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Santiago «Vasco» Ostolaza – Nome, sobrenome e apelido campeões da Libertadores 1988 joga herdeiro na grama

04.02.2010
 
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Santiago «Vasco» Ostolaza – Nome, sobrenome e apelido campeões da Libertadores 1988 joga herdeiro na grama

Santiago «Vasco» Ostolaza, integrante da última seleção uruguaia Campeã Sul-Americana Juvenil 1981, do último time uruguaio Campeão da Libertadores e Intercontinental 1988 (Nacional), primeiro jogador uruguaio da gema fura-malhas em Wembley e participou da Taça do Mundo Itália 1990. Ele compartilha os segredos dos sucessos e apresenta o filho no Racing Club de Montevideo 2010.

PRAVDA: Compartilhe o sentimento daquele último sucesso Sul-Americano com a camisa uruguaia juvenil no Equador 1981. Lembre alguns daqueles rivais brasileiros e argentinos.

VASCO: Super satisfeito por ter conquistado mais um título para o meu país levando em consideração que trata-se do último até hoje mas temos que continuar acreditando no futebol uruguaio que fora ficar envolvido em situações difíceis consegue objetivos. Nesse instante a turma que tinha-se formado foi importante sob chefia de um treinador como o Gutiérrez Ponce e com jogadores de muita valia como o Enzo Francescoli e centroavante Jorge Da Silva. Quanto tinha a ver com os nossos rivais, os brasileiros eram jogadores muito bons e no caso da Argentina que alcançou a final conosco, o zagueiro Oscar Ruggeri foi um dos mais famosos no decorrer do tempo nem só vestindo a camisa de jogador senão com o uniforme de treinador.

P: Tua carreira acabou com mais um privilégio, ter conquistado o primeiro gol vestindo a camisa uruguaia no Estádio de Wembley.

VASCO: Alegria imensa para mim, pode ter certeza. Não tinha valorizado mesmo. Soube que o Alberto Pedro Spencer com a camisa uruguaia tinha marcado o primeiro gol em Wembley mas o ambiente do futebol no mínimo conhece que o Spencer nasceu no Equador. Nem sei, ter tido a possibilidade de ser parte desse palco com grandíssimo histórico para o futebol mundial, conquistar um gol e ser o primeiro uruguaio da gema que o concretiza é uma grande alegria.

P: Qual foi o Estádio do mundo que deixou sua marca nas tuas lembranças?

VASCO: Vamos ver...acho que o Maracanã lotado o dia da final da Copa América 1989, o jogo Brasil x Uruguai. Sem dúvida, o Maracanã lotado foi marcante para mim pelo conteúdo da própria partida mas acrescentando a efervescência que houve naquele estádio com lotação no eixo das 180 – 200 mil pessoas.

P: Quanto tem a ver com o meu paladar, foste um herói na própria torcida do Nacional mas com antecedência houve uma partida só que jogou com a camisa do Peñarol perante o Nacional. Nem esse fato acabou estragando a imagem do Vasco com herói dos tricolores uruguaios?

VASCO: Da para salientar que nesse caso não foi decisão da gente. Aliás, foi decidido pelas Diretorias dos clubes Bella Vista e Peñarol de olho num «torneio» montado entre os grandões uruguaios com oito jogos «clássicos». Nesse torneio jogado pelo Nacional – Peñarol, Peñarol – Nacional foram convidados um jogador uruguaio e um outro estrangeiro a cada clássico. Nesse momento, o treinador do Peñarol, Dom Roque Gastón Máspoli (goleiro titular uruguaio no Maracanaço 1950), pede para a Diretoria do Peñarol que eu fosse a escolha uruguaia e acabei sendo convidado. Por incrível que pareça, passou mais um ano e mesmo com o interesse do Peñarol, o Nacional comprou meu passe. A Diretoria do Bella Vista conversou do assunto com as Diretorias do Peñarol e do Nacional acertando logo com o Nacional. Fica claro que nessa época os passes tratavam-se entre Diretorias e eu só fiquei á par na hora que ligaram para mim confirmando que Bella Vista tinha vendido meu passe para o Nacional.

P: Percebe mesmo que a torcida do Nacional te adora e o resto das torcidas uruguaias respeitam você demais?

VASCO: Percebo mesmo até hoje que o pessoal na rua ainda se lembra de meu agir no gramado fora que passaram muitos anos. Felizmente há muitas lembranças da minha tarefa vestindo a camisa do Nacional, da minha carreira como futebolista que levando em consideração que foi ir para o batente a cada dia, como uma profissão, tentei sempre que fosse acima dos trilhos.

P: Nos lembrando daquele Nacional 1988, o que exprime Hugo De León que a torcida adora ele mesmo?

VASCO: Acho que Hugo foi muito importante para todos nós naquele instante. Isso aí. líder e tanto dessa turma. Um cara com grandíssima experiência que já tinha agüentado esse tipo de jogos, encerramentos, e nós tentamos ficar de mãos dadas com ele pois tínhamos muita confiança no seu agir Nem só pela liderança que ele tinha senão pela valia como futebolista pois na hora de receber a bola, o destino que ele lhe dava era o melhor para o time.

P: O que mais lembra daquele jogo incrível na Final Intercontinental em Tóquio perante o PSV Eihndoven da Holanda? Tua cabeçada após o último escanteio no tempo suplementar, entrou mesmo ou comemorou tentando influenciar a decisão do árbitro?

VASCO: Acho que o mais importante foi ter arvorado o caneco de campeão. Um jogo extremamente difícil pois o rival era uma seleção do mundo, integrada por jogadores das seleções da Dinamarca, da Bélgica, do próprio Brasil com o Romário como representante e para nós foi muito importante pois onze uruguaios conseguimos vencer nesse jogo que foi difícil mesmo. Os que lembramos aquela partida, não esquecemos que foram 120 minutos complicados e logo acabáramos obtendo nosso objetivo na

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