Pravda.ru

CPLP » Brasil

Brasil: Indústria em crescimento

11.07.2007
 
Pages: 1234567

Na comparação maio 2007/maio 2006, a produção paranaense registra acréscimo de 4,2%, com nove das quatorze atividades pesquisadas apontando taxas positivas. Os maiores destaques na formação da média global foram veículos automotores (12,1%); máquinas eequipamentos (22,2%); e outros produtos químicos (53,5%). Nestes setores, sobressai o aumento na fabricação dos itens: automóveis; máquinas para colheita; e adubos ou fertilizantes, respectivamente. Por outro lado, a maior influência negativa veio de edição e impressão (-42,9%), decorrente, em grande parte, da queda em livros e brochuras.

O indicador acumulado nos cinco primeiros meses do ano mostra crescimento de 8,1%, com a maior parte (dez) dos setores pesquisados apresentando taxas positivas. As contribuições mais relevantes vieram de veículos automotores (13,1%), alimentos (7,8%), máquinas e equipamentos (14,9%) e outros produtos químicos (36,1%), devido, em grande parte, ao avanço na produção dos itens: automóveis e caminhões; carnes e miudezas de aves; máquina para trabalhar matéria-prima para fabricar celulose e máquinas para colheita; e adubos ou fertilizantes. Por outro lado, a principal pressão negativa veio de madeira (-15,2%), com destaque para a queda na fabricação de folhas para folheados.

Santa Catarina

A produção industrial de Santa Catarina avançou 3,4% frente ao mês anterior, já descontadas as influências sazonais, e desde setembro de 2006 não registra taxa negativa, período em que acumulou um incremento de 8,9%. Com a seqüência de resultados positivos na série ajustada sazonalmente, o índice de média móvel trimestral, que aponta acréscimo de 1,3% na passagem dos trimestres encerrados em abril e maio, mantém desde dezembro trajetória ascendente.

No confronto com igual mês do ano anterior, o setor industrial catarinense, ao crescer 7,1%, sustenta resultados positivos há cinco meses consecutivos. Assim, tanto o indicador acumulado no ano, que passa de 4,0% em abril para 4,6% em maio, como o acumulado nos últimos doze meses (de 2,0% para 2,4%) prosseguem apontando aceleração.

Na comparação maio 2007/maio 2006, a produção industrial catarinense mostra expansão de 7,1%, com oito dos onze ramos industriais pesquisados assinalando taxas positivas. A influência de maior destaque no total da indústria veio de alimentos (13,3%) e, em menor de escala, de máquinas e equipamentos (8,9%), que foram impulsionados principalmente pela maior fabricação de carnes e miudezas de aves, no primeiro setor, e de refrigeradores e congeladores, no segundo. Vale citar, também, as contribuições positivas vindas de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (16,2%), veículos automotores (7,8%), celulose e papel (7,1%) e vestuário (8,8%). Nestas atividades, os itens que mais se destacaram foram, respectivamente: motores elétricos; carrocerias para caminhões e ônibus; papel cartão e caixas de papelão; conjuntos de malha de uso feminino e masculino. Entre os três segmentos que apontaram taxas negativas, o que mais pressionou a média global foi metalurgia básica (-5,9%), que tem a maior parte dos produtos pesquisados assinalando recuo na produção.

O acréscimo de 4,6% no indicador acumulado de janeiro-maio, frente igual período de 2006, reflete a expansão em oito dos onze setores pesquisados. A liderança, em termos de impacto sobre o índice global, permanece com alimentos (9,7%) e máquinas e equipamentos (12,5%), que mostram crescimento na maior parte dos produtos pesquisados. Também vale destacar o desempenho positivo de veículos automotores (7,6%) e de máquinas, motores e materiais elétricos (6,8%). Por outro lado, a contribuição negativa mais relevante prossegue vindo de vestuário (-10,4%), pressionado sobretudo pela menor fabricação de camisetas de malha.

Rio Grande do Sul

A indústria do Rio Grande do Sul, em maio, recuou 1,1% em relação a abril, na série livre dos efeitos sazonais, após assinalar três resultados positivos consecutivos, acumulando neste período expansão de 5,8%. Assim, o índice de média móvel trimestral, ao crescer 0,8% entre os trimestres encerrados em abril e maio, prossegue em trajetória ascendente desde junho de 2006.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor assinalou expansão de 9,5%, quinto resultado positivo consecutivo. O indicador acumulado no ano, que passa de 8,7% em abril para 8,8%, e nos últimos doze meses (de 1,9% para 3,0%) mostram ganhos frente ao mês de abril.

O avanço de 9,5% na taxa global, em relação a maio de 2006, resulta sobretudo do acréscimo em dez dos quatorze ramos pesquisados, com os maiores impactos positivos vindos de refino de petróleo e produção de álcool (41,6%), máquinas e equipamentos (44,3%) e veículos automotores (29,6%). Nestes segmentos, sobressaem os avanços nos itens naftas para petroquímica e óleo diesel; semeadores e ferramentas hidráulicas de motor não-elétrico; automóveis e autopeças, respectivamente. Em sentido contrário, as maiores influências negativas foram observadas em calçados e artigos de couro (-5,6%), em decorrência, sobretudo, da menor produção de calçados e tênis de couro; e mobiliário (-12,8%), que apresentou diminuição na fabricação, principalmente, de mesas para escritório e armários para cozinha.

Na produção acumulada nos primeiros cinco meses do ano, frente a igual período do ano anterior, a expansão da indústria gaúcha foi de 8,8%, com onze das quatorze atividades pesquisadas mostrando resultados positivos. Os avanços mais significativos sobre a média da indústria foram observados em refino de petróleo e produção de álcool (34,3%), veículos automotores (29,4%) e máquinas e equipamentos (24,2%). Por outro lado, o segmento de calçados e artigos de couro (-10,5%) permanece exercendo a maior pressão negativa.

Pages: 1234567

Loading. Please wait...

Fotos popular