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Lula cria condições para desenvolvimento do NE

13.08.2006
 
Lula cria condições para desenvolvimento do NE

O governo Lula aumentou sensivelmente o repasse de recursos para a região. As transferências de renda duplicaram entre 2002 e 2005, e os investimentos aumentaram 48%. O governo Lula tem criado linhas de crédito para micro, pequenas e médias empresas na região. O BNDES liberou R$ 10,43 bilhões até junho de 2006.

Entre 1995 e 1998, a média anual do saldo de empregos ficou negativa, isso quer dizer que mais postos de empregos foram fechados do que abertos no período. No segundo mandato de FHC, o saldo ficou positivo em 68,198 empregos. No entanto, o governo Lula, em três anos de mandato conseguiu criar anualmente 156.238 empregos, um crescimento de 62%.

Diversas refinarias estão sendo construídas no Nordeste. Com isso, aumenta-se o número de empregos, a arrecadação, a extração do petróleo e, principalmente, o emprego de tecnologia.

Com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), o governo federal está presente em 99% dos 1.133 municípios do semi-árido brasileiro. O número de operações quase duplicou e o valor aplicado quase triplicou entre as safras 2003-2004 e 2005-2006. Com o Programa Nacional de Biodiesel, o governo incentiva as famílias a plantarem mamona ou outras oleaginosas usadas na produção do biodiesel. Até o fim do ano, a política trará renda para 80 mil agricultores, 90% desses no semi-árido. O governo determinou a completa desoneração tributária (isenção dos tributos Pis/Pasep e Cofins) do biodiesel fabricado a partir de mamona ou palma (dendê) produzida pela agricultura familiar no Nordeste.

O Bolsa Família atende, só no Nordeste, 5,5 milhões de famílias, ou seja, metade das famílias inscritas no programa. Isso mostra que o governo Lula está preocupado em diminuir a pobreza da região. O governo federal aumentou em 66% o repasse por aluno/dia da Merenda Escolar. Em 2006, foram atendidos 11,9 milhões de alunos nos estados do Nordeste, entre eles 33 mil em comunidades indígenas e 25 mil em comunidades quilombolas.

O programa Brasil Alfabetizado já atendeu 4,2 milhões de pessoas na região. O governo federal investiu também na educação superior da região, com a criação da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, na Bahia, e de campus universitários em oito dos nove estados nordestinos. Mais de 100 mil jovens foram atendidos pelos programas voltados para a juventude, em 2006.

Na saúde, o Programa Saúde da Família já atende 65% da população nordestina. Foram construídas 43 unidades da Farmácia Popular. O Saúde Bucal cobre 65% da população.A taxa de mortalidade infantil vem caindo ano a ano.

Um dos resultados deste esforço é a ampliação da renda domiciliar per capita no Nordeste. Dados do Ipea mostram que em 1995, a renda domiciliar per capita no Nordeste era de R$ 209,31. Passados 8 anos de FHC, a renda no Nordeste subiu para R$ 211,02. Um aumento de R$ 2 reais. Passados menos de 4 anos da gestão Lula, a renda média é de R$ 251,91. Ou seja, enquanto 8 anos de FHC resultaram em 2 reais per capita a mais, quatro anos de governo Lula aumentaram a renda média dos nordestinos em R$ 40.

PT


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