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Basquete: Sul-americano feminino Sub-15 em Flores - Uruguai

09.11.2010
 
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Basquete: Sul-americano feminino Sub-15 em Flores - Uruguai

A seleção uruguaia de basquete feminina Sub-15 continua treinando para o Sul-Americano da categoria que vai acontecer nos próximos dias no Complexo Esportivo «Ciríaco López» do Estado uruguaio de Flores que sob gestão do Prefeito, Dr. Vet. Armando Castaingdebat é mais uma vez anfitriã dum evento continental de basquete em apenas dois anos. Agora a «responsabilidade» é das gurias mais novas da Federação Uruguaia de Basquete. Confira o sentimento do treinador uruguaio, Juan Pablo Serdio.

PRAVDA: Quais são os objetivos de olho no Sul-Americano Feminino Sub-15 que vai dar início daqui a poucos dias no Estado de Flores – Uruguai?

DT_SERDIO: Vamos ver...como já tínhamos conversado do assunto para o Sul-Americano Feminino de Basquete Adulto que aconteceu em Chile, nosso objetivo na categoria é começar participar deste tipo de eventos continentais. Faz tempo que Uruguai não participa e tendo como marcação o Sul-Americano Adulto de Chile, a gente decidiu organizar o torneio Sub-15 que acho é um início bom para as novas gerações. Porém, o objetivo é esse, tentar concorrer com extrema dignidade. É óbvio que quanto aos resultados a gente não fica no aguardo de grandes sucessos. Por enquanto, vamos tentar mergulhar no torneio com dignidade e muita vontade de evoluir, procurando concorrer com a grande maioria dos rivais.

P: O negócio da altura das rivais é sempre o grande problema dos uruguaios? Como se faz para tentar encurtar a diferença de centímetros no garrafão?

DT_SERDIO: Já temos falado do assunto da altura e seja no feminino quanto o masculino. Na hora de fazer a escolha das jogadoras tivemos como objetivo fundamental que fossem agílimas, com estado atlético impar, com padrão de jogo muito rápido, tentando sempre marcação agressiva, querendo resolver essa desvantagem com a tal atitude, muita velocidade, estado atlético e jogando acima das rivais a maior pressão possível.

P: Quanto tem a ver com ás rivais. O que conhece?

DT_SERDIO: Acontece a mesma coisa que na categoria adultas. Brasil e Argentina estão alguns degraus acima. Acho que com a Venezuela e o Chile poderia acontecer coisa semelhante, então nosso objetivo é concorrer com possibilidades perante o Paraguai e o Peru. Temos certeza que as condições atléticas das paraguaias são bastante semelhantes ás nossas.Aliás, sendo categoria Sub-15 a gente não conhece muito do resto. Temos que Uruguai não participa faz muitos anos e além disso trata-se de gerações novas, ou seja, que não para conhecer as jogadoras. Quanto ao Sul-Americano Sub-17 prévio, estivemos averiguando pois são as primeiras rivais então são muitas as jogadoras que repetem na seleção paraguaia . Já no caso da Argentina, tem jogadoras de 1,80 até 1,85 m de altura e esse assunto não da sequer para dar uma analisada, temos que resolvê-lo e acabou. Acho que sendo bastante agressivo na marcação, procurando uma rotação eficaz na defesa tentando complicar os passes para que as rivais não desenvolvam uma gestão fluente, gerando muito bloqueio e correr tentando tirar benefício das nossas vantagens de sermos atléticos.

P: Nome, idade, clube e objetivo para o Sul-Americano de Flores?

ROCIO SCARABINI: Meu nome é Rocío Scarabini, completei 14 anos, moro na cidade de Paysandú, jogo no time Allavena dessa cidade,meço 1,70 m, nasci o dia 31 de Maio de 1996 e quanto aos objetivos, é óbvio, curtir muito o torneio e caso for possível vencer num jogo.

P: Esta turma tem jogadoras de muitas cidades do interior uruguaio. Esso complica sua tarefa?

DT_SERDIO: Quanto á montagem da turma foi difícil mesmo. Difícil...nem tanto. Na verdade é muito bom ter jogadoras de qualquer cantinho do país. Por enquanto, isso faz que o segmento feminino do basquete uruguaio cresça e acabe evoluindo em cada lugarzinho que for treinado. Hoje temos sete jogadoras do interior do país, duas de Paysandú, duas de Flores, uma de Mercedes, uma de Durazno e uma guria de San José e mais sete de Montevidéu. Então complica se levarmos em consideração que tivemos que sair muito para o próprio interior mas em contrapor acabamos recebendo muito apoio dos clubes do interior, dos país das jogadoras do interior e da Federação para montar esses encontros que chamamos de «Campus». Na outra beira, coloca barreiras ter essa dificuldade de não dispor as jogadoras a cada dia para continuar progredindo mais rápido, fazendo conhecer as engrenagens da nossa proposta de jeito mais fluente. Acho super importante salientar que esta geração das gurias não teve possibilidades de jogar muitas partidas nessa pequena carreira esportiva que estão desenvolvendo. Talvez tem jogado 7 ou 8 partidas, que na maioria dos casos são jogos que exprimem encontros de aprendizagem, sem relógio nem controle do placar. Essa desvantagem obstrui o crescimento pois precisam cair na real, treinando com formato jogo em si próprio assim como vai acontecer neste torneio Sul-Americano. Essa desvantagem e tempo que dispomos são as duas barreiras que temos para pular na frente. Fora isso, acho que estamos desenvolvendo uma tarefa boa e os objetivos que temos que atingir é dar o esforço todo e tentar concorrer sempre. Não ficar no aguardo de sucessos exigindo nada para ás gurias. Que este acabe sendo o primeiro degrauzinho para continuar evoluindo no futuro.

P: Nome, idade, clube e objetivo para o Sul-Americano de Flores?

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