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Reunião bilateral de comércio Brasil-Argentina

03.04.2008
 
Reunião bilateral de comércio Brasil-Argentina

Representantes dos governos brasileiro e argentino se reuniram (2/4) no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em Brasília, na reunião do Comitê de Monitoramento do Comércio Bilateral Brasil-Argentina. Entre os assuntos da pauta estão: análise do comércio bilateral; monitoramento do comércio da linha branca, aerossóis, calçados, televisores e alho; defesa comercial (PET e fios acrílicos); Grupo China, trigo e farinha de trigo e a proposta para o setor automotivo no Mercosul.


Os dois últimos assuntos são apontados como os principais da pauta, sendo que o tema "trigo e farinha de trigo" será discutido à parte, em uma reunião técnica do Grupo de Trabalho do Trigo. A delegação brasileira será chefiada pelo secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, e o grupo argentino pelo secretário de Indústria da Argentina, Fernando Fraguío.


Superávit brasileiro


No primeiro bimestre deste ano, a corrente de comércio entre Brasil e Argentina foi de US$ 4,9 bilhões – aumento de 57,9% em relação ao mesmo período do ano passado -, com superávit de US$ 348 milhões para o Brasil. Nesses dois primeiros meses, o país comprou 10,1% de tudo que o Brasil exportou e participou com 9,4% da pauta importadora brasileira.


Nesse período, o Brasil exportou US$ 2,6 bilhões para a Argentina, valor 53% maior em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 1,7 bilhão). Os principais produtos exportados foram automóveis de passageiros (15,3%), aparelhos transmissores ou receptores (6,2%), autopeças (6%), veículos de carga (5,3%) e motores para veículos (3,4%).


Ainda considerando janeiro e fevereiro de 2008, as importações brasileiras provenientes da Argentina cresceram 64% em relação ao primeiro bimestre de 2007. No total, foram importados US$ 2,3 bilhões, sendo que os principais produtos foram: trigo em grão (24,6% do total), automóveis de passageiros (12,2%), naftas (11,8%), autopeças (4,4%) e veículos de cargas (4,1%).


Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior


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