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Desporto

Montevidéu tingiu-se Tricolor

23.03.2009
 
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Treinador: Jorge «Polilla» da Silva.

Cartões Amarelos: 5´- Wsahington (SÃO); 45´Rodrigo (SÃO); 66´Júnior César (SÃO), 76´Jorge Wagner (SÃO) e 90´Rogério Ceni (SÃO).

Alterações: 62´Mauro Vila (DSC – 14) x Diego de Souza (DSC – 7 ) e Álvaro «Chinés» Navarro (DSC - 20) x Rodrigo Mora (DSC – 11). 70´ Diego Ferreira (DSC – 16) x Pablo «Teca» Gaglianone (DSC – 5); 80´ Richarlyson (SÃO) x Arouca (SÃO) e 88´Aislan (SÃO) x Júnior César.

Ártibro e bandeirinhas paraguaios chefiados pelo Sr. Amarilla.

Na primeira metade, o Defensor Sporting teve maiores mas não melhores oportunidades sendo que o Rodrigo Mora (11) foi o «pesadelo» são-paulino ultrapassando os defensores quase colado á faixa direita e na hora de fazer o cruzamento final paralelo á última linha, não teve camisa «violeta» que chegasse para tocar ou até soprar a bola na área pequena rumo ao gol.

No minuto 39, surgiu o Borges com chute canhoto que matou as intenções do goleiro Martín Silva fazendo que a rede desse um pulo rumo ao céu pela força que trazia com destino rede e saída do pé dezessete tricolor.

Nos últimos anos o Defensor Sporting tem ganho o respeito dos rivais no Estádio Centenario pelas tarefas feitas perante grandões brasileiros como o Mengão (3 x 0) e Grêmio (2 x 0) mas negócio com clube do Estado de São Paulo é ruim para os «Tortos» do Bairro «Punta Carretas» pois o Santos tinha conseguido vencê-lo de 2 x 0 e agora o São Paulo 1 x 0.

O time uruguaio não mostrou sua cara mais linda neste confronto com os tricolores e pelo azar dos dois empates entre os times colombianos (Deportivo Independiente Medellín – DIM e América de Cali) ainda continua com chance de se classificar para Oitavas desta versão tão especial da Libertadores.

No final o São Paulo com duas vitórias fora de casa vai acabar sendo o júri entre os três times que completam o grupo.

Os são-paulinos na segunda metade tiveram o controle de bola, e levaram mais perigo na cidadela uruguaia. Mesmo assim, houve sufoco para eles pois nos últimos oito minutos do jogo, um balanço da perna esquerda do Álvaro «Chinês» Navarro vindo do plantão, pifou a bola entrando na área pequena e um chute do defensor Jorge Curbelo deu rebote e quicando devagar, a bola acabou saindo rente a uma das colunas brancas do Rogério.

Quanto ao Rogério Ceni mostra que tendo mergulhado na faixa dos quarenta e vestido como guardião precisa-se apenas qualidade e não ficar de olho na idade pois toda bola difícil que possa ficar de perto da área pequena ele segura como se tivesse sido alcançada de presente impedindo até a própria gritaria da torcida rival percebendo que o goleiro vai ser negócio simples para o próximo chute dos atacantes do time que estiver na frente.

Nas fotos: Borges (17), o artilheiro de São Paulo em Montevidéu. Dr. Mario Romano mostrando a camisa doada pelo Rogério para o Muséu do Futebol.

NACIONAL (UY) 3 x RIVER PLATE (AR) 0

Quinta, 19 de Março de 2009 – 21:50 h.

Lotação: 52 mil

NACIONAL: Rodrigo Muñoz (25); Martín Rodríguez (06); Mauricio Victorino (04); Adrián «Osso» Romero (15); Federico Domínguez (03); Álvaro Fernández (22), Oscar Javier «Ojota» Morales (21 e Capitão); Diego Arismendi (08); Nicolás Lodeiro (14); Mondaini (16); «Cacique» Medina (09)

Treinador: Gerardo Pelusso.

RIVER PLATE: Mariano Barbosa (23 – goleiro); Nicolás Sánchez (02); Facundo Quiroga (06); Paulo Ferrari (04); Cristian Villagra (03); Oscar Ahumada (05 e Capitão); Augusto Fernández (08); Marcelo Gallardo (10); Cristian Fabiani (23); Rubens Sambueza (11) e García Zárate (09).

Reservas: Mario Veja (12 e goleiro); Gustavo Cabral (24); Nicolás Domingo (20); Matías Adelairas (18); Martín Galmarini (21); Diego Buonanote (15); Mauro Rosales (07).

Treinador: Néstor «Pipo» Gorosito.

Ártibro: Carlos Chandia (Chile). Bandeirinhas: Cristian Julio e Lorenzo Acuña, (Chile). Árbitro na reserva: Darío Ubríaco (Uruguai). Vistoria da CSF, Guido Chamorro (Paraguai) e médico anti-dopagem Dr. José Veloso (Uruguai).

DALE, DALE BOLSO, DALE BOOOOOLSOOO foi parte da artilharia da torcida tricolor uruguaia saindo do Estádio Centenario e acordando os vira-latas que estiveram cochilando entre as árvores do Parque Batlle (semalhante ao Ibirapuera paulistano).

Não tem sobrenome argentino mais envolvido com as vitórias internacionais de Boca Junior como o MACRI. Mauricio Macri com terno de Presidente dos «xeneises» foi vital nesse pulo que deu o Boca faz dez anos ficando na frente dessa tabela dos times do mundo inteiro em ter ganho maior quantidade de canecos.

Pois é...o NACIONAL tem como apoio financeiro, a empresa MACRI uruguaia e o olhar dos jogadores do River com certeza batiam de jeito continuo nessa faixa estampada na camisa branca do BOLSO. Daria para acreditar que hoje cedo de manhã, a cidade de Buenos Aires torcedora do Boca colocasse uma faixa xerocada pela cidade toda com foto dessa camisa uruguaia lembrando-lhes às «Galinhas» portenhas que o MACRI é pesadelo para eles, estejam onde estiverem.

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