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«Quero-queros» uruguaios vencem «Nômades» kazaquistanenses 44 x 7 em Montevidéu

19.07.2010
 
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«Quero-queros» uruguaios vencem «Nômades» kazaquistanenses 44 x 7 em Montevidéu

A seleção uruguaia de ráguebi, os conhecidos «Quero-queros» venceram sem sufoco á seleção de Kazaquistão no Estádio Charrua de Montevidéu 44 x 7 atingindo o próximo alvo e o último degrau rumo á Taça do Mundo Nova Zelândia 2011, desta vez num mata-mata perante o vencedor do jogo Romênia x Tunísia.

O jogo parecia tingir-se equilibrado até que o primeiro pênalti conquistado em favor dos uruguaios ia abrir a faixa rápida da vitória gerando um beco sem saída para os «nômades». Foram os primeiros três pontos do falcão uruguaio, Emiliano Caffera com a camisa 10.

Alguns minutos depois, no eixo central quase na metade do campo, o Martín Crosa segurou a oval embaixo do braço colocando-a na cratera plástica verde fluorescente, refletindo a exatidão do chute pênalti em mais três pontos para os uruguaios.

O primeiro «try» sobrevoava o ambiente e saboreava-se no paladar dos torcedores e jogadores uruguaios pois o estilo de jogo «celeste» começava progredir em campo de jeito muito fluente. Subindo desde o centro do campo até pegar a faixa esquerda do ataque, houve uma «tabelinha» enxuta uruguaia que pela valia, gerou os bate-palmas dos torcedores e o abração do Martín Crosa com mais dois jogadores.

O falcão uruguaio, Emiliano Caffera ia aumentar o marcador com mais dois pontos para os anfitriões.

Poucos minutos depois, repete-se a estratégia uruguaia mas desta vez mudando de faixa. Do eixo central rumo á faixa direita houve nova evolução do time chefiado pelo Gonzalo Camardón desde o plantão, atingindo mais cinco pontos na hora que o Leandro Leivas apoiava a oval após a linha de fundo. Mais uma «try» celeste que ia com prêmio, mais dos pontos do amigo da cratera fluo, o Emiliano Caffera que ia ganhando carimbo de destaque já.

Encerrando a primeira metade do jogo, o Emiliano Caffera ia brilhar de novo chutando mais um pênalti entre as colunas. Os bandeirinhas argentinos com camisa oficial embaixo do agasalho esportivo, bracejaram as bandeiras confirmando esses dois pontos do Caffera e o final do primeiro tempo com o placar URUGUAI 20 x KAZAQUISTÃO 0.

Dos três árbitros, só o central vestiu com camisa vermelha. Fica claro que só ele teve a possibilidade de andar bastante pelo gramado «esquentando» o corpo. Os bandeirinhas teriam que ter tido como uniforme um cobertor cada por cima da cabeça, além do sol tímido que debruçou no Estádio Charrua.

A segunda metade iniciou com alteração dos kazaquistanenses, saindo do gramado o Ahmetzhan Baratov (09) e pulando em campo o Ilya Poplavskiy (21).

Mas nada ia mudar quanto aos primeiros 40 minutos pois a «Chuteira Dourada» uruguaia do Caffera, conquistou mais um pênalti aumentando o placar 23 x 0.

A «celeste» poderia ter tremido caso os «Nômades» tivessem começado apoiar a oval embaixo das colunas e conquistando os dois pontos de acréscimo pois com pênaltis apenas não ia conseguir dar uma virada no resultado.

Tendo andado alguns minutos da segunda metade e progredindo pela faixa direita do ataque kazaquistanense, o Ildar Abdrazakov (12) enfiou em diagonal rumo ao centro das colunas, conquistando o primeiro é único «try» dos visitantes. Foi o Sergey Noshkin (15) que ganhou prêmio de mais dois pontos para o time visitante.

Nesse instante o placar mostrava do lado de fora do retângulo de jogo, pertinho dum dos escanteios na hora do futebol. URUGUAI 23 x KAZAQUISTÃO 7.

Um dos atacantes kazaquistanenses nessa jogada ficou deitado no gramado segurando a cara com as mãos, sintoma claro de dor. O uruguaio Alfredo Giuria (08) e o Serik Zhanseitov (05) ganharam cartão amarelo ficando fora da quadra no decorrer de cinco minutos. Desde o vestiário uruguaio chegou primeiro um cobertor celeste para o uruguaio que ficava no aguardo do reingresso ao jogo sentado numa cadeira plástica branca e logo na hora que o argentino Santiago Ramallo (vistoria da IRB) pediu para o plantão visitante que colocassem um acima do jogador Zhanseitov, não tendo chegue, os uruguaios refletindo confraternização ofereceram um cobertor celeste para o visitante.

O gigante uruguaio, Juan Carlos Bado (04) saiu do gramado deixando sua vaga para o Martín Fonseca (19) sendo que após esta marcação no jogo, chegou o «try» uruguaio mais desejado de todos pois dava uma de ré nesse provável reagir dos «Nômades» levando o placar 28 x 7 por conta do Leandro Leivas (14). O acréscimo para esse try ia vir do lado da chuteira direita do artilheiro uruguaio, Emiliano Caffera.

Aos poucos, os uruguaios quebraram para sempre a vontade dos kazaquistanenses com mais uma try com acréscimo mais uma vez conquistado pelo camisa (10) uruguaio.

A partir desse momento chegaram todas as alterações em cachoeira tentando que todos os jogadores participassem da partida, no caso dos visitantes se despedindo da possibilidade de alcançar uma vaga nesta classificatória para Nova Zelândia 2011.

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