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Brasil: Em setembro, taxa de desocupação recuou para 9,0%

26.10.2007
 
Pages: 123
Brasil: Em setembro, taxa de desocupação recuou para 9,0%

Taxa recuou 0,5 ponto percentual em relação a agosto (9,5%) e 1,0 ponto percentual em relação a setembro de 2006 (10,0%). O rendimento médio real da população ocupada (R$ 1.115,00) ficou estável na comparação mensal (após três meses em queda) e continuou a subir (2,5%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

O rendimento domiciliar per capita (R$ 706,22), cresceu no mês (0,7%) e no ano (3,5%). Já a massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados 1(R$ 23,5 bilhões) cresceu 1,3% no mês e de 5,4% no ano.

Nenhum grupamento de atividade teve variação significativa no mês, mas quatro cresceram frente a setembro de 2006: Construção e Serviços prestados às empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (ambos, 5,4%); Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (4,9%) e Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (3,2%).

Em setembro de 2007, a população ocupada (21,3 milhões) cresceu em relação ao mês anterior (1,0%, ou 201 mil pessoas) e também em relação a setembro de 2006 (2,7%, ou mais 551 mil pessoas). Já a população desocupada (2,1 milhões), reduziu-se em 120 mil (5,4%) pessoas no mês e em 197 mil (8,6%) no ano. Isso contribuiu para uma redução significativa na taxa de desocupação, estimada em 9,0% para o agregado das seis regiões abrangidas pela pesquisa: em 0,5 pontos percentual (mês) e em 1,0 ponto percentual (ano).

Regionalmente, na comparação com agosto, duas regiões metropolitanas apontaram queda nesse indicador: Salvador (1,4 ponto percentual) e São Paulo (0,7 ponto percentual). Em relação a setembro de 2006, São Paulo foi à única região metropolitana a apresentar variação (- 1,7 pontos percentual).

A taxa média de desocupação para o período de janeiro a setembro de 2007 foi estimada em 9,7%. Trata-se da menor média para igual período em toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.

PESSOAS DESOCUPADAS (PD) 2

A Pesquisa Mensal de Emprego registrou recuo no contingente de desocupados (2,1 milhões) tanto em relação ao mês anterior (5,4%) quanto a setembro de 2006 (8,6%).

No âmbito regional, em relação a agosto, a população desocupada reduziu-se apenas na Região Metropolitana de Salvador (11,1%), ficando estável nas demais. Já na comparação com setembro de 2006, apenas São Paulo (-14,1%) teve alteração.

RENDIMENTO MÉDIO REAL 3

A pesquisa estimou, em setembro de 2007, para o agregado das seis regiões, o rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores em R$ 1.115,00, não apresentando movimentação em relação ao mês anterior. Na comparação com setembro de 2006, houve alta de 2,5%.

De janeiro a setembro de 2007, a média do rendimento médio real da população ocupada (R$ 1.123,66) foi a maior média para igual período desde 2003.

No enfoque regional, em relação a agosto, altas no Rio de Janeiro e em Porto Alegre (ambas com 2,0%) e recuo em Recife (6,1%) e Belo Horizonte (1,9%). No ano, altas em Recife (2,6%), Belo Horizonte (1,4%), Rio de Janeiro (5,7%), São Paulo (1,4%) e Porto Alegre (3,5%) e queda em Salvador (3,1%).

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação MENSAL, por RM

Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado Quedas nas Regiões Metropolitanas de Recife (-0,6%), Salvador (-0,4%), Belo Horizonte (-2,5%) e São Paulo (-2,6%). Altas no Rio de Janeiro (4,5%) e Porto Alegre (2,1%).

Empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado Recuos nas Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro (-7,1%) e São Paulo (-4,0%), altas em Recife (0,9%), Belo Horizonte (6,1%) e Porto Alegre (3,3%) e estabilidade em Salvador.

Trabalhadores por conta própria Altas em Salvador (1,5%), Belo Horizonte (7,6%), Rio de Janeiro (8,1%) e São Paulo (5,5%). Quedas em Recife (-7,7%) e Porto Alegre (-0,4%).

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação ANUAL por RM

Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado Quedas em Salvador (-0,9%), Belo Horizonte (-1,6%) e São Paulo (-4,6%). Altas no Rio (6,4%) e Porto Alegre (2,3). Estabilidade em Recife.

Empregados sem carteira de trabalho no setor privado Altas em Recife (4,4%), Belo Horizonte (2,8%) e Porto Alegre (10,0%). Quedas em Salvador (-13,1%) e São Paulo (-0,9%). Estabilidade no Rio.

Trabalhadores por conta própria Altas em Recife (23,2%), Belo Horizonte (4,9%), Rio de Janeiro (7,1%) e São Paulo (10,0%). Quedas em Salvador (-0,7%) e Porto Alegre (-4,6%). A tabela a seguir mostra as variações do Rendimento Médio Real Habitual da População Ocupada, segundo os Grupamentos de Atividade, para o total das seis regiões.

Rendimento Médio Real Domiciliar Per Capita 4

Em setembro de 2007, para o agregado das seis regiões, o rendimento médio real domiciliar per capita (R$ 706,22) cresceu em relação a agosto último (0,7%) e na comparação com setembro de 2006 (3,5%).

No enfoque regional, no mês, houve quedas em Recife (-3,9%) e Belo Horizonte (-1,9%), e recuperações em Salvador (2,7%), Rio de Janeiro (3,1%) e Porto Alegre (2,2%). Na comparação com setembro do ano passado, altas em todas as regiões metropolitanas: Recife (2,4%), Salvador (4,4%), Belo Horizonte (3,2%), Rio de Janeiro (6,2%), São Paulo (1,5%) e Porto Alegre (6,7%).

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