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A «Santíssima Trindade» brasileira abençoou o River Plate uruguaio em 2009.

08.11.2009
 
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Agora é a vez do Gabriel Marques, bem mais conhecido como Gabriel no Brasil e Marques no Uruguai. Infelizmente para ele não conseguiu participar da turma da Sul-Americana pois na hora que ele chegou no River Plate o tempo de cadastramento na lista tinha acabado, Ele faz parte da turma alvi-vermelha no Torneio Uruguaio. Mas só ele vai dizer o que está acontecendo na vida neste roteiro no time do Prado montevideano.

PRAVDA: Onde você nasceu? Qual é a cidadezinha do peito? O gramado que você gostou para o bate-bola sendo criança?

GABRIEL MARQUES: Meu nome é Gabriel Marques de Andrade Pinto, tenho 21 anos, nasci na cidade de Pedro Leopoldo em Minas Gerais, que faz parte da área metropolitana de Belo Horizonte e comecei jogar futebol num campo de terra, num campo ruim, que dava para se machucar, para ralar o joelho, mas foi uma experiência muito boa, até com um ex jogador de futebol de lá que eu trabalhei muito, como o Paulo Isidoro (da seleção do Brasil 1980 na Copa de Oro de Montevidéu e na Taça do Mundo Espanha 1982 vestindo a camisa sete), estava me treinando, passei como dois ou três anos com ele, logo trabalhei com Eder Alixo, lateral-direito da seleção, um ano e pouco.

P: Como foi sua carreira? Um único time antes que o River Plate?

GABRIEL MARQUES: Trabalhei um tempo no time da minha cidade, chamado Vespasiano, trabalhei um tempo lá com, um dois anos, com o Milagres, o goleiro Milagres que jogou no Atlético Mineiro , já tinha dito, trabalhei dois anos com o Paulo Isidoro onde aprendi muita coisa, onde ganhei uma experiência muito grande e logo com o Eder Alixo mas um ano e pouquinho até que surgiu a oportunidade do Grêmio de Porto Alegre onde trabalhei três anos, onde evolui como pessoa, evolui como jogador, quando surgiu a possibilidade de vir para o River Plate pois um preparador físico que eu trabalhei com ele no Grêmio veio para cá pois veio trabalhar com o zagueiro da seleção Sub-20 uruguaia e do Nacional, Sebastián Coates e ele me indicou, deu as características como jogava, como era o meu futebol, como era como pessoa também e o pessoal gostou, ele me indicou e o meu empresário, me ligou que viesses para cá. Agora estou gostando muito mas me deram muita força o Ronaldo Conceição, foi importante a turma brasileira do River Plate pois quando eu cheguei aqui não sabia nada de língua, de costumes, de comida, não sabia de nada. Está se dando bem dentro e fora de campo, que é importantíssimo. Graças a Deus, está tudo certo, estamos no caminho certo, estamos trabalhando bem, estamos com um grande treinador que é o Carrasco, que nos ajuda.

P: O que é o Carrasco para você?

MARQUES: Além de polêmico, na verdade é um cara que trabalha muito, um cara muito inteligente, um cara que quando cheguei aqui me apoiou, me deu bastante força, cheguei aqui tranqüilo, cheguei aqui sem um problema, ele chegou a ver um DVD e me trouxe, uma pessoa muito boa. Mas é bom salientar que é polêmico fora, na turma ele brinca com todos, mas estamos tendo todas essas conquistas pelo trabalho de toda a Comissão Técnica como é o caso do Profe, como o Omar Garatte (treinador de goleiros), como o Darwin Rodríguez (treinador apoio do Carrasco), e graça a Deus estamos aí, estamos agora na Sul-Americana, com um triunfo bastante grande para o River todo, nem só para nós jogadores senão para o River, para a história do River. Estou um pouco triste, um pouco alegre também. Triste pois eu não cheguei a tempo, meu transfer não chegou a tempo para me inscrever na Sul-Americana mas está....estive acompanhando agora lá na Sul-Americana em Buenos Aires. Acompanhei tudo, o drama dos pênaltis o nervosismo e graças a Deus passamos para próxima fase, quem sabe aí pegamos um brasileiro como o Fluminense, coisa linda. Para brasileiro jogar contra time brasileiro é maravilhoso, como foi com o Ronaldo e Andrezinho contra o Vitória que fizeram uma grande partida, pode ter certeza que é uma emoção muito grande jogar contra um time do Brasil.

P: Até quando o contrato com o River Plate? Sem você na turma da Sul-Americana o River continua até pegar o caneco de Campeão?

MARQUES: Tenho contrato de um ano e acaba em Junho de 2010 com opção de renovação mais dois anos. Com relação a isso da Sul-Americana, com certeza eles vão conseguir a classificação, com certeza eles vão ir na frente, com certeza ele vão buscar aí o título que claro que é difícil mas tem uma turma para conquistar a Copa Sul-Americana, sem mim também com certeza...

P: Contigo na turma a Taça estava no bolso, não é?

MARQUES: (Sorridente e tanto ele respondeu) Não, não, não, não é assim não. A vontade era muita de estar jogando aí mas futebol tem essas coisas mas espero que cheguem mais longe, pois vai ser bom para todos, vai ser bom para o River, vai ser bom para a Comissão Técnica, vai ser bom para a Diretoria, vai ser bom para tudo mundo.

P: Da para imaginar o Estádio Centenario com 45 mil pessoas torcendo pelo River Plate perante a Liga de Quito?

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