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Brasil: Oito anos de Desgovernação do PSDB

10.10.2006
 
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Brasil: Oito anos de Desgovernação do PSDB

1. Brasil perdeu em nov/2002 o posto de 11ª economia do mundo para a Coréia do Sul. O Brasil passou a ser a 12ª economia do mundo e a segunda da América Latina (atrás do México). O Brasil era a 8ª economia do mundo em 1994.

2. O Brasil teve a pior taxa de crescimento econômico dos últimos 50 anos no governo FHC.

3. A classe média nos últimos 5 anos de governo FHC (até dez/2002) teve um empobrecimento de até 34% e os gastos com comida encolheram 20%. O desemprego cresceu mais de 600% nos anos de FHC (Revista Época 03/06/2002). O salário médio da classe trabalhadora em 1994 era de R$ 1.127,00 em 2002 caiu para R$ 860,00. Em 1994 a taxa média de desemprego aberto, medida pelo IBGE, foi de 5,1%. Em novembro de 2002 ficou em 7,1%, sendo a média do ano de 2002 de 7,3%. Houve um crescimento do desemprego de 43,14% em comparação ao ano de 1994. Em novembro de 2002 cabe ressaltar o perfil da amostragem analisada, qual seja: empregados com carteira assinada (42,3%); sem carteira assinada (26,0%); trabalho por conta própria (20,8%); patrões (3,8%), e finalmente desocupados (7,1%). Portanto um contingente de 33,1% dos economicamente ativos, compostos dos sem carteira assinada e
desocupados, foi excluído do Brasil Oficial.

4. A média de crescimento anual da economia nos primeiros 7 anos de governo FHC foi de 2,44% ao ano. O mesmo índice da década de 80, considerada a década perdida.

5. O sistema Telebrás/Embratel foi vendido por FHC por apenas US$ 19 bi. Dois anos após a estatal de telefonia da Nigéria, um pobre país africano, foi vendida por US$ 31 bi.

6. A Vale do Rio Doce foi vendida por FHC por apenas 3 bi, sendo US$ 1,5 bi com moedas podres. Cinco (5) anos após a venda esta foi avaliada em US$ 35 bi, não tendo sido feito nenhum investimento direto que comprovasse tal valorização. Ou seja, foi entregue.

7. Segundo levantamento das Nações Unidas, 70% dos recursos que os brasileiros enviaram para o exterior durante o governo FHC, entre investimentos e simples remessas, foram depositados nas Bahamas, Bermudas, Ilhas Virgens, Cayman, Luxemburgo, Ilha da Madeira e Gibraltar, conhecidos paraísos fiscais. Esta foi a produção da Lavanderia Brasil, especializada em dinheiro sujo. Oficialmente, o total de dinheiro brasileiro lá fora estaria por volta de US$ 80
bilhões. Extra-oficialmente, só Deus sabe. Calcula-se algo em torno de US$ 200 bilhões, superior ao PIB da maioria dos países.

8. A população cresceu e o PIB per capita em 2002 foi menor que o de 1990.

9. A dívida externa quase que dobrou no governo FHC: era US$ 128 bi em 1994, em Dez/2002 foi para US$ 249 bi.

10. Dívida pública interna em dez/2002 atingiu mais R$ 890 bilhões. Foi multiplicada por 14 e altamente dolarizada no governo FHC. Esta dívida em 1994 estava em torno de apenas 62 bi. No mês de Jul/2002 aumentou em R$ 43 bi. A taxa de juros selic no governo Itamar era 19%, no Governo FHC atingiu mais de 45% e encerrou 2002 com uma taxa em torno de 26%.

11. Total da dívida pública em 1995 representava 23% do PIB. No final de 2001 representou 54% e no final de 2002 atingiu 59% do PIB. O Brasil despencou da 26ª para a 67ª posição no ranking de países exportadores de bens manufaturados na gestão FHC, até dez/2001.

12. Em um campeonato de desenvolvimento tecnológico com 72 países, em julho/2001 (7 anos de governo FHC) , o Brasil ficou em 43°, atrás da Costa Rica, do Uruguai e da Romênia, e espremido pelo Panamá e pelas Filipinas. A revelação consta de um relatório da ONU com o Índice de Avanço Tecnológico, criado para essa medição. O objetivo do estudo é tentar avaliar a criação e a difusão de tecnologia e seu aproveitamento pela população de cada país.

13. O Brasil saltou da 10ª (em 1994) para 15ª economia industrial do mundo em 2002. Na década de 70, os militares endividaram o Brasil, porém a economia duplicou.

14. O governo FHC atingiu a maior taxa de desemprego da história. Em 1982, o Brasil era o 9º país com mais desempregados no mundo, tinha 964 mil pessoas sem trabalho. Em 1990, passou ao 6º lugar, com 2,3 milhões. Em jun/2002, foi o vice-campeão: estava com 11,7 milhões de pessoas sem emprego. Perdeu apenas para a Índia, que tinha 41,3 milhões de desempregados. Os dados são do estudo "Globalização e Desemprego: Breve Balanço da Inserção Brasileira", divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade da Prefeitura de São Paulo. Os números referem-se em informações do IBGE, da OIT
(Organização Internacional do Trabalho), do FMI e do Banco Mundial.

15. A distribuição de renda continuou com a mesma desigualdade da década de 80, o Brasil tornou-se o penúltimo país do mundo em desigualdade social. O Brasil, em 1995 era o 69º país em qualidade de vida, IDH da ONU.

16. O número de miseráveis em 1994 era de 47 milhões, em 2001 foi para 54 milhões.

17. No governo FHC, os 10% mais ricos enriqueceram 4,2% e os 10% mais pobres, empobreceram 2,6%.

18. A renda do trabalhador foi reduzida ininterruptamente desde 1995. Em abril/ 2002 a queda da renda média do trabalhador já era de 5,6% ao ano. O IBGE calculou que, entre 1998 e 2001, houve achatamento salarial de 11%, já descontada a inflação, para toda classe média brasileira.

19. O Brasil construiu um dos maiores sistemas de geração de energia do mundo e também de menor custo. FHC paralisou os investimentos e colocou o Brasil em um racionamento sem precedentes.

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