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Sul-americana – no mata-mata, River Plate uruguaio deu uma de assassino no Vitória 4 x 1

24.09.2009
 
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Sul-americana – no mata-mata, River Plate uruguaio deu uma de assassino no Vitória 4 x 1

Em uma partida histórica para o River Plate do bairro Prado de Montevidéu, o time treinado por JOTA ERRE virou assassino do Vitória no Estádio Centenario posicionando-se com chances para o jogo na Bahia tentando atingir as Quartas da Taça Sul-Americana. Mesmo assim, o Vitória ainda bem, tem Bida e poderia dar uma virada na Terça 29 em casa.

É bom salientar que o Vitória é mais um clube brasileiro que acabou dando apoio ao nosso projeto esportivo, tendo nos entregue no final do jogo no próprio vestiário a camisa oficial do time, por conta do Assessor de Imprensa desta delegação, Roque Mendes. Isso aí é fidalguia do Roque quem tendo perdido o jogo de 4 x 1 acabou concretizando a promessa do presente. Outros além da promessa, não viraram «vermelhões» não tendo entregue, quem sabe viraram «verdões».

A cada oportunidade que temos condições de ajudar os times brasileiros na área de imprensa em Montevidéu, o PRAVDA está de mãos dados com todos eles. Faz tempo, foi dando uma de guia até as cabines do Estádio Centenario junto com o Juca Pacheco dos são-paulinos e agora o Roque Mendes confiou na nossa proposta de alcançar os folders e a escalação oficiais do Vitória para narradores e comentaristas uruguaios com antecedência ao apito inicial do árbitro chileno Osses.

Foi então que esse material de divulgação do Vitória foi entregue tipo mala-direta para o Professor Ricardo Piñeyrúa (comentarista) e Martin «Martincho» Rodríguez (narrador no plantão) da CX 14 – Rádio El Espectador; para o Horacio «Tano» Abadie, repórter da CX 18 – Rádio Sport 890, para o Alberto Kesman (narrador) da CX 22 – Rádio Universal e Pablo Karslian (comentarista) da CX 12 – Rádio Oriental, todas de Montevidéu.

Quanto ao decorrer do jogo, a primeira metade da partida sofrêramos o frio nas poltronazinhas vermelhas plásticas ao ar livre mas no entretempo fomos convidados pelo Jesus Mesias – único repórter vindo da Bahia acompanhando o Vitória com a Rádio Sociedade – www.radiosociedadeam.com.br – quem completou com comentários no instante certo ao vivo para a narração que desde a Bahia montou o time de trabalho de Esportes na Sociedade.

Antes de pular em campo pela primeira vez, o vestiário do Vitória mostrava-se extremamente descontraído pois houve música eletrônica cativante e sossegada no mínimo para os nossos ouvidos e os jogadores sentados ou andando no interior não refletiam preocupação nos rostos. No final, acabaram fazendo roda e rezando todos juntos segurados pelos ombros.

No primeiro tempo, o início foi equilibrado e até parecia uma partida com dois times brasileiros no gramado pois o ida e volta constante do time do JOTA ERRE é bem mais semelhante ao estilo dos times brasileiros que aos próprios uruguaios.

O River Plate ia ficar na frente na hora que o ponteiro do relógio marcava apenas sete minutos do início do jogo. O Federico Puppo progrediu pela faixa direita do campo e a assim que percebeu que seu colega grandão argentino procurava seu melhor perfil para receber a bola, o Puppo concretizou o cruzamento de direita para esquerda do ataque alvi-vermelho e com cabeçada enxuta o Jorge Córdoba venceu a defesa do guardião colombiano do Vitória, Viáfara, que conseguiu dar uma olhada na bola entrando beijar a rede.

No eixo da meia-hora, o Leandro Domingues segurou a bola com os cadarços e começou ziguezaguear rivais vindo pela faixa central do campo entrando na grande área e chutando raso e forte mas desta vez encontrou as pernas do goleiro do River Plate, Luciano Dos Santos que esticaram-se até atingir a bola fazendo-a rebotar para fora da grande área. Foi quase gol do Vitória.

Acima do minuto 39, o Neto Berola, entrou na grande área rival requebrando para um lado e para o outro e conseguindo evoluir em campo até a área pequena, fazendo uma grande jogada a na hora que o painel do Vitória ia mudar de zero para um, o Berola acabou pifando e a bola saindo fora pela linha de fundo.

Passaram mais dois minutos e agora a chance foi do Jorge «Japona» Rodrigues para o River Plate que chutou fortíssimo de fora a grande área do Vitória mas encontrou as mãos do Viáfara expelindo a bola para o escanteio.

Houve mais um minuto de tempo suplementar que mostrou no painel eletrônico, o árbitro uruguaio no plantão Fernando Falce.

Tendo acabado o primeiro tempo, o olhar das pessoas caiu acima dos jogadores do Vitória pois um deles ia para o túnel usando a camisa do River Plate Terão achado que o árbitro chileno Osses tivesse apitado o final do jogo?

A segunda metade abriu com dois reservas do River Plate e um do Vitória esperando do lado da linha lateral no aguardo da vistoria do árbitro para pular no gramado e iniciar o jogo. O Mario Rizotto, o Andrezinho e Bida, que no final acabou sendo o melhor jogador do Vitória com apenas 45 minutos no relvado.

Tendo andando quatro minutos do segundo tempo o Jorge Córdoba furou a rede do guardião Viáfara mais uma vez mas nesta oportunidade dando um toque perfeito com a chuteira direita, Essa ia ser uma grande noitada para ele até que decidiu tirar fora a camisa do time para comemorar o segundo gol do River Plate e o seu próprio, ganhando o cartão amarelo aos poucos.

Quase na metade da desses segundos quarenta e cinco minutos, um escanteio vindo da direita do ataque do Vitória, encontrou uma cabeça rubro-negra na altitude da grande área que destinou para o zagueiro Wallace quem entrando na área pequena pela faixa esquerda encontro a bola quicando e convidou-a entrar na rede.

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