção da paz.

A chefa de Estado teve programada nesta segunda-feira uma reunião com o secretário geral de Nações Unidas, Ban ki-Moon e na terça-feira encabeçará um debate no Conselho de Segurança da ONU.
Nesse conclave está prevista a presença de chanceleres da América Latina, como o argentino Héctor Timerman; o brasileiro, Antonio Patriota, e o chileno Alfredo Moreno.

Intervirão o ministro de Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, como presidente temporário da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), e a chefa da diplomacia peruana, Eda Rivas, como titular de turno da União de Nações Sul-americanas (UNSAUL).

O evento implicará abrir as portas do principal órgão do foro mundial sobre segurança, conduzido pelas cinco potências da post-guerra, a representantes de UNASUL e CELAC, que nunca participaram como tais no Conselho e que são reflito de um momento de grande integração em Latino-américa, assinalou a diário Página 12.

Ao mesmo tempo, a presença de 14 chanceleres e vice chanceleres de diferentes países do mundo significará um reconhecimento a Argentina, que assumiu a presidência rotativa do Conselho de Segurança na passada quinta-feira, e um respaldo em sua função diplomática.

Entre outros assuntos na agenda de agosto, ressalta a proteção de civis e as questões humanitárias, cujo Dia Internacional se celebrará na segunda-feira 19, bem como o debate na quinta-feira 29 sobre a Missão de Nações Unidas em Haiti.

Uma nota que aparece no portal da Presidência, cita à representante argentina ante a ONU, María Cristina Perceval, quem referiu que a guerra na Síria "ocupa, preocupa e compromete" ao máximo órgão de decisão da ONU, e assegurou que se assim o lembram os estados membros se convocará uma reunião "quando seja necessário".

"Todos temos que conseguir ser uma única voz e trabalharemos para isso", disse Perceval, quem expressou que Argentina trabalhará para que a ONU responda à grave crise humanitária na Síria e por uma solução ao conflito nesse país.

Com respeito ao conflito territorial sobre as Ilhas Malvinas, a embaixadora disse que "todos" sabem que é um tema de soberania que enfrenta a seu país com o Reino Unido, mas que não corresponde ao Conselho de Segurança se pronunciar ao respecto já que se debate no Comitê de Descolonização de Nações Unidas.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=8d969817eda63ba5eb9f49ea11f0b5ae&cod=12155


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