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Brasil: Cresce produção industrial

10.05.2006
 
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A expansão no primeiro trimestre foi baseada, sobretudo, no bom desempenho da indústria extrativa (13,7%), devido principalmente ao aumento na extração dos minérios de ferro. A indústria de transformação cresceu 5,3%, com resultados positivos em 11 dos 12 setores pesquisados. Os maiores destaques foram veículos automotores (11,9%) e alimentos (7,1%).

O único resultado negativo foi o da metalurgia básica (-1,1%).

O indicador acumulado nos últimos 12 meses (6,2%) ficou estável frente a fevereiro (6,1%).

Espírito Santo

Em março, a produção industrial cresceu 2,0% frente ao mesmo mês de 2005; 2,2% no primeiro trimestre de 2006; e 0,8% no acumulado nos últimos 12 meses.

O crescimento na comparação com março do ano passado é explicado sobretudo pela indústria de transformação (5,2%), já que a indústria extrativa teve recuo de -7,2%, principalmente em decorrência da queda na produção de minérios de ferro. Na indústria de transformação, o principal destaque positivo veio da metalurgia básica (21,2% ). Celulose e papel (-6,2%) exerceu a maior pressão negativa.

Foi mantida a trajetória ascendente do índice trimestral, que passou de 0,6% no quarto trimestre de 2005 para 2,2% no primeiro deste ano. Nesse intervalo de tempo, sobressaiu o maior ritmo produtivo da metalurgia básica (de 4,9% para 13,0%) e de alimentos e bebidas (de -4,3% para 7,9%).

No primeiro trimestre de 2006, foram observados aumentos em três das cinco atividades investigadas, com os maiores impactos positivos vindo novamente da metalurgia básica (13,0%) e de alimentos e bebidas (7,9%). A indústria extrativa, com recuo de -6,6%, foi a principal influência negativa.

Houve ligeira desaceleração no acumulado nos últimos 12 meses, de 1,2% em fevereiro para 0,8% em março.

Rio de Janeiro

O setor industrial seguiu crescendo em março: 1,3% no confronto com igual mês do ano passado; 5,1% no acumulado no primeiro trimestre do ano; e 3,0% nos últimos 12 meses.

Na comparação com igual mês de 2005, a produção industrial fluminense se ampliou (1,3%), sobretudo com base no desempenho da indústria extrativa (15,1%), que cresce há 13 meses, exerce a principal contribuição positiva no índice geral e tem como destaque a extração de petróleo. A indústria de transformação, após quatro meses de taxas positivas, voltou a recuar (-1,7%). Nesse grupo, metalurgia básica (-22,9%) foi a maior influência negativa, seguida por veículos automotores (-13,7%). Dos cinco ramos que expandiram a produção, alimentos (16,2%), bebidas (18,3%) e edição e impressão (12,7%) tiveram os maiores impactos.

Na análise trimestral, a indústria fluminense, ao crescer 5,1%, vem tendo resultados positivos há nove trimestres consecutivos, com ritmo produtivo ascendente desde o primeiro trimestre de 2005. Entre o último trimestre do ano passado e o primeiro deste ano, a atividade industrial do Rio de Janeiro teve a maior aceleração - de 3,4% para 5,1%. O movimento refletiu o ganho de dinamismo na indústria de transformação (que passou de 0,4% para 2,3%), com destaque para a indústria de bebidas (de -0,6% para 17,8%). Já a indústria extrativa praticamente manteve o ritmo de crescimento (de 18,1% para 17,5%).

No indicador do primeiro trimestre do ano, a indústria extrativa (17,5%), por conta da boa performance da extração de petróleo, foi a principal influência positiva. A indústria de transformação, por sua vez, também se expandiu (2,3%), fruto do desempenho favorável de 6 dos 12 ramos investigados, com destaque para os avanços em alimentos (15,8%), bebidas (17,8%) e edição e impressão (13,1%). Metalurgia básica (-10,9%), ainda influenciado pela paralisação de um alto forno em uma grande empresa, exerceu o maior impacto negativo.

O acumulado nos últimos 12 meses mostrou estabilidade entre fevereiro (3,1%) e março (3,0%).

São Paulo

A produção industrial paulista cresceu 6,8% em março de 2006, em relação ao mesmo mês do ano anterior, sexto resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação. Os indicadores para o acumulado no primeiro trimestre do ano (4,7%) e nos últimos 12 meses (3,6%) também foram positivos.

O crescimento no confronto mensal se deve à performance positiva de 15 das 20 atividades pesquisadas. Os setores que mais influenciaram o desempenho global foram veículos automotores (13,1%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (27,3%) e refino de petróleo e produção de álcool (9,2%). Dos cinco ramos em queda, destacaram-se outros equipamentos de transporte (-7,0%) e produtos de metal (-3,3%).

O avanço de 4,7% no primeiro trimestre de 2006 mostrou aceleração na expansão frente aos desempenhos do terceiro (1,4%) e quarto (1,5%) trimestres de 2005. Entre o quarto trimestre do ano passado e o primeiro deste ano, 15 atividades aumentaram suas participações na composição da taxa global, com destaque para veículos automotores (de 0,2% para 9,9%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (de -1,8% para 25,6%).

O acréscimo no primeiro trimestre foi influenciado sobretudo pela expansão em 15 dos 20 setores pesquisados. Veículos automotores (9,9%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (25,6%) também representaram as principais contribuições positivas, enquanto produtos de metal (-5,6%) e metalurgia básica (-3,9%) foram os impactos negativos mais significativos.

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