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Exército dos EUA convoca ao serviço no Iraque soldados mortos

07.01.2007
 
Exército dos EUA convoca ao serviço no Iraque soldados mortos

Cerca de 300 familhares de soldados mortos ou feridos no Iraque receberam na véspera do Natal as cartas de convocação a voltar ao serviço no Iraque. de acordo com o jornal El País.

Foram chamados mais de 5,1 mil soldados que haviam abandonada o serviço, entre eles 75 mortos e cerca de 200 feridos no Iraque.

"Membros do exército estão entrando em contato com as famílias dos soldados para se desculpar pessoalmente pelo erro", disse um comunicado do exército americano emitido neste sábado.

O exrcito não explicou como ou quando descobriu o erro, mas declarou que a base de dados está sendo cuidadosamente examinada para eliminar nomes de falecidos.

“Foi usada uma lista que por erro continha os nomes de mortos”, disse o comunicado. “ Sentimos a confusão”,disse.

Entretanto o número de soldados americanos mortos no Iraque superou este fim do ano a marca de 3 mil, segundo números da imprensa, ao tempo que os especialistas duvidam que o envio de mais tropas mude o curso da guerra.

O site GlobalSecurity.com, especializado em assuntos militares, elevou no domingo, 31, para 3.002 o número de soldados americanos mortos desde a invasão do Iraque em março de 2003.

Segundo o GlobalSecurity, que faz a contagem baseada nos relatórios de imprensa sobre incidentes no Iraque, o número de soldados feridos na campanha militar chegou a 22.401.

O Pentágono, que atualiza sua contagem em intervalos mais longos, apresentou em seu último relatório de 29 de dezembro o número de 2.983 soldados mortos e 22.565 feridos.

William Cohen, um republicano que foi chefe do Pentágono na administração do presidente Bill Clinton, disse que "na discussão sobre o envio de mais tropas ao Iraque, o importante não é tanto o número, mas sim uma clara definição da missão".

O presidente George W. Bush anunciará na próxima semana uma nova estratégia para a guerra e uma das possibilidades é o aumento da presença militar americana que, atualmente, chega a mais de 145 mil soldados.

"Devemos definir se a missão será a custódia das fronteiras, ou o controle de Bagdá", disse Cohen no programa Late Edition da CNN. "E se a missão for a neutralização e a desmilitarização das milícias xiitas, então precisaremos mais que 10.000 ou 20.000 soldados adicionais."


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