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Talvez o prezado leitor imagine que adotei a ficção, ao invés das reflexões sobre a realidade nacional, como maneira de prosseguir escrevendo. Faria sentido se não estivéssemos mergulhados numa feroz ditadura: do capital financeiro internacional, da banca, como o designo.
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O deputado Federal Valmir Assunção (PT-BA) aderiu à campanha nacional e mudou seu nome nos informes e no plenário da Câmara Federal incluindo o do ex-presidente Lula. Em ofício encaminhado à presidência da Casa, o parlamentar petista ratificou a mudança e passou a ser identificado como 'Valmir LULAssunção'.
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O golpe ainda não se completou. O caráter de classe do golpe e, portanto, a sua razão fundamental, vai agora aparecer de maneira mais escancarada, afinal se trata de garantir a consumação dos interesses do consórcio que reuniu a alta finança, a burguesia associada...
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Quando o Papa Francisco tomou lá sua garrafa de vinho de selecionadas uvas tannat, encorpado da região de Mendoza, e provavelmente sob os eflúvios do espírito fermentada garantiu para todos os cristãos que "o inferno não existe", estava escamoteando séculos de um dogma caro ao Cristianismo.
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O Brasil está passando por um longo e movimentado processo de ruptura institucional, qualificado como golpe político, articulado e desenvolvido por agências situadas na ordem do capital, nos aparelhos privados de hegemonia e no aparato de Estado.