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Angola: Programa da Saúde Escolar

30.05.2007
 
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Angola: Programa da Saúde Escolar

Promoção da Saúde Escolar

GRUPO ALVO:

O grupo alvo da promoção da saúde escolar é a criança nas escolas do Ensino Primário. Ela tem grandes potencialidades na aquisição de conhecimentos e no desenvolvimento de praticas e atitudes saudáveis.

As crianças saudáveis têm mais capacidades de aprender, estudar e ter um desenvolvimento físico e mental adequado.

As intervenções de promoção da saúde escolar, podem ser varias e têm como objectivo a criação de escolas saudáveis.

Uma escola saudável é uma escola que:

Tem infra-estruturas adequadas (água e latrinas);

Promove comportamentos e transmite conhecimentos úteis para a vida;

Consegue promover a saúde não só nas crianças mas também na comunidade.

Eis algumas intervenções de promoção da saúde nas escolas:

Aprovisionamento de água e latrinas nas escolas;

Transmissão de conhecimentos relacionados com a correcta utilização das latrinas, medidas de higiene e saúde em geral;

Criação de clubes de higiene e saúde nas escolas;

Merenda escolar;

Desparasitação sistemática durante o ano lectivo;

No ano passado foi realizado um inquérito nacional sobre a prevalência das helmintíases intestinais e das schistosomíases às crianças em idade escolar. O inquérito demonstrou que as crianças de algumas áreas do país são mais afectadas pelos parasitas intestinais, por causas ambientais (clima, sol, chuvas ...)

Por esta razão, as crianças da zona II (Cabinda, Zaire, Uige, Kwanza Norte, Kwanza Sul e Bengo) precisam de receber o Albendazol duas vezes por ano.

As crianças das outras Províncias devem ser desparasitadas uma vez por ano.

A desparasitação com Albendazol 400 mg. é uma iniciativa eficaz, simples e económica.

Não precisa de logística especial (os comprimidos são chupáveis ou mastigáveis) e pode ser gerida a nível da escola por parte dos professores e directores.

IMPLEMENTAÇÃO:

Os responsáveis provinciais (34 pessoas, duas por Província), são responsáveis da iniciativa nas próprias Províncias.

Eles devem:

Contactar os Administradores Municipais (todos) e os responsáveis da saúde e educação dos Municípios (serviços sociais);

Organizar o encontro provincial do dia 13/06/07 nas próprias Províncias, envolvendo os responsáveis da saúde e da educação (2 pessoas) a nível dos Municípios e transmitindo estas mesmas informações;

Ficar em contacto com a DPEC para receber os fundos para o dia 13 e entregar os valores aos participantes, seguindo o orçamento definido por Província (assegurar recibos certos);

Ficar em constante contacto com o MED, MINSA e se precisar os outros parceiros (UNICEF e OMS);

Coordenar a iniciativa na própria Província e com os responsáveis municipais;

Receber o material que vem de Luanda e guardá-lo no armazém do AIDI;

Coordenar e assegurar a saída do material da Província aos Municípios;

Depois da iniciativa, receber as fichas de registo da criança, elaborar os dados por Município, e enviá-los ao Departamento do Apoio Social ao Aluno do MED;

Receber as fichas de avaliação e enviá-las ao Departamento do Apoio Social ao Aluno do MED;

Apoio para o dia 13 de Junho de 2007

Malanje: Manuel Francisco – Oficial Regional de Projecto do UNICEF

Lunda Norte: Sidó Socola – UNICEF Malange

Lunda Sul: Artur Luciano – Direcção Nacional de Saúde Pública

Humbo: Garcia Teca – Oficial Regional de Projecto do UNICEF

Bié: Anacleto Domingos – UNICEF Huambo

Benguela: Filismina Amélia – Direcção Nacional de Saúde Pública

Moxico: Julião Afonso - Oficial Regional de Projecto do UNICEF

Huíla: João Neves - Oficial Regional de Projecto do UNICEF

Cunene: Ana Beatriz da Silva – Chefe de Departamento Apoio Social ao Aluno– MED

Namibe: Adelaide Farinha – UNICEF Huila

Kuando Kubango: Pedro António - Coordenador Nacional do Programa de Luta contra a Oncocercose, Schistosomiase e Outras Parassitoses, MINSA

Tópicos do encontro provincial:

Informação sobre a promoção da saúde nas escolas;

Informação sobre as Helminthíases;

Informação sobre o inquérito do ano passado e os resultados;

Informação sobre a iniciativa de desparasitação dividida em duas fases (Junho e Julho);

Informação sobre as acções da iniciativa de desparasitação;

Informação sobre o material da iniciativa;

Informação sobre o calendário da iniciativa;

Informação sobre a logística da iniciativa;

Assegurar coordenação e contactos;

Os responsáveis municipais (duas pessoas para cada Município), são responsáveis da iniciativa nos respectivos Municípios.

Eles devem:

A partir do dia 13 e até o início da iniciativa no próprio Município, deve se fazer circular a informação sobre a iniciativa de desparasitação aos administradores comunais e a todos os directores e professores das escolas;

Ficar em constante contacto com os responsáveis provinciais para que a informação Província/Município e Município/Província seja sempre assegurada;

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