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Brasil: Indústria em crescimento

11.07.2007
 
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No confronto com igual mês do ano anterior, o setor prossegue apontando expansão (8,5%), décimo primeiro resultado positivo consecutivo. Nos primeiros cinco meses de 2007, o setor industrial cresceu 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses (5,1%), também assinala acréscimo e repete o índice observado em abril.

O acréscimo de 8,5% na comparação com maio de 2006, está apoiado tanto no bom desempenho da indústria extrativa (10,8%) como no da indústria de transformação (8,1%). A performance favorável do setor extrativo, por conta da maior extração de minérios de ferro, exerce influência relevante sobre a média global. Na indústria de transformação, onde nove dos doze ramos investigados assinalam expansão, cabe ao setor de veículos automotores (18,9%) o principal destaque positivo, seguido por outros produtos químicos (23,7%) e celulose e papel (40,9%). Esses segmentos foram impulsionados sobretudo pelos avanços nos itens: automóveis; adubos ou fertilizantes; e celulose, respectivamente. Por outro lado, metalurgia básica (-1,9%) exerce a maior contribuição negativa, pressionada, em grande parte, pela redução na fabricação de lingotes, blocos e tarugos de aço e bobinas de aço ao carbono.

No indicador acumulado nos cinco primeiros meses do ano, frente a igual período de 2006, a indústria mineira cresceu 7,2%, com dez dos treze ramos apontando crescimento na produção. A performance do setor extrativo (8,0%), apoiado sobretudo na extração de minérios de ferro, é um dos principais determinantes para o resultado positivo no índice global. Na indústria de transformação (7,1%), veículos automotores (17,2%) responde pelo impacto positivo mais importante, pressionado, em grande parte, pelo acréscimo na fabricação de automóveis. Também cabe mencionar o comportamento favorável observado nos ramos de máquinas e equipamentos (17,4%) e de outros produtos químicos (13,7%). Nestes segmentos sobressaem, principalmente, os avanços na fabricação de eletrodomésticos; e inseticidas e adubos ou fertilizantes, respectivamente. Por outro lado, a maior contribuição negativa fica com minerais não-metálicos (-4,0%) influenciada, em grande parte, pela redução na produção de cimento.

Espírito Santo

Em maio, a produção industrial do Espírito Santo avançou 1,2% frente a abril, na série livre de influências sazonais, revertendo o crescimento nulo de março (0,0%) e o resultado negativo de abril (-3,0%). Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral mostra queda de 0,6% entre os trimestres encerrados em abril e maio.

No confronto maio 2007/maio 2006, a indústria capixaba avançou 2,5%, décimo-sétimo resultado positivo consecutivo. O indicador acumulado no ano, que passa de 5,2% em abril para 4,6% em maio, e nos últimos doze meses (de 8,7% para 8,4%), mostram ligeira desaceleração no ritmo de crescimento.

Na comparação com maio de 2006, a indústria capixaba cresceu 2,5% apoiada sobretudo no avanço da indústria extrativa (8,2%), uma vez que a indústria de transformação (0,1%) mostra taxa próxima de zero. No primeiro segmento, o principal destaque é a extração de petróleo e, em menor medida, o maior beneficiamento do minério de ferro. Na indústria de transformação (0,1%), três das quatro atividades apontam taxas positivas, com alimentos e bebidas (18,2%) exercendo o impacto positivo mais relevante, enquanto a única pressão negativa é observada em celulose e papel (-15,7%). Nestes segmentos, sobressaem os itens bombons, no primeiro setor, e celulose, no segundo.

O indicador acumulado nos cinco primeiros meses do ano cresceu 4,6%, frente ao mesmo período do ano passado, com o principal impacto sobre a média global permanecendo com a indústria extrativa (17,4%). Na indústria de transformação (-0,3%), que prossegue assinalando taxa negativa, dois dos quatro setores pesquisados mostram redução na produção, cabendo à metalurgia básica (-4,5%) a maior contribuição negativa, e a alimentos e bebidas (11,1%) a influência positiva mais relevante.

Rio de Janeiro

Em maio, o índice da produção industrial do Rio de Janeiro ajustado sazonalmente apresentou ligeira variação negativa (-0,2%) frente a abril, após assinalar expansão por dois meses consecutivos, acumulando ganho de 4,9% neste período. Ainda na série ajustada, o índice de média móvel trimestral, que mostra acréscimo de 1,5%, prossegue na passagem dos trimestres encerrados em abril e maio, com trajetória de crescimento iniciada em março.

No confronto com maio de 2006, a produção permanece apontando expansão (2,0%). Assim, o setor acumulou no período janeiro-maio de 2007 acréscimo de 2,2%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, mostra ligeira desaceleração no ritmo de crescimento, passando de 1,5% em abril para 1,3% em maio.

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