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Caso Madeleine:Interrogado suspeito "russo"

17.05.2007
 
Caso Madeleine:Interrogado suspeito "russo"

A Polícia Judiciária interrogava este noite o “russo”, Sergei Malinka, que tem cadastro por crimes violentos e é homem próximo de Robert Murat, o britânico já constituído arguido no caso do rapto de Madeleine . O interrogatório começou pelas 21h30 , informa Corréio da Manhã. A polícia realizou as buscas no apartamento de Malinka e apreendeu dois computadores que vão agora ser analisados por uma equipa da Judiciária especializada em informática.

O segundo nome do Sergei não é habitual para os russos. Talvez trate-se de um moldavo, porque a maioria dos imigrantes em Portugal são os ucranianos e moldavos e não os russos. Mas para a imprensa ocidental qualquer pessoa ex-soviética é russa .

Malica é suspeito de envolvimento no desaparecimento de Madeleine. Os investigadores detectaram várias conversas telefónicas entre ele e Robert Murat na noite em que a menina inglesa foi raptada.
Segundo apurou o CM, Sergei e Robert foram também fotografados pelos investigadores nos dias a seguir ao crime. Ambos foram vistos nas imediações do Ocean Club e conversaram algumas vezes.
Sergei Malinka estaria a ser vigiado há pelo menos cinco dias, tal como Robert Murat.

A actividade de Sergei Malinka na zona da Luz é um autêntico mistério. Na vizinhança é dado como empregado de uma loja de computadores – mas o CM sabe que uma empresa de turismo aparece com o seu nome como sócio. É a Oasis Adventures, em Lagos, que tem um site na internet. Mas a morada da firma que consta na net corresponde а de um café.

Sergei Malinka vive há cerca de oito anos na Praia da Luz, a aproximadamente 500 metros da casa de onde Madeleine desapareceu. Mora com os pais, que ontem, contactados pelo CM, recusaram explicar o envolvimento do filho no desaparecimento da menina, nem t г o pouco a relação de amizade com Robert Murat.

“Conheço-o perfeitamente. É uma pessoa reservada, náo tenho razões de queixa. A única coisa de que me lembro é que quando uns carros arderam aqui na rua as suspeitas recaíram sobre ele. Todos os vizinhos acharam que era o russo, mas mais por ser estrangeiro do que por haver factos concretos. Nunca se descobriu quem o fez”, disse Jer у nimo Veiga, que mora no mesmo prédio da família de Malinka.

Com Corréio da Manhã


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