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Taça Libertadores da América

03.04.2007
 
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Taça Libertadores da América

Morreu o Juan Joya Cordero do Peñarol do 1960 - Nacional (Uruguai) x EMELEC (Equador) – Defensor Sporting (Uruguai) x Santos (Brasil) em Montevidéu Semana retrasada faleceu em Lima – Peru o grande jogador peruano Juan Joya Cordero, propriétario da camisa 11 do famoso Peñarol da década dos 60 do século passado.

O grande negro nasceu no futebol no Alianza Lima peruano com camisa semelhante com a do Porto, Depor A Coruña ou Espanyol de Barcelona.

Logo ter participado duma Copa América de Seleções no ano 1959 em Buenos Aires – Argentina vestindo a camisa branca e vermelha do Peru, muitos desses jogadores ficaram na grande vitrine argentina e um deles foi o Juan Joya que nem sequer “mudou” design e cores da camisa peruana pois ficou no River Plata portenho sem o sucesso desejado.

No início da década dos 60 deu aquele pulinho para a outra beira do Rio da Prata “mergulhando-se” numa equipa inesquecível do Peñarol que já tinha ganho a primeira Taça Libertadores da história no 1960.

No 1961 foi Campeão da América e do Mundo prante o Benfica do Eusébio.

Perante os brasileiros, inúmeras “batalhas” com o Santos do Rei Pelé, tendo perdido em 1962 mas tendo ganho no 1965, deixando-o fora da final em Buenos Aires – Argentina, numa terceira partida ( após o 3-4 em Santos e 3-2 em Montevidéu ), no que foi a estréia do goleiro internacional uruguaio, Ladislao “chiquito” Mazurkiewicz com apenas 19 anos, acabando com a vitória uruguaia 2-0 com golo do Juan Joya Cordero no minuto 16 após escanteio.

Logo ter ganho do Santos numa semi ( final anticipada ), o Peñarol perdeu a final em Santiago de Chile perante o Independiente argentino que começava a cachoeira de títulos (7) do vermelho do Diabo da localidade de Avellaneda que até hoje nenhuma outra equipa tem conseguido empatar.

Peñarol e Boca Juniors vem no segundo degrau com cinco Libertadores ganhas.

Ano seguinte, no 1966 foi parte desse time incrível do Peñarol que também em Santiago conquistou a Libertadores numa terceira partida perante o River Plate, antiga equipa do Juan Joya, dando uma virada no jogo 4-2 após um início 0-2, que junto com o Maracanaço 1950 sãoas maiores fazanhas do futebol uruguaio.

O 26 de outubro de 1966 no Estádio Chamartín de Madri ( atual Santiago Bernabéu ) o Peñarol venceu o Real Madri em casa pela primeira vez na história num torneio internacional.

Campeão uruguaio em meia dúzia de oportunidades ( três sem sequer perder uma partida ), numa década que o Peñarol e Nacional de Montevidéu alcançaram nove das onze fnais da Libertadores no decorrer do 1960 até 1971.

Fiz uma grande amizade com seu rival com a pior cara fechada “no gramado” que alguém possa imaginar, o internacional uruguaio com o Nacional e a Seleção, no 1966 e 1970, Luis “Pëta” Ubiña (camisa 4).

Acabou seu roteiro pelos relvados do mundo no clube Sudamérica de Montevidéu deixando o filho caçulo no Uruguai sendo parte hoje da Força Aérea Uruguaia.

Ele voltou para Lima faz alguns anos sendo sempre anfitrião de luxo das delegações uruguayas, seja qual for a equipa ou da seleção mesmo que o confronto tinha sido perante o Peru.

No Aeroporto Internacional Jorge Cháves, no hotel escolhido pela delegação ou no Estádio Nacional de Lima, ele esteve com os uruguaios a cada oportunidade.

Na partida de ontem do Peñarol 1 x Miramar Misiones 1 pelo Torneio Uruguaio, a flåmula do Peñarol não tem chegue até o topo, houve um minuto de silêncio em homenagem do Juan Joya Cordero e todos aqueles que assistiram o jogo no Estádio Centenario deram o último bate-palmas das arquibancada mas desta vez olhando para o céu e não para o gramado.

Este correspondente agradece alguns comentários dos advogados e reconhecidos amadores do futebol, Alfredo Enrique Etchandy e Jorge da Silveira pois foram porção importante na montagem desta matéria.

LIBERTADORES

Sem sair de Montevidéu, deixamos as lembranças na gaveta do coração, pulando para a Libertadores desta versão 2007.

Na terça 3 de abril, o Nacional de Montevidéu fica no aguardo do Emelec equatoriano que tem ganho os primeiros pontos na Taça em Guayaquil perante este Nacional.

A equipa uruguaia colocada dézima na classificação do Torneio Uruguaio, tenta tocar na frente na Libertadores pois caso ganhar a partida de amanhã no Grã Parque Central, vai ficar segundo no grupo apenas um ponto atrás do Velez Sarsfield de Buenos Aires, esperando-o logo em Montevidéu na procura da classificação mesmo que vai acabar sua participação em Porto Alegre – Brasil, perante o Campeão do Mundo 2006. os colorados do Inter.

De olho no grupo do Santos (classificado com 12 pontos – 100% dos jogados e melhor percentagem da Libertadores toda até hoje ), o Defensor Sporting de Montevidéu recebe os Santistas na quinta 5 de abril no Estádio Centenario na procura da segunda vaga para oitavas junto com os prediletos do Pelé.

Defensor Sporting vai conseguir a classificação conquistando apenas um ponto na próxima partida porém quase com certeza que as duas equipas “poderiam assinar” o empate antes de sair na grama, pois o Santos ia continuar na liderança e o Defensor Sp o conseguir o alvo de continuar na briga.

O Defensor Sp tem como treinador o Jorge “Polilla” da Silva, centro-avante uruguaio no Mundial1986 no México e Campeão Sul-Americano Juvenil ( última na história dos charrúas nessa categoria ) no 1981 no Equador.

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