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Escola Pública visita Comunidade Carente de Favela de São Paulo

13.03.2020
 
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Escola Pública visita Comunidade Carente de Favela de São Paulo

PROJETO UNIVERSITÁRIO VAI ATÉ UMA CARENTE COMUNIDADE EDUCACIONAL DO REAL PARQUE/MORUMBI

Professores na Comunidade - A Dura Realidade de uma Clientela

Você entra e sai de uma Escola Pública para outra, começa o difícil dia letivo aqui e termina ali, na periferia entregue ao deus-dará, entre um apressado cafezinho e uma aula, entre uma bala de hortelã para matar a fome e um copo de água sem gelo para matar a sede, às vezes mal tem tempo de se socializar inteiro e completo mesmo, de se inteirar mesmo da dura realidade de cada comunidade. Você está acostumado a lutar, a correr, a se matar dando tantas aulas, com tantos inumanos e sofríveis acúmulos até, e nessa rotina cotidiana será que um bendito dia você já parou pra pensar "que aluno é o meu aluno"; a que tipo de comunidade escolar sirvo, a que clientela estou me dando em coração em mente; com meu sacrifício pessoal de referência até para tantos alunos? Pare e sinta.

Humanismo de Resultados

Não é fácil colocar a mente para funcionar nesse sufoco todo, pedir para o coração sentir a resistência e aliviar tensões, descansar o giz e o apagador sobre a mesa de trabalho, dar-se um tempo a partir de se situar no crivo de um humanismo de resultados, repensando o próprio fito de você ter sim uma missão, um dom, um senso altamente profissional, nesse árduo trabalho de regência de aulas, e, um belo dia você para sim, dá-se um tempo: -Meus Deus! O que é que eu estou fazendo aqui! Melhor, vamos romantizar? -Belo sol de primavera ardendo no lombo da tarde, você ali com seus braços de palha carregando bolsa cheia, livros usados, giz, apagador, lições, trabalhos para corrigir, conteúdos, diários de classe - teus ombros suportam o mundo (e ele não pesa mais do que a mão de uma criança) cantou o Poeta Drummond - e então você dá um stop! Olha-se. Aprecia o entorno, o derredor. Sente-se alma nua naquele espaço e ao seu redor tantas crianças alvissareiras, "teens", energias, viços, jovens-livros-abertos, uma enorme RESPONSABILIDADE. O que você fizer a esses alunos, eles farão à sociedade, ao futuro. Êpa! Cadê a sua rebeldia nessa hora? O direito de ser rebelde agora é do aluno, não do professor; não é esse o seu foro, seu espaço de luta é sindical, é a mobilização (condições precárias de trabalho, salário vergonhoso, classes lotadas) num outro lugar. O lugar em que você está é um canteiro, campo de trabalho, docência, regência, aulas vivas, talvez, aqui e ali, por assim dizer, um espaço minado, mas é a sua profissão, você tem que prosseguir... é o seu ônus do trabalho. Você vai se aposentar dando aulas, já pensou?

De repente, entre a lousa e o apagador, entre o sufoco e a correria, entre a loucura de seu oficio de trabalho - professar aulas - você se dá conta de que, sim, faz por amor, de alguma maneira, mas faz. E então você sem querer até, de repente, delicado, toca um aluno. Ele olha para você. Sorri para você. Responde qualquer coisa no mesmo jogo. Pergunta: - Tudo bem com a sra, professora. Ou, aquela Maria Cebola (modo delicado como você trata com estima) inquieta, briguenta, atiçada, as vezes meio rude até, no mesmo contexto olha pra você solta o verbo limpo e lindo: -Sabe, Profetio, Tiofessor, eu adoro o sr.

 

"Salve lindo pendão da esperança"

O Professor Enquanto Profissional e ser Humano

Você não cabe em si. E você cai em si. E você quer chorar, quer sorrir, quer plantar bananeiras, quer soltar borboletas  - ah o dinossauro e as borboletas - quer gritar "eu adoro isso aqui que estou fazendo feito um (a) louco(a) pirado (a)" - mas você não diz; você pirou de vez mas não pode explicitar, você precisa se controlar ou vão dizer que é o hormônio atiçado. Tudo o que num minuto antes era árduo trabalho, barra pesada, agonia, dor, janela chata entre uma aula e outra, e você ali, repensando, comovida, tocando seu coração, olhando o aluno-filho, o aluno-sobrinho, podendo se sentir altamente humana e nem tanto assim adultizada. Tem dias que não cabemos em nós... Você tem altos picos de ser altamente profissional... mas você é humano, você é gente... você já foi criança arredia, peralta (rebelde sem causa também), agitadora, e agora ali, entre a cruz e a luz; entre o giz e o apagador, se perguntando: o que é que eu vou fazer disso? Ou, melhor, poetando: o que é que eu vou fazer de mim, depois de tudo o que reger aulas fez de mim? Reflexões. Há dias que a primavera é dentro de nós.

 

Nesse enfoque, nesse raciocínio, pinta um clima. Alguém propõe que visitem um dia a comunidade carente. Alguma colega louca ou professora nova, talvez, sonhadora. Você se assunta. Você pensa logo que roupa deve vestir para a ocasião, o que levar; tem preocupação, pinta um medo também: será que eu devo? Por quê? Pois é: caia na gandaia. Nada como um dia depois do outro. Missão impossível? Pense, reflita.

 

-Se você pudesse, quem sabe um dia, ver um triste filminho da mãe do aluno saindo para trabalhar de madrugada. O sufoco, o ônibus lotado, as impropriedades do percurso, a marmita, os desaforos, as humilhações. Cadáveres, biqueiras, assédios, doenças sublimadas... Humildade é pouco. O ganho que é mísero, a luta que é dez vezes pior do que a sua luta. Se você soubesse quanto resistem...e depois a volta para casa, o mesmo inferno. Pior: o que eles esperam no retorno ao lar? Os filhos carentes pedindo um afeto, um olhar, um prato de comida; quase nada entre barracos de uma sociedade anônima, entre mansões e cortiços, entre barracos e câmaras de segurança, contrastes sociais, riquezas impunes, lucros injustos, propriedades-roubos, e a favela ali, sim, porque é na favela que a mãe de seus alunos moram. Comunidade carente. Moram? Não é bem esse o verbo. Sobrevivem. Eles preferem Comunidade... de comunitário... e comungam a dor... Sobreviver é tudo o que se quer... Não é fácil. Se você pudesse assistir uma fita com a dura realidade de cada aluno, será que você se daria mais; seria diferente? Então você um dia sai de seu meio escolar todo arrumadinho, sai de sua escola bonitinha e enfeitada (para você - para os alunos pode ser fria e de branquelas paredes vazias), e seguindo um projeto de ocasião, vai com a turma toda de educadores, num sábado de sol aberto e forte, descendo a ladeira, com um amigo e colega de trabalho membro da comunidade carente servindo de guia, de cicerone; então você tira o pé do asfalto e sabe que vai pisar outras realidades a partir de sequelas históricas.

 

A Comunidade Escolar

 

Então você anda alguns poucos metros, medindo aqueles prédios ricos, saindo da segurança dos muros escolares, e vai vendo pessoas humildes, reconhecendo parecenças com alunos e familiares. Você desconversa, mas o coração está forte no peito, você começa a ver outros horizontes, além da enorme e pomposa ponte rica, do prédio nobre, do condomínio de luxo, das arrumações arquiteturais todas, quase os chorumes... E se questiona. -Será que precisa pedir licença para algum líder local, para poder entrar? Será que de dia é mais tranquilo? Será que vão respeitar você? Será que vão compreender inteiro e plenamente tal visita? Você segue andando. Desconversa. Olha pra trás. Terrenos abandonados. Muros caídos. Grafitagens-protestos. Grades. Alarmes, cães, crianças nuas e cheia de feridas vadiando aqui e ali; pensa num filme que assistiu e agora é como se estivesse dentro de um filme. Cidade de Deus? Cidade dos Homens? Afeganistão? Somália? Paraíso Tropical? Antonia? Que lugar é esse? Pois é: a dura realidade dói. Não parece que você está dentro do Brasil, não é? Pelo menos um Brasil que você conhece, está acostumado. Esse é um outro país... A periferia de uma Sampa "Da força da grana que ergue e destrói coisas belas"... sabe a canção? Pois agora não é canção. Você leva um soco no íntimo. O choque pela vida (sobrevida, subvida; vida?) dos despossuídos? Você pisa o chão de brasileirinhos, excluídos sociais... a plebe ignara... quem eles pensam que são? Os descamisados, os miseráveis, os que estão na ponta de baixo da pirâmide da tal (neoliberal, globalizada) da tal nova (des)ordem econômica mundial... E a inconsciência dos podres poderes. Vamos, pegue na mão da realidade que vai emergenciar; tome assento nessa andação Brasil a dentro, peça licença pra sua sensibilidade, sinta o ar, o mesmo sol, o mesmo clima seco, só que agora a sua posse inteira nesse novo contexto. Ande, não pare, só pense, só sinta...  Aquelas pessoas parecem com você só que são bem mais humildes. Olham para você. Crianças. Cachorros. Cheiro de fritura diferente no ar. Uma música aqui... outra ali... então você passa em frente a tantos barracos (então é assim?). Trilhas a céu aberto, quase labirínticas. Qual é o portão? Qual é a entrada? Há uma senha? Dor. Caminhos, descaminhos, você fica sem jeito, pois é, aqui, uma lousa e um giz é quase um céu. Aqui um professor é quase um documentador em peso do que nem sempre os livros abrem para o real. Sinta-se em casa. Então o amigo que vai com você, chefiando a visitança, abraça uma bonita criança que corre arredia por ali... Quem é esse menino, você pergunta a cismar, tentando um diálogo no açodado improviso da emoção empacada. Então descobre que é filho dele, do amigo cicerone que chefia a visitação. E o abraço é forte. Os humildes também amam muito bem, puramente. E a realidade está ali: casas, quase casas, barracos, quase barracos, construções de alvenarias, entre um começo aqui e ali, uma casa encostada na outra, vielas, becos, cortiços, bibocas, onde passa um nem sempre passam três, você segue, a intimidade nua e crua de uma cozinha-quarto, de uma janela-rio, de um esgoto-rua, de uma parede-pessoa, intimidades abertas, a dor íntima de cada um exposta no varal da dura realidade. Comunidade comunitária comungando a sobrevivência... Você tenta assoviar. Não há som que soe na sua emoção agora. Você tenta soar um cumprimento, quando na curva da humilde ruela surge um ilustre desconhecido como se tivesse (e se sente) no quintal comunitário dele. E está. E você segue a turma. Professores. Alunos da USP. Orientadores, acadêmicos, mestres. Seres humanos. Você vai ficando mais seguro aos poucos. Roupas coloridas nos varais externos; quase não cabe inteiro e pleno em si. A próxima curva, o imponderável, o papo, o inusitado. As pessoas comendo, jogando, aqui e ali uma possível talvez ex-aluna, aqui e ali um possível talvez futuro aluno, aqui e ali talvez uma futura ausência, morte, bala perdida, negra dor, histórias tristes, traumas, gravidez precoce, neuras... desencanto com a grande metrópole. Você segue, você é forte, duro na queda, então o cicerone aponta um colega do bairro; cumprimenta de um jeito diferente, usa uma linguagem que você não compreende inteira (língua bárbara?) os barracos são de zinco, de restos de tudo quanto é coisa que se sustente no ar, as portas estão abertas, e, talvez, num segundo você imagina um antigo samba de Paulinho da Viola a soar na sua memória meio aburguesada dizendo que "A dor da gente não sai no jornal".

 

Você se segura na emoção, anda em grupo; o rapaz que norteia a andação da visitança mostra a arquitetura de um prédio que é um projeto, um sonho no devir, diz de ONGs; diz de planos para o futuro, então você encontra um amigo que tem afinidades ali; você entra no esqueleto do prédio e de longe vê a enorme ponte chique sobre o Rio Pinheiros querendo imitar uma ponte suspensa que é cartão postal de uma cidade norte-americana (e deve sair na próxima propaganda política enganosa de projeto inumano, dito neoliberal). Você entra no prédio, quase um clube na curva da quebrada, ali, crianças, jovens, gente mestiça, parda, negra, quase negra, e você acena, cumprimenta na medida do possível, sonhos, fotos, jornais, tudo amontoado, você está na célula de uma comunidade, no coração de uma favela (a poucos metros do Palácio Bandeirantes do governo paulista), no âmago da dor brasileiríssima, ao longe (e tão perto) a via marginal Pinheiros, a ponte, do outro lado do rio um shopping chique de ricaços, um túnel, uma cidade alheia àquela realidade que você sente, pisa, sofre, vai aprender a recompor de alguma maneira dentro de você.. .Quem é você agora? E se fosse com você? Ordem e progresso.

 

Você ouviu falar... você ouviu dizer... você soube de mortes, crimes, impunidades, perdas (ausência do estado suspeitamente sucateando políticas públicas); sequelas do crime organizado... abusos de autoridades... narcocontrabando informal, escambo, prostituição infantil, e agora você está ali e essa lição você não aprendeu em nenhuma faculdade. Todos conversam. Risos tímidos. Você é um estranho no ninho. Que país é esse? Você é um estranho para você mesmo, meu Deus. Rock, hip-hop, forró, funk, temperos com cheiros bem diferentes (migrantes; filhos do êxodo rural - da falta de uma reforma agrária), pessoas tristes, algumas passam e sorriem, mas estão com pressa, é sábado mas sobreviver não é apenas um dia sofrível na folhinha do calendário. Os jovens - afrodescendentes, mestiços, pankararus (índios sequelados) - que foram seus alunos, ou que abandonaram a escola para trabalhar, agora num espaço limitado e seco, dançam para você visitante, a dança da rua, a dança negra, a dança como válvula de escape, a fuga. A dança deveria ser alegre, mas você só vê a tristeza... Você nunca se viu de uma tristeza diferente assim, uma tristeza social... E você no miolo da dor. Alguém fotografa. Preto e branco. (Preto e pranto?) Alguém filma o colorido daquele pedaço de lugar. Registro. Documento. Brasil real. Real Parque. Morumbi. A comunidade carente agoniza mas não morre, reage, se habilita. Eles se organizam em grupos politizados, reagem, é tudo o que ela, a comunidade carente tem; reagir, contestar, correr atrás... os insensíveis do poder, sabe? Agora você é testemunha viva, a se levar consigo por onde for, outra escola (professores em São Paulo o estado mais rico da nação ganhando 35% a menos do que os professores do Piauí o estado mais pobre da nação); a mesma escola carente também, regência de aula, comunidade excluída... conteúdo, afeto, toque, alunos-filhos, alunos-cidadãos... e você sendo talvez a única esperança deles. A última. Dos filhos deste solo. Pátria Amada, Brasil. Que só é rico para os ricos, para os pobres (a maioria da população) não é. O que isso quer dizer? Privatarias (privatizações-roubos impunes) suspeitas  e os new richs da terceirização inumana, amoral, neoescravista.

 

Você saiu o mesmo quando entrou para a visita social? A dura realidade de uma clientela que é sua, que é da sociedade, que é de todos nós. Amanhã, ou segunda-feira, no começo de um dia letivo a mais, você será um professor diferente, sabendo como essa gente vive, imaginando o que essa gente passa, pensando como essa gente é discriminada, sacando como essa gente até que é boa pelo que tem de herança (sequelas) a partir de uma dívida social que veio desde a libertação de escravos que quando "libertou" não indenizou os negros; pior, do golpe de 64 que não bancou uma reforma agrária com medo do comunismo; (o medo do comunismo cria monstros) ou, ainda, do que um funesto e inumano plano econômico bancado por um ex-sociólogo, ex-marxista e ex-ateu facultou ao pais, numa espécie histórica de  "sequestro de sonho" - pois se esperava em tempos de democracia o pagamento dessa dívida social. Um olhar novo, para essa comunidade carente; talvez reflita em suas próximas aulas ou não, em sua intermediação na hora do conflito em classe, e, talvez até, você registre no seu diário de classe, numa área à parte, que num sábado foi visitar a comunidade escolar. O que você vai fazer disso é com você. O que você sentiu, pensou, vai utilizar a favor dos fracos e oprimidos, é uma reflexão pessoal, só sua, do que você viu, sentiu, sacou, refletiu. Mas não fácil, camarada. Se não foi para você, assim de cara, também não é fácil pra eles que vivenciam isso dia e noite. Parafraseando Guimarães Rosa, Mestre é quem, de repente, toca a ferida do Brasil Real, aprende. Eric Hobsbawn (in "A Era dos Extremos") disse: "Não nos desarmemos, mesmo em tempos não satisfatórios. A injustiça social ainda precisa ser denunciada e combatida. O mundo não ficará melhor por conta própria".

 

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In, fragmento de "Favela Stories", livro de recolhes de acontecências de periféricas comunidades carentes de São Paulo, livro inédito do autor.

 

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Silas Corrêa Leite

 

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Silas Corrêa Leite, Educador (Prefeitura, Estado, Particular), Jornalista Comunitário e conselheiro diplomado em Direitos Humanos, ciber poeta e livre pensador humanista, começou a escrever aos 16 anos no jornal "O Guarani" de Itararé-SP. Fez Direito e Geografia, é Especialista em Educação (Mackenzie), com extensão universitária em Literatura na Comunicação (ECA), entres outros cursos. Autor entre outros de "Porta-Lapsos", Poemas, Editora All-Print (SP); "Campo de Trigo Com Corvos", Contos premiados, Editora Design (SC), obra finalista do prêmio Telecom, Portugal 2007;  "O Homem Que Virou Cerveja", Crônicas Hilárias de um Poeta Boêmio, livro ganhador do Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador Bahia, 2009, Primus Editorial, SP; GOTO, A Lenda do reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, Editora Clube de Autores, Romance, 2014, O Menino Que Queria Ser Super-herói, Romance Infantojuvenil, Amazon, entre outros. Seu e-book de sucesso "O Rinoceronte de Clarice", onze ficções, cada uma com três finais, um feliz, um de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, por ser pioneiro, foi destaque na mídia como O Estadão, Jornal da Tarde, Folha de SP, Diário Popular, Revista Época, Revista Ao Mestre Com Carinho, Revista Kalunga, Revista da Web, Minha Revista (RJ). e também na rede televisiva, Programa "Metrópolis"/TV Cultura; Rede Band/Programa "Momento Cultural"; Rede 21-Programa "Na Berlinda", Programa "Provocações", TV Cultura/Antonio Abujamra. Por ser única no gênero e o primeiro livro interativo da Rede Mundial de Computadores, foi recomendada como leitura obrigatória na matéria "Linguagem Virtual" no Mestrado de "Ciência da Linguagem" da Universidade do Sul de SC. Foi tese de Doutorado na Universidade Federal de Alagoas ("Hipertextualidade, O Livro Depois do Livro"). Texto acadêmico no link: http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197. Premiado nos Concursos Paulo Leminski de Contos, Ignácio Loyola Brandão de Contos; Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Prêmio Biblioteca Mário de Andrade (Poesia Sobre SP/Gestão Marilena Chauí)), Prêmio Literal (Fundação Petrobrás/Curadoria Heloisa Buarque de Hollanda), Prêmio Instituto Piaget (Lisboa, Portugal/Cancioneiro Infanto-Juvenil; Prêmio Elos Clube/Comunidade Lusíada Internacional; Vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores (USP/Parceiros do Tietê), Prêmio Simetria Ficções e Fantástico, Portugal (Microconto). Consta em quase 800 sites como Estadão, Noblat, Correio do Brasil, Usina de Letras, Daniel Pizza, Wikipedia, Observatório de Imprensa, Releituras, Cronópios, Aprendiz, Pedagogo Brasil,  Jornal de Poesia, Convívio, Itália, Storm Magazine (Portugal), Politica Y Actualidad (Argentina), Poetas del Mundo (Chile), Pravda (Russia) e outros, inclusive na África. Publicado em mais de 100 antologias, até no exterior, como Antologia Multilingüe de Letteratura Contemporânea, Trento, Itália; Cristhmas Anthology, Ohio, EUA e na Revista Poesia Sempre/Fundação Bib. Nacional (Ano 2000). E-mail: poesilas@terra.com.br-

Foto: Por Dornicke - Obra do próprio, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4410234

 


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