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Sul-americana – Peñarol 2 x Barcelona de Guaiaquil 1. Goiás rival dos uruguaios nas oitavas

15.09.2010
 
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Sul-americana – Peñarol 2 x Barcelona de Guaiaquil 1. Goiás rival dos uruguaios nas oitavas

Uns 40 mil torcedores do Peñarol vestiram as arquibancadas do Estádio Centenario de Montevidéu de jalde-negro e acabaram comemorando a vitória e classificação nas Oitavas da Sul-Americana. O grande destaque da noitada do reencontro dos torcedores com o futebol internacional foi a bate palmas estrondoso que desceu da torcida oferecendo-lhe a despedida ao jogador do Nacional de Montevidéu, Jorge «Orelha» Rodríguez que acabou falecendo sábado retrasado por causa duma batida de carros na orla montevideana. Uma faixa carregada pelos jogadores do Peñarol antes do início do jogo refletiu sua despedida: «Até mais Jorge».

Este último comentário é mais um sintoma que o futebol uruguaio e tomara que a própria cabeça dos torcedores mais «malucos» que são os responsáveis de estragar aquele ambiente familiar que houve ontem, está evoluindo. Sem dúvida que essa marcação foi á partir desse mergulho gostoso que seleção acabou dando nas Semis da África do Sul 2010 e o agir dos 23 jogadores que acabou contribuindo para que isso bem aconchegante acontecesse.

Por incrível que pareça, nessa que vai acabar sendo uma noitada inesquecível para o ambiente do futebol uruguaio, á partir de uma morte, a lembrança de um jogador de 22 anos foi mais forte que tudo e veículo para que no mínimo as camisas do planeta que fazem acontecer a cada edição um clássico ÚNICO com oito Taças do Mundo no gramado, consigam se abraçar no decorrer de um minuto, que nesta oportunidade foi mesmo um minuto sem apitos, barulho, gritaria, piadas nem babaquices. Respeito absoluto que desceu em cachoeira pelo leito dos degraus das arquibancadas e levando em consideração que o painel eletrônico do Estádio Centenario mostrou a foto do Jorge Rodríguez com a CAMISA do NACIONAL e um laço de luto tão grande quanto á foto é extremamente emocionante fazer este comentário para os nossos leitores. Sem sequer sabê-lo, o «Orelha» sacrificou a própria vida para que as maiores torcidas uruguaias ficassem de braços dados no mínimo um minuto.

Quanto ao jogo, quase que fica num degrau por baixo. Embora, confira agora o nosso comentário.

Terça 14 de Setembro de 2010

Estádio Centenario de Montevidéu.

Hora: 19:15 – Temperatura: 9ºC – Lotação: 40 mil.

PEÑAROL: (01) Sebastián Sosa, (03) Gerardo Alcoba, (06) Guillermo Rodríguez, (24) Emiliano Albín, (05) Egídio «Cacha» Arévalo Ríos (capitão), (18) «Pato» Sosa, (10) Alejandro «Portenho» Martinuccio, (13) Matías Aguirregaray, (20) Palacios, (17) Matías Corujo e (09) Diego «Furacão» Alonso.

PLANTÃO: (12) Ernesto Hernández, (08) Antonio «Toni» Pacheco, (04) Alejandro González, (22) Darío Rodríguez, (25) Nicolás Domingos, (19) Jonhatan Ramis e (7) Mejía.

Treinador: Manuel Keosseian.

BARCELONA: (01) Máximo Banguera, (02) Jonathan Montenegro, (05) José Luis Perlaza, (04) Jefferson Hurtado, (11) Giovanni Nazareno, (08) Fernando Hidalgo, (23) Dennis Quiñones, (18) Matías Oyola, (17) Pablo Palacios, (09) Juan Samudio e (15) Ricardo Noir.

PLANTÃO: (25) Daniel Vitteri, (14) Jorge Cevallos, (16) Henry León, (03) Edison Valdiviezo, (07) Mike Rodríguez, (06) Christian Sánchez Prette e (19) Vinicio Angulo.

Treinador Principal: Juan Manuel Llop. Treinador adito: Jorge Gabrich.

Tendo feito o balanço final, tal vez o resultado de empate tivesse sido o mais justo pois até desarrumado, o Barcelona na segunda metade tentou sempre, primeiro o empate 1 x 1 e logo conquistar o segundo gol que acabasse lhe dando a vitória e a classificação nas Oitavas da Sul-Americana.

Temos que levar em consideração que nos mata-matas da Taça Sul-Americana, trata-se de um jogo de 180 minutos e a primeira metade em Guaiaquil foi vitória do Peñarol.

Fora algumas carícias mornas nas grandes áreas, o artilheiro Diego Alonso conseguiu a bola entrando na grande área pela faixa esquerda batendo para o gol mas sem sucesso...a melindrosa saiu quicando pela linha de fundo.

O primeiro grande chute de longa distância saiu da chuteira do argentino Ricardo Noir que fez voar o guardião fluo limão do Peñarol, Sebastián Sosa rumo ao ângulo superior – esquerdo da cidadela jalde-negra dando um toque com a luva por cima do travessão, encaminhando a bola para o escanteio nos 21 minutos da partida.

Quase em paralelo, houve alteração no Barcelona, pulando em campo o Jorge Cevallos (14) na vaga Jonathan Montenegro (02).

Três minutos depois, após uma bola conquistada pelo «Pato» Sosa quase na metade da quadra, encaminhou cruzamento rumo ao atacante canhoto argentino Alejandro Martinuccio que ia subindo pela faixa esquerda e ziguezagueando um zagueiro, colocou bola rasa na área pequena que nem o juvenil Palacios e o veterano centroavante Alonso, alcançaram tocar para furar a rede visitante.

Andando quase a meia-hora de jogo, o argentino Noir ganhou cartão amarelo.

No eixo dos 40 minutos, primeira cabeçada extremamente perigosa do centroavante equatoriano Juan Samudio que foi, foi, foi, quase gol...mas tudo continuou igualzinho.

Mais um minuto e o Dennis Quiñones equatoriano ganhou cartão amarelo, segundo para o time.

Não tinha transcorrido um minuto dessa jogada que o centroavante do Peñarol, Alonso chutou com classe uma cobrança 10 metros fora da grande área que o goleiro Banguera mandou para escanteio por cima.

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