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Banco Mundial e o FMI anulam dívida a São Tomé e Príncipe

19.03.2007
 
Banco Mundial e o FMI anulam dívida a São Tomé e Príncipe

(São Tomé) Banco Mundial e o Fundo Mundial de Investimento (FMI) anularam a dívida externa de São Tomé e Príncipe, na ordem de 360 milhões de dólares. soube-se na tarde de ontem em plena sessão plenária da Assembleia Nacional, quando a Vice-Primeira Ministra e Ministra de Plano e Finanças, Maria dos Santos Torres, leu o fax enviado de Washington.

O anúncio levantou palmas dos deputados de todas as bancadas parlamentares, veio premiou também a convicção segura das autoridades. “Finalmente houve uma decisão favorável em prol do perdão da dívida de São Tomé e Príncipe”, declarou Maria dos Santos Torres.

Maria dos Santos Torres não leu na integra o conteúdo da notícia enviada pelo Banco Mundial e o FMI, mas explicou que o perdão anunciado reduz o maior peso, que tem a ver com a dívida multilateral.

Com esta decisão São Tomé e Príncipe agora tem 91% do perdão dos serviços da dívida, e vai negociar nesse quadro com os parceiros bilaterais, e com o Primeiro ministro e chefe do governo ausente a Vice-primeira ministra prepara para terminar as negociações ao nível do Clube de Paris.

Com a uma política de reformas coordenadas, foi possível o benefício do perdão da dívida externa. Um enorme alívio para as finanças públicas São-tomense. para a Vice-Primeira Ministra conseguiu-se diminuir o encargo financeiro que é transferido para o pagamento das dívidas, e esse valor do serviço da dívida que fica retido em São Tomé e Príncipe, serve para financiar mais projectos sociais.

Não podendo São Tomé e Príncipe voltar a cometer o mesmo erro. Agora o país tem que gerir com cuidado e promover o desenvolvimento do país. Agora vai se buscar o dinheiro fresco para investir em grandes projectos.

Foi por mérito não só deste governo, mas também dos outros, mas o actual governo foi decisivo, porque se não tivessem aplicado as medidas que estivessem de acordo com os parceiros internacionais, a dívida não seria perdoada.

O povo são-tomense que desde 1987 carrega o pesado fardo da dívida externa, é galardoado 20 anos depois com um perdão. O novo executivo da coligação MDFM-PCD, tem também uma oportunidade de ouro para efectivamente imprimir a mudança tão almejada pelas populações.

Suahills Dendê

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